23 janeiro 2011

CONTAGEM DECRESCENTE PARA A IMPLOSÃO DO EURO EM PORTUGAL

,
ESTA PERTO, MUITO PERTO O MOMENTO DO ESTOURO ECONOMICO DE PORTUGAL !!!

A PARTIR DE HOJE ATÉ AO FINAL DO MES DE FEVEREIRO, TUDO PODE ACONTECER

VEREMOS !!!!!!

VOU ME FARTAR DE RIR SE PORTUGAL SAIR DO EURO, E O ESTADO PORTUGUES CONFISCAR TODO O DINHEIRO DEPOSITADO NOS BANCOS, E OS CONVERTER EM ESCUDOS NOVOS

NÃO TERÁ SIDO POR FALTA DE AVISO, DEPOIS QUERO VER AS PESSOAS EM FRENTE AOS BANCOS A GRITAR

- QUERO MEUS EUROS, QUERO MEUS EUROS

CONTINUEM A PAGAR REFORMAS AO MIRA AMARAL DE 18000 EUROS POR MES

CONTINUEM A PAGAR SALARIOS A CELESTE CARDONA NA CGD DE 17000 EUROS POR MES

CONTINUEM A DOAR MILHÕES DE EUROS AOS PAÍSES CORRUPTOS DE;
  • TIMOR
  • MOÇAMBIQUE
  • ANGOLA
  • GUINE BISSAU
  • CABO VERDE

PORTUGAL É UM PAÍS RICO, AUMENTA MAIS OS IMPOSTOS SOCRATES, O ZÉ POVINHO AINDA VAI APLAUDIR

GASOLEO 12 EUROS O LITRO ( IMPOSTOS 10 EUROS )

GAS 100 EUROS A GARRAFA ( IMPOSTOS 75 EUROS )

GASOLINA 20 EUROS O LITRO ( IMPOSTOS 18 EUROS )

CARO SOCRATES, EM TEMPOS SUGERI A COLOCAÇÃO DE PORTICOS NOS PASSEIOS PÚBLICOS, E A COLOCAÇÃO DE CHIP´S RFID NO RABOS DE CADA PORTUGUES ( HOMEM /MULHER / CRIANÇA E MARICAS ---- OS MARICAS IRIAM ADORAR ), COM A TAXA DE 1 EUROS POR KM PERCORRIDO, NADA MAIS ACTUAL

NÓS PORTUGUESES MERECEMOS SER ENRRABADOS POR ESTA CLASSE POLITICA, POR ESTE MONTE DE ESTERCO QUE SÃOS OS POLITICOS PORTUGUESES

POVO IDOLENTE, SINTO NOJO DE SER PORTUGUES

A PARTIR DE HOJE, SEREI APENAS UM CIDADÃO DO MUNDO, ESTOU FARTO DOS POLITICOS, QUERO QUE ELES VÃO TODOS TOMAR NO MEIO DO CÚ, APESAR DE ALGUNS ATÉ GOSTAREM DISTO

CUMPRIMENTOS

RAMIRO LOPES ANDRADE

20 janeiro 2011

Violação de direitos humanos

Eu sou um simples mortal no entanto parece que muitos têm medo de mim, ou melhor do que eu sei. Pensava que vivíamos numa democracia, que havia liberdade, que havia respeito pelos direitos humanos neste país, mas enganei-me, este é o país do faz de conta e da hipocrisia, um estado de direito falhado. Neste país há violação de direitos humanos, neste país acontecem coisas monstruosas e tudo é abafado até pela comunicação social como se vivêssemos ainda numa ditadura.

Esta é a minha história, pode parecer ficção mas é realidade, não duvide!

A história do filho que foi detido e levado a julgamento apenas por querer visitar o pai doente e acamado.

O meu Pai foi morrendo aos poucos e acabou por morrer em condições desumanas e há um grande culpado, a (in)justiça.

Eu fui detido 2 vezes e acusado de invasão de domicílio quando estava a visitar o meu Pai doente e acamado na sua propriedade e residência. As minhas detenções foram claramente ilegais.


A queixa foi apresentada pela minha madrasta que nem sequer tinha legitimidade para a apresentar uma vez que eles eram casados em regime de separação de bens e a propriedade é do meu Pai, além disso eu como filho tenho direito a visitar o meu Pai.


Eu fui acusado pelo Ministério Publico e foi marcada data para o julgamento, isso mesmo não dá para acreditar mas é verdade, eu ia ser julgado por estar a visitar o meu
Pai doente e acamado na sua propriedade e residência sem a autorização da minha madrasta. No dia do julgamento ela retirou a queixa para abafar as ilegalidades que aconteceram e por absurdo que pareça o tribunal enviou as custas para mim. Enquanto aguardava julgamento estive mais de um ano sem ver o meu Pai, durante 4 anos praticamente não o vi, isto é monstruoso.


Tinha também sido determinado um horário de visitas ao meu Pai que ela não cumpriu. Pedi certidão ao tribunal desse horário para poder agir contra ela. Como passados 2 meses ainda não a tinha, escrevi ao tribunal a queixar-me ao que este respondeu que eu já a tinha levantado e ainda por cima aplicou-me custas de incidente de quase 100€.

É tudo mentira, eu contestei, o tribunal insistiu que eu já a tinha levantado e enviou umas guias para eu ir pagar ao MB. Eu pedi certidão das folhas do processo que
segundo eles provavam que eu já a tinha levantado e eles não tinham essa prova tal como eu sabia, eu (ainda) não estou maluco, então eu não paguei e escrevi ao tribunal a dizer que o comportamento deles era gravíssimo.


Só tive acesso à certidão 6 meses depois de a ter pedido, durante esse tempo não conseguia ver o meu pai nem agir contra ela e o tribunal bem sabia disso. Quando tive a certidão apresentei uma queixa contra ela que veio arquivada 9 meses depois com argumentos da treta, eu diria que o resultado foi combinado. Os factos foram provados com as testemunhas que apresentei além disso ela própria admitiu que não cumpriu as regras.


Tinha visto o meu Pai no hospital há cerca de 10 meses, vi agora o meu pai no hospital 2 dias antes de morrer, estava tão debilitado que metia impressão olhar para ele, isto é monstruoso. Tenho uma foto do meu Pai naquele estado para mostrar ao mundo, espero conseguir! A justiça tratou o meu Pai como uma coisa que estava num canto à espera da morte, isto é monstruoso e ninguém quer saber disto.

Devido a essas custas que foram inventadas penhoraram agora parte do meu vencimento e a viatura, a penhora da viatura além do vencimento é abusiva e ilegal porque o vencimento chegava, além disse eu tinha pedido para enviarem as guias, eles não as enviaram e depois consideraram que eu não quis pagar, agiram de má-fé. Estou há mais de 7 meses sem o carro. Isto ainda não é tudo, aconteceu mais.

36 anos após o 25 de Abril continua a não haver liberdade, se isto acontecesse noutros países sabia-se cá, como aconteceu cá parece que querem abafar isto.

Estranhamente ou não a própria comunicação social que por vezes publica noticias da treta e outras da justiça quer abafar isto ou por ser grave demais ou com medo dos tribunais, eu diria as duas.

Os tribunais são um poder estranho desde logo por não resultar de eleições democráticas e por na prática não serem controlados por ninguém, o que leva a abusos, eles não são Deus nem nada parecido! A justiça é um mundo obscuro onde não há transparência e onde ninguém responde publicamente pelos seus erros, esperava que isto tivesse acabado com o 25 de Abril.

Poucas coisas acontecem por acaso, se a justiça é assim é porque deve ser assim, a culpa é dos nossos "notáveis" políticos que conceberam este sistema que como muitos dizem funciona em roda livre.


Pode parecer que isto é um assunto para ser resolvido nos tribunais, mas não é. Quando eles são tratados como reis ou mesmo Deus e violam a lei e os direitos humanos, o sistema deixa de ter credibilidade e nós não temos a quem recorrer, a única hipótese é denunciar isto. Está na CRP que os tribunais estão sujeitos à lei, mas quem é que os impede de a violar se tudo é abafado???


Esta é uma noticia grave e claramente de interesse publico onde para além do comportamento do tribunal que pratica actos ilegais e que apontam até para a má fé, está a componente humana de violação de direitos humanos. Está na constituição que a família como elemento fundamental da sociedade tem direito à protecção do Estado.

Quando eu conto esta história as pessoas ficam incrédulas, perguntam isto aconteceu mesmo? Será que percebi bem? Isto não está mal contado?

Neste país quando um Pai morre o filho tem direito a uns dias, neste país temos direito a férias e se estivermos doentes nas férias podemos até pôr baixa para não "perdermos" esses dias, no entanto neste país um filho é detido, levado a julgamento e massacrado apenas por querer estar com o seu Pai doente. Neste país conseguem ver uma formiga mas não um elefante, este é um país do faz de conta.

Na altura eu apresentei uma queixa contra as minhas detenções o que fez com que o processo fosse retirado do MP local e passasse para outro principal, eles não gostaram e a partir daí têm-me feito a vida negra, tipo perseguição. Numa democracia nada está acima da critica.

Como compreende o que aconteceu é muito grave, tão grave que até a comunicação social quer abafar isto. Há meses que tento recorrer a eles e pouco consegui, ainda hoje forcei um pouco a situação em Lisboa quando um candidato à PR estava a fazer campanha, a determinada altura um jornalista quis saber a minha opinião, eu disse, mas eles abafaram tudo e não apareceu nada na televisão. Veja a cambada que eles são, pois eu comecei por dizer que 36 anos após o 25 de Abril continuava a não haver liberdade e algumas noticias que chegam a nós eram controladas. Eles forma fazer precisamente aquilo de que eu me queixei!


O Sr. Bastonário da Ordem dos advogados tem feito duras criticas à justiça e com razão. Tenho vários artigos que arrasam com a justiça.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/constanca-cunha-e-sa/o-estado-da-justica?nPagina=1

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/estudo-da-sedes-revela-que-o-maior-problema-da-democracia-e-o-descredito-da-justica_1390009

http://noticias.pt.msn.com/Sociedade/article.aspx?cp-documentid=152936377


http://aeiou.expresso.pt/estado-de-direito-falhado=f494910

http://aeiou.expresso.pt/portugueses-deixaram-de-acreditar-na-justica=f520396


http://aeiou.expresso.pt/audio-justica-tem-de-ser-condenada=f596288


http://www.publico.pt/Sociedade/portugueses-confiam-mais-nas-policias-mas-cada-vez-menos-nos-tribunais_1347945

Vi outra que diz o seguinte:

"Chineses obrigados por lei a visitar pais idosos".

Depois dizem que há violação de direitos humanos na China!? Este caso nunca teria acontecido lá!

O mundo é um lugar perigoso para se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer (A.Einstein).

E quanta gente perigosa há neste mundo!

Quase toda a comunicação social deve falar em mim, já são 3 as pessoas que depois de eu falar com elas sobre isto ficam de baixa, ficam de dar uma resposta e depois evitam falar comigo pois não sabem como me dizer não.

A única forma que tenho de lutar contra isto é denunciar esta situação, penso que tem um blog, poderá também ter alguns conhecimentos, espero que me possa ajudar divulgando isto, a comunicação social quer abafar isto por ser grave demais. Tudo o que disse é verdade e tenho as provas, contra factos não há argumentos.

Com os melhores cumprimentos, obrigado
Arsénio Almeida



Haja paciência!

Que país é este que deixa a miséria escarrada na cara dos mais pobres, e os sorrisos podres dos corruptos, que enriquecem à custa de malabarismos descarados.

Que país é este que deixa que idosos sejam espancados, ignorados como se fossem um monte de lixo abater numa incineradora qualquer. Crianças violadas, maltratadas sem que se faça justiça alguma.

Que amor é este que os poetas tanto soletram em nome próprio?

Onde andam os Zés Afonsos que não temiam o medo de gritar em nome do povo?

Onde está a união do povo que ainda consegue seguir e aplaudir esta cambada de políticos corruptos, que tanto ladram em nome de um povo que desconhecem.

Famílias inteiras destruídas sem emprego a viverem de palavras, em km de alcatrão desnecessário, em TGV’s que em nada trazem de benéfico à boca dos que se sentem desesperados.

Haja paciência, afinal onde está a democracia neste país onde o povo é ignorado por completo, onde a opinião do mesmo não vale de nada a não ser nas urnas.

Sinto-me envergonhada em ser portuguesa, enojada, de sermos sempre os mesmos a pagar a factura dos corruptos.

Afinal que justiça temos nós, se tudo o que é sujo se esconde descaradamente na impunidade.

Conceição Bernardino

18 janeiro 2011

PT pagou 1,5 milhões a Rui Pedro Soares em 2009‏

 Por: Felícia Cabrita
 in: Sol online de 03 de Dezembro de 2011.


"Em 2002, o gestor recebia 20 mil euros. Em 2007 passou para um milhão e em 2009 para um milhão e meio de euros, o correspondente a um aumento de 1329% no ordenado.

Já se sabia que Rui Pedro Soares subiu depressa na hierarquia do grupo PT, ao passar em apenas quatro anos de director da TV Cabo de Lisboa a administrador executivo da holding do grupo. A essa ascenção meteórica correspondeu um aumento extraordinário de salário.

Segundo os rendimentos declarados oficialmente, o gestor ganhou em 2002 cerca de 20 mil euros. Um ano depois, quando a sua empresa já se chamava ZON TV Cabo, passou a ganhar três vezes mais, declarando rendimentos de 70 mil euros - valor que se manteve estável até 2005.

Em 2006, no primeiro ano completo de José Sócrates como primeiro-ministro, Rui Pedro Soares passou a ser um dos administradores da holding da PT, a maior empresa de Portugal. Por meio ano como membro da Comissão Executiva da PT SGPS, Rui Pedro declarou rendimentos de 400 mil euros.

Mas nos dois anos fiscais seguintes, os seus ganhos anuais subiram para 1 milhão de euros - ou seja, mais 1329% relativamente a 2003.

Em 2009, no último ano completo como administrador executivo da PT , Rui Pedro Soares declarou oficialmente 1, 5 milhões de euros."

           Já sabiamos que a crise seria só para alguns, mas o incompreensível de tudo isto, está na incapacidade do Governo, pela sua subserviência ao poder económico e aos ditames do capitalismo desregulado, selvagem e apátrida. A distribuição de dividendos para a fuga a impostos foi a meu ver a pior das facetas, embora não tenha sido só a PT a fazê-lo, nesta empresa foi mais que escandaloso pelas verbas envolvidas, que resultaram com a venda da VIVO no Brasil.
         
           Reconheço que quem investe quer ver rentabilizado o investimento, mas perante situações deste género o Governo deveria ter impedido a fuga fiscal às escancaras e nada fez, continua a acobertar e a proteger os interesses dos banqueiros, de quem detém o poder económico, capitalistas e políticos corruptos e de toda a classe dominante da nossa sociedade.
         
           Portugal, perdeu definitivamente a soberania nacional, encontra-se manietado por diversos interesses e poderes, que não se coadunam, com os de um País, Independente e Democrático e claro dos Portugueses. Depois de transformado em Quinta de alguns senhores, Portugal está à beira do colapso financeiro gerado pelos mesmos que agora nos cobram altíssimos juros para nos financiarem, os mesmos que pela sua postura se dizem competentes, mas sobrevalorizaram títulos e valores especulativos inexistentes e ou sem valor, essas mesmas empresas de rating, que agora em estratégia bem concertada visam levar à falência os países das economias  europeias mais fracas, com o intuito de atingir posteriormente as mais fortes e levar ao desmantelamento da União Europeia e da moeda comum o Euro.

A instabilidade social está instalada, o desemprego já atinge os 11%, os desempregados de longa duração aumentaram 25%, não se afiguram melhoras. O desespero de muitas famílias irá levar inevitavelmente à destruturação familiar, e por conseguinte a um aumento da insegurança.

Lamento pelo meu país, pelas promessas dos políticos e pelo engôdo em que o povo constantemente cai, teremos as eleições presidênciais à porta e pelas sondagens, será reeleito o que será o mesmo que premiar, quem também só tem contribuido para o estado geral da nação e nada fez no seu mandato, eu votaria mais depressa num "Tiririca" português.

12 janeiro 2011

Mais um jovem em destaque


O jovem português Pedro Silva foi um dos 104 eleitos entre uma dezena de milhar de candidatos de 70 países para integrar a Orquestra do YouTube, um agrupamento sinfónico que reúne jovens executantes musicais de todo o Mundo.


No ano passado, coube ao violinista Tiago Santos a sorte de ter integrado as fileiras da "primeira orquestra colaborativa do Mundo". Este ano, na lista de 336 finalistas, além do Pedro Silva, estiveram outros músicos nacionais: a flautista Ana Carina Sousa, o violinista Nuno Vasconcelos, o trompetista Luís Duarte Moreira e o oboísta Samuel Bastos.

Portugal tem razões de esperança no futuro, pois há jovens que se distinguem em vários sectores, como neste espaço tem sido referido.

Para melhor conhecimento deste caso, sugere-se a leitura da notícia «Músico português na Orquestra do Youtube».

Imagem do JN

10 janeiro 2011

VAMOS VOTAR NUM PALHAÇO Á PRESIDENTE DA REPÚBLICA !!!!!!!!!

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Já que a abstenção não doi mais nos políticos, que adoram esta atitude de mais de 40% do eleitorado Portugues, vamos fazer ao contrário -------- vamos votar num palhaço !!!!!!!!

Como todos nós contribuintes já reparamos, a política portuguesa é um monte de esterco, em que se banham todos os políticos sem excepção ( PS , PSD , PP , PCP , BE )

O palhaço candidato á Presidente da República oriundo da Madeira ( Sr José Manoel Coelho ) é o melhor voto de protesto, será o TIRIRICA PORTUGUES igual ao deputado federal eleito no Brasil, que é palhaço profissional, e foi o deputado mais votado com 1,5 milhões de votos

Eu vou votar no José Manuel Coelho, o PALHAÇO TIRIRICA DE PORTUGAL

É um voto de protesto !!!!!!!!!

Abstenção não, vamos castigar todos os politicos portugueses com TIRIRICA NELES, os politicos portugueses não passam de um monte de esterco

OBS; minhas desculpas aos profissionais palhaços dos circos, merecem o meu maior respeito e consideração, mas os politicos portugueses fazem concorrencia desleal com a classe trabalhadora dos palhaços profissionais

Cumprimentos a todos

Ramiro Lopes Andrade

07 janeiro 2011

NÃO TENHO TALENTO E AS QUALIDADES QUE UM PRIMEIRO MINISTRO DEVE TER

"Não tenho talento e as qualidades que um Primeiro Ministro deve ter"
( José Sócrates in Revista do Diário de Notícias de 16 de Setembro de 2000 )

          É quase uma desconhecida entrevista de José Sócrates, que era na altura Ministro do Ambiente, serve  a lembrança da mesma, para defender e limpar  a imagem do nosso Primeiro Ministro perante a calúnia de quem anda por aí a dizer, que  andou a enganar o Povo, que é um enganador sem escrúpulos. Pois este mesmo Povo, é mentiroso, José Sócrates advertiu-nos para o facto, de não ter talento, nem qualidades, agora que teimem em elegê-lo, a culpa não é mesmo do nosso Primeiro Ministro.

          Para os que o acusam de faltar à verdade e falta de competência, esta entrevista é de facto a prova de que não é como dizem, pois  José Sócrates, alertou  e avisou em devido tempo.
Pois é, caríssimos leitores e amigos, a maledicência está instalada, a entrevista de Sócrates à revista do DN ( Diário de Notícias ), serve mesmo para meditar e sobretudo, para que terminem de culpabilizar o homem por todas as desgraças que ocorrem neste  cantinho, que se transformou na Quinta de alguns políticos e empresários. Deixemo-nos pois de arranjar bodes espiatórios, a culpa é mesmo de quem votou.
A única forma de o Povo ser  justo é reconhecer a meia culpa, e de hora em diante, votar em consciência em gente capaz.

06 janeiro 2011

Construir o amanhã


O artigo de Manuel Maria Carrilho que se transcreve, analisa com nível universitário, a situação actual e realça alguns tópicos já aqui focados em «diversas oportunidades. O ano que agora se iniciou, vai exigir de todos os portugueses responsabilidades de decisão e acção com a finalidade de cooperar na saída da crise, com a certeza de que quem esteve na sua causa e desenvolvimento não tem condições anímicas nem técnicas para fazer parte da solução. Em eleições e outros actos formais bem como em acções espontâneas a que se seja chamado, há que ter sempre presente que é preciso mudança, é indispensável ir além de malabarismos paliativos e encontrar estruturas que beneficiem o futuro dos nossos filhos e netos. O artigo merece uma leitura muito atenta. 

 Diário de Notícias. 06-102011. Por Manuel Maria Carrilho 

A ideia-chave para que em 2011 se comece a sair do impasse em que o País e a Europa se encontram é só uma: não será com as pessoas, nem com as instituições, nem sobretudo com as ideias que nos conduziram à crise que conseguiremos sair dela.

Parece uma ideia simples, óbvia - e é. E é também uma ideia que os acontecimentos destes dois últimos anos reforçaram todos os dias. E, no entanto, ela parece quase não ter consequências, aumentando assim o abismo entre a nossa experiência quotidiana do mundo e tudo aquilo que os responsáveis políticos e os media constantemente dizem dele.

Com efeito, os dois últimos anos revelaram, tanto no plano nacional como internacional, uma invulgar incapacidade de fazer frente à crise. Em ambos os planos se pretendeu convencer as pessoas de que ela decorreu "apenas" do mau uso da financeirização da economia, que todos os seus erros e excessos foram pontuais, que talvez aqui ou ali se justificasse um pouco mais de regulamentação (quanto à supervisão, mais tarde se veria), que nada punha em causa o essencial do rumo seguido na última década, que a retoma estava sempre ao virar da próxima esquina, ou da seguinte....

Infelizmente, o Governo português comungou até ao limite deste obtuso estado de espírito. Mas rapidamente se percebeu que tudo era conversa fiada. E que nunca como agora a economia tinha estado sob o garrote de uma especulação tão descontrolada, às mãos de uma finança que tinha entretanto, sob diversas formas, conquistado os comandos do mundo.

Os dois últimos anos transformaram-se assim numa duríssima lição para aqueles que, ingenuamente, imaginaram que com a crise tinha chegado o momento de todos os regressos: do regresso da política a um lugar decisivo na vida das nações. Do regresso do Estado às suas essenciais funções de soberania, de regulação e de supervisão. Do regresso da economia a uma vida livre dos delírios especulativos e da pressão de lucros instantâneos.

Todos, ou quase todos, à direita e à esquerda, se descobriram então subitamente keynesianos, sem perceberem que o keynesianismo não é uma tábua de salvação a que se recorra conforme o aperto das circunstâncias. Mas uma visão original que, num contexto muito específico, conseguiu dar uma resposta inovadora e eficaz à crise do capitalismo. E o que hoje, numa situação que é bem diferente, tem faltado é precisamente essa capacidade.

Isto para já não lembrar um outro ponto, absolutamente central: é que o tão referido "intervencionismo" defendido por J. M. Keynes consistia numa intervenção dos poderes públicos contra a lógica cega, ou míope, dos mercados, feita em nome do bem comum e da sociedade. E não, como os keynesianos de última hora parecem pensar, numa intervenção conduzida em nome dos mercados, contra a sociedade e os seus valores.

Por tudo isto não surpreende que, depois de tantos relançamentos nos últimos dois anos, a financeirização do mundo tenha prosseguido. E prosseguido continuando a subjugar as economias aos seus caprichos mais inverosímeis, numa genial série de golpes que acabaram por fazer sempre das suas enormes fraquezas forças temíveis.

É assim que entramos em 2011. E, além disso, com sinais cada vez mais claros de uma guerra das moedas de efeitos imprevisíveis. Com uma inquietante contínua subida do custo das matérias-primas (que foi de 25% nos últimos seis meses) e com o petróleo a ultrapassar os 95 dólares. Com um G20 que pouco mais promete do que um exercício declamatório, este ano sob a batuta de um N. Sarkozy afogueado pela sua agenda interna.

A nível europeu, os impasses agravam-se, o bloqueio político parece total, as tensões da moeda única vão aumentando e a divergência das diversas trajectórias económicas vai-se acentuando, deixando como única via a dos recursos "caso a caso". Nenhum dos problemas fundamentais da União Europeia foi resolvido, e nada indica que o sejam este ano. Estamos praticamente na mesma situação de há um ano, na verdade só mudou o nome dos países sob pressão: a prová-lo, Portugal pagou ontem juros seis vezes superiores ao que pagou há um ano, para colocar 500 milhões de euros de dívida em obrigações do Tesouro.

Continuamos assim bloqueados pelas ideias que nos conduziram à crise, governados por aquilo que um economista australiano, John Quiggin, inspiradamente designou como uma economia de mortos-vivos. Isto é, uma economia dominada por ideias cuja falência vai sobrevivendo à prova dos factos. E perante isto os poderes públicos, em vez de reagirem, vão-se entregando a malabarismos sem fim, numa inédita confissão de impotência que já não escapa a ninguém.

Todos gostávamos de ver abrir-se um novo ciclo, neste começo de ano. Mas assim isto vai correr mal, muito mal. É com este realismo que Portugal deve decidir o que fazer. E de uma coisa estou certo: vai haver de facto muito para decidir em 2011.

Imagem da Net

02 janeiro 2011

Firmeza no combate à pobreza


O chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo, disse "Considero essencial que 2011 fique marcado pela firmeza no combate ao desemprego e à pobreza". Mas o fosso entre os mais ricos e os mais pobres vem continuando a aumentar, sem que haja medidas que o reduzam e que tornam a convivência social mais justa e harmoniosa. A pobreza combate-se eliminando o enriquecimento ilícito, a corrupção, o tráfico de influências, o amiguismo nas nomeações de «boys», os negócios sem concurso público, a falta de controlo apertado das despesas, etc.

Do Editorial do Correio da Manhã de hoje extraem-se as seguintes frases:

«o ano anuncia-se mais difícil ainda para as famílias portuguesas. Aumentam os impostos, baixam os salários e reduzem-se direitos sociais há muito adquiridos.»

«Convidamos os nossos concidadãos a, num movimento legítimo e previsto na Constituição, subscrever uma petição que possa levar o Parlamento à desejável aprovação da criminalização do enriquecimento ilícito.»

«A clareza e bondade das leis são mais determinantes no desenvolvimento de um país do que as suas estradas, o TGV ou aeroportos. É tempo de os cidadãos, todos os cidadãos, se aperceberem da relevância das leis no potencial que um país mostra para atrair e criar riqueza. É tempo de, nos casos extremos como este, convocar os cidadãos para intervirem na área política para lá da mera deposição do seu voto nas urnas.»

«Claro que o enriquecimento sem justificação aceitável é já crime em algumas das mais avançadas democracias do Mundo.»

«Mas em Portugal ainda não. Vamos então apelar ao bom senso e até decoro dos nossos eleitos para acabar com uma anacrónica omissão.»

Transcrevo parte de um e-mail com troca de mensagens sobre este tema:

Primeira: Começa hoje o novo Ano, e começa mal com aumentos e mais aumentos, presentes do desgoverno que somos obrigados a suportar, " democraticamente, claro está... Ah, santa ignorância...

Segunda: O Povo está anestesiado e teima em não reagir. Temos que raciocinar que, se estamos em crise, ela deve ser suportada por todos, principalmente pelos que mais têm beneficiado da exploração dos clientes, dos contribuintes, dos utilizadores, dos beneficiários, dos pensionistas. Mas, infelizmente, não está a ser entendido desta forma pelo Poder. Os accionistas das empresas prestadoras de serviços e de comercialização de produtos de consumo não querem prescindir dos lucros habituais, exorbitantes, os seus administradores não querem perder ao salários de nababos e os prémios e as ajudas e de custo e outras mordomias, e por isso, alheios à crise sobrecarregam os clientes, de forma sem pudor, sem vergonha e sem interferência social do Governo. Os possuidores de fortunas amontoadas em alta velocidade, nunca sentem conveniência de travar, de se imporem limites, e é necessário que alguém os faça parar. 

O resultado deste desvario de ambição pelo enriquecimento por qualquer meio é o povinho continuar a ser duplamente explorado em tudo e por todos os tubarões do costume.

E os governantes o que fazem? Não fazem nada para não perder os apoios de quem lhes puxa os cordelinhos, de quem lhes dá, em breve, os tachos que são autênticos asilos dourados para os políticos da terceira idade. Eles asilam-se em bancos, em construtoras, em multinacionais, depois de passarem por cima dos interesses nacionais, dos portugueses.

É preciso denunciar estes escândalos, a fim de o povo abrir os olhos e decidir reagir.

Por tudo isto, e muito mais, devemos colaborar com a iniciativa do Correio da Manhã.

Imagem da Net

01 janeiro 2011

Ensitel cai no inferno das redes sociais

Caríssimos, por achar bastante interessante aqui fica a história de uma consumidora que faz história na nossa blogosfera, pela sua preserverança e sobretudo por saber aproveitar os recursos que a internet coloca ao dispor dos cidadãos. Este é um objectivo de A Voz do Povo, denunciar as tropelias que todos os dias os cidadãos são vítimas, quer por parte de grandes consórcios empresariais, quer por parte dos organismos públicos, assim como manifestar o descontentamento ou contentamento, relativamente à forma como o nosso país é governado pelos políticos, esta é uma forma de luta, é também uma forma de exercer a cidadania.
Congratulo-me pois com a resolução deste caso anunciado já pela empresa Ensitel e pela Maria João Nogueira, no último dia do ano de 2010.

Um abraço, e votos de um Bom Ano de 2011

Victor Simões


Ensitel cai no inferno das redes sociais

por: Ana Rita Guerra, Publicado em 29 de Dezembro de 2010 no ionline

A cadeia de electrónica Ensitel está debaixo de fogo na internet e enfrenta uma das piores crises de reputação de que há memória em Portugal, depois de alegadamente se ter recusado a trocar um telemóvel avariado que ainda estava dentro da garantia.

O caso recua a 2009 mas explodiu ontem nas redes sociais porque a consumidora em causa, Maria João Nogueira, recebeu uma citação do tribunal intimando-a a constituir advogado. Motivo: escreveu vários posts a contar a experiência com o telemóvel e foi contactada pelos advogados da Ensitel para que apagasse esses textos, pedido ao qual não acedeu. Agora diz que a Ensitel quer ir para tribunal e forçá-la a retirar os sete textos que explicam em pormenor a saga do Nokia E71.

O problema é que estamos na era das redes sociais e Maria João Nogueira é nada menos do que a coordenadora da equipa de blogues do Sapo, e uma das bloguistas mais conhecidas da internet nacional. Ou seja, a história tornou-se viral em poucas horas. A contenda do jonasnuts (nome do blogue de Maria João Nogueira) era o tópico mais partilhado na comunidade portuguesa no Twitter e a página da Ensitel no Facebook foi entupida de insultos. Vários sites reportaram a história e os links que apontam para o blogue de Maria João Nogueira multiplicaram-se.

Entretanto, algumas centenas de utilizadores do Facebook começaram a queixar-se de que tanto os links para o jonasnuts como os seus comentários na página da Ensitel estavam a ser apagados. A blogosfera imediatamente gritou "censura", a palavra espalhou-se rapidamente e os insultos passaram a ser às dezenas por minuto. A empresa, que sofreu um autêntico festival de enxovalho na internet, acabou por emitir um comunicado a meio da tarde de ontem ( 28 de Dezembro ).

"A Ensitel não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação [...] apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável", escreve.


A decisão a que se refere em comunicado é a do centro de arbitragem de conflitos de consumo de Lisboa, onde o caso chegou, e que foi no sentido de que a cliente deveria entregar o aparelho à Ensitel para que fosse arranjado - o que Maria João Nogueira recusou.



"A Ensitel está a precisar de contratar uma empresa de relações públicas, mais do que uma sociedade de advogados", escreveu a bloguista na segunda-feira, depois de referir o documento de 31 páginas que recebeu do tribunal. "Portanto, a Ensitel não gosta que os clientes expressem livremente a sua opinião. A liberdade de expressão é muito linda e coiso e tal, mas só quando não chateia", escreve.



O relato Toda a história pode ser lida nos sete posts publicados desde 27 de Fevereiro de 2009, em www.jonasnuts.com. A consumidora recebeu um Nokia E71 que, no segundo dia de uso, apresentava falhas na luz do ecrã. Foi à loja para trocá-lo mas informaram-na de que não havia mais em stock, pelo que devia ir à Nokia para que lho reparassem. A marca respondeu que era responsabilidade da Ensitel trocar o aparelho - e afinal apareceu outro em stock, mas numa segunda loja encontraram "um risco no ecrã" que, segundo a consumidora, era inexistente.

"Várias reclamações e quase dois anos depois, a Ensitel quer levar a consumidora a tribunal por causa dos posts no blogue e milhares de portugueses juram que nunca mais entram numa loja da marca. "


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