31 janeiro 2012

Boaventura de Sousa Santos: “É possível que amanhã tenhamos que voltar às lutas ilegais”

Por: Cristina P. Rodrigues
A mesa não tinha mulheres. Eram oito pessoas, nenhuma era mulher. Os sete primeiros homens falaram e parece que não perceberam a distorção de uma das atividades que mais juntou gente no Fórum Social Temático, lotando o Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, sexta-feira 27 à tarde. O oitavo dos homens a discutir “o sentido da democracia” parecia o mais sensível e mais preocupado. Boaventura de Sousa Santos só começou sua palestra depois de reclamar da falta de presença feminina na mesa enquanto tantas mulheres se faziam presentes na plateia. Mas não foi só por isso que, ao final, foi aplaudido de pé.
“A luta democrática tem que ser anticapitalista.” Começou assim a aula do sociólogo português. A democracia era o tema do encontro daqueles oito homens, e Boaventura não deixou de mencionar a sua ausência ou a ameaça de que deixe de existir. Passamos por um momento em que, segundo ele, um dos maiores países capitalistas, a China, dispensa a democracia e outro grande bloco tem a democracia suspensa. A União Europeia, “o berço da democracia e que tentou ensinar ao mundo durante cinco séculos os valores da civilização”, tem agora suas instituições democráticas suspensas e vive uma crise que é econômica e política.
“A presidenta disse q o Brasil já teve neoliberalismo, mas que agora os brasileiros não vão deixar o neoliberalismo entrar novamente. Que deus a ouça.” Boaventura foi tão enfático porque “o neoliberalismo conseguiu esvaziar a democracia de sua vertente redistributiva, e por isso temos hoje democracias de baixa e de baixíssima intensidade”. O roubo e a acumulação originária primitiva chegaram aos salários dos operários europeus, disse Boaventura, encerrando o debate dos motivos da crise e iniciando o das suas alternativas.
A esquerda esqueceu-se de pensar
“As instituições democráticas já não satisfazem as necessidades dos cidadãos.” Alertando sobre as alternativas que se nos apresentam (que podem ser piores do que o que já temos) à crise das instituições, acrescentou que “a democracia representativa virou-se de costas para as populações”. Não surpreende, portanto, que o anarquismo seja a única tradição sobrevivente nos movimentos europeus. Para ele, esquerda e direita “golpeiam da mesma forma” os povos camponeses, indígenas e quilombolas nesse continente.
Impossível avaliar alternativas ao capitalismo que coloca a democracia em crise sem passar pelos movimentos de jovens que estão tomando os espaços, especialmente na Europa. “Autodeterminação dos povos é o que pode nos defender da loucura da globalização neoliberal. A sociedade civil nos responde nos únicos espaços não tomados pelo capitalismo financeiro: as ruas, as praças. A presença dos movimentos nas ruas mostra que a democracia está nas ruas em estados antidemocráticos.” Não faltou crítica à esquerda, no mundo todo, que não pensa, não debate, não progride: “a grande maldição da esquerda no século XX foi transformar militantes em funcionários. Temos que começar pela refundação dos partidos e pela democracia nos movimentos. As cartas dos movimentos da Puerta del Sol mostram essa preocupação pela horizontalidade, pela democracia. A esquerda tem que pensar e a esquerda esqueceu-se de pensar”.

O fascismo ameaça a democracia

E a democracia, para Boaventura, passa pelo respeito à diferente história dos povos do Brasil, não apenas pela redução da pobreza. E, nesse caminho, chama a repensar muitos dos nossos instrumentos de politica. “É possível que amanhã tenhamos que voltar às lutas ilegais”, afinal, é possível que o fascismo, que já toma conta, substitua a democracia no próximo período. As lutas podem ter que ocorrer “por dentro e por fora do Estado, constitucionais e não constitucionais”. Falando exclusivamente de Brasil, em uma crítica direta à presidenta Dilma, disse que “os movimentos sociais talvez hoje se sintam menos acolhidos pela Presidência da República de gente que lutou como eles”.
Boaventura defendeu a autodeterminação como um outro modelo de desenvolvimento, que é parte da luta democrática. “Temos que nos habituar a pensar que os nossos objetos de consumo – tecnologia, roupas – têm sangue. Trabalho escravo é sangue. Há um ciclo de produção que nega a vida, que destrói a vida. E nos obriga a pensar numa outra pauta de direitos humanos, o direito da natureza, que pode nos dar uma nova forma de vida, de prosperidade, que pode não passar pelo crescimento econômico.”
Sobrou também crítica ao governo do Rio Grande do Sul, do amigo Tarso Genro, “um dos homens que melhor pensa a politica no continente latino-americano”. O sociólogo amaciou o ego do governador pouco antes de afirmar que ele precisava fazer no estado a reforma política que não conseguiu aprovar enquanto ministro da Justiça. Tarso falara logo antes de Boaventura e mencionara a dificuldade que passou, também criticando o governo petista do qual fez parte. Bem informado, o português falou na falta de comunicação entre as secretarias estaduais, que muitas vezes não se comunicam nem internamente.
O horário das utopias realistas
A luta dos povos indígenas, quilombolas e campesinos é sempre tema de Boaventura, e dessa vez não foi diferente. “Não podemos tolerar que os indígenas morram todos os dias à beira da estrada porque foram expulsos de suas terras. A reforma do Estado, a refundação da democracia, dos partidos, dos movimentos, é a nossa única garantia da sustentabilidade da democracia. A direita está mostrando que dispensa a democracia. Quem não pode dispensar a democracia é a esquerda. Portanto não podemos falar de sentidos da democracia (Tarso falara no sentido das democracias grega, estadunidense, latino-americana e brasileira). Temos é que democratizar a democracia. Os povos têm que ter suas formas de democracia respeitadas. Indígenas urbanos tinham dificuldade de se adaptar ao Orçamento Participativo porque tinham sua forma de decisão coletiva”. Uma anedota serviu para justificar o argumento do sociólogo. Contou que, quando foi promulgada a constituição da Bolívia, nas primeiras eleições uma comunidade votou 99% a favor de um candidato. A oposição então fez uma queixa de que teria sido fraudada. Foram averiguar e descobriram que se tratava de uma comunidade indígena que passou quatro dias consensuando em quem votar. “O que parecia uma fraude eleitoral era uma forma de democracia de alta intensidade que estaríamos perdendo se não calculássemos essas formas de democracia alternativa.”
Boaventura encerrou com a chamada ao debate. Para que a esquerda pense e proponha alternativas. “Temos q pensar uma nova forma, que não é o capitalismo verde. Podem dizer que é uma utopia, mas todas as utopias têm um horário. E esse é o horário das utopias realistas.”

in Somos andando em 30-01-2012

30 janeiro 2012

CAVACO, OS «SOPRANOS» E A ESTRATÉGIA DO SILÊNCIO

Por: Lucas Carré
Da esqª para a Dtª, Caváco Silva, Dias Loureiro e Duarte Lima
Fustigado coma polémica que tem sido alvo nos últimos dias, depois de referir que as suas duas reformas não chegam para cobrir as despesas que tem, Cavaco Silva vem agora esclarecer que a sua intenção foi ilustrar, com o seu próprio exemplo, que acompanha a situação dos portugueses que atravessam dificuldades. «Apenas quis ilustrar, com o meu exemplo, que acompanho as situações que chegam ao meu conhecimento de cidadãos que atravessam dificuldades e para as quais tenho chamado a atenção em diversas intervenções públicas», refere o Presidente.
 Habituado a gerir silêncios de forma tenaz, o Presidente espalhou-se agora ao comprido, ao tentar mostrar, de forma atabalhoada, que ele também é um homem do povo, de origens humildes ( se bem que o pai fosse dono de uma bomba de gasolina no Algarve, o que indiciava na altura ter rendimentos acima da média), tentando colocar-se à parte de uma classe politica abastada, interesseira e que se aproveitou da sua sombra para projectar as mais variadas negociatas e clientelismo. Foi à custa de Cavaco, e com o seu beneplácito, que personagens dignas de figurar num episódio dos «Sopranos» singraram, enriqueceram e construíram o seu império, como foi o caso de Oliveira e Costa, o antigo dono do BPN, Dias Loureiro, que chegou a sentar-se no palácio de Belém como conselheiro de Estado, ou Duarte Lima, que à pala dos bons cargos que teve no PSD ( chegou a ser líder parlamentar) geriu e «engordou» à custa dos mais variados «lobbies» e negociatas.

 Inúmeras vezes Cavaco fingiu distanciar-se da classe política, colocando-se sempre noutra classe de pessoas, apesar dos mais de 30 anos de participação activa, ao mais elevado nível, na condução dos destinos do país, desde que decidiu pôr-se ao volante da sua viatura e partir rumo à Figueira, para participar num congresso «laranja» onde saiu vencedor. De forma recorrente, recorda as suas origens humildes, a de ser um homem do povo, a de estudante a viver em quartos em Lisboa, e esgrime o seu orgulho pessoal de ter subido na vida a pulso, procurando incentivar o povo com o seu exemplo.

 Cavaco Silva quer mostrar distanciamento da classe política. Não quer ser da classe dos ricos. Mas tem cinco propriedades no Algarve, uma luxuosa vivenda, um apartamento em Lisboa e um rendimento de dez mil euros mensais, segundo consta na sua declaração de rendimentos de 2010, fora um pecúlio amealhado ao longo de anos que ronda os 600 mil euros ( o tal pecúlio que diz agora ter de recorrer por via das suas magras pensões…) Não quer ser da classe dos poderosos, tem horror à burguesia e às festas do «croquete». Mas, entretanto, passou 30 anos a pisar passadeiras vermelhas por todo o Mundo, a lidar com os homens do grande capital, como foi o caso de Oliveira e Costa ou Dias Loureiro, seus antigos acólitos, amigos de casa, colegas de partido, de governo e de lideranças, companheiros de aventuras e lutas partidárias, vizinhos de Verão e sardinhadas e aos quais mantém agora um prudente distanciamento. Cavaco viu ao longo de décadas empresários, poetas, artistas, filósofos, políticos, músicos, nobres, jornalistas, professores, médicos, advogados, estadistas e todos os melhores representantes de todas as classes superiores a desfilar à sua frente, ouvindo-o, curvando-se, bajulando-o, adorando-o. Teria ou não acções no BPN, as quais, ao que parece, estavam em nome de familiares e a data de se descartar das mesmas terá sido uma simples coincidência? Terá ou não amparado o percurso político de Duarte Lima, enredado num crime de fraude de 44 milhões de euros ao BPN e numa acusação de autoria do assassínio da secretária de Tomé Feteira? Ou incentivado o percurso no partido de Dias Loureiro, que entrou na política a ganhar 40 mil escudos mensais como Governador Civil em Coimbra e dela saiu com os bolsos a abarrotar de dinheiro, depois do antigo conselheiro de Estado ter sido envolvido no escândalo BPN por via dos negócios ruinosos com Banco Insular de Cabo Verde?

 O silêncio, o tal silêncio de chumbo que agora gere acerca dos acontecimentos envolvendo estes personagens, outrora pares próximos, foi a melhor estratégia do presidente, como também foi naquele episódio de um seu próximo assessor, Fernando Lima, ter inventado o caso das escutas no Palácio de Belém como arma de arremesso contra o governo de Sócrates em clima pré-eleitoral
 Cavaco Silva fala muitas vezes em nome do povo, das suas misérias, quer ser solidário, tornar-se uma espécie de messias salvador, providencial, esgrimindo também ele, de forma farisaica, as suas próprias necessidades, esquecendo-se que ele foi um dos principais impulsionadores da assinatura do Acordo coma Troika e do recente Acordo de Concertação Social que se traduziu na machadada final ao Estado Social e nos direitos dos trabalhadores, até agora, intocáveis.

 Gerindo no silêncio os mais variados interesses, quase sempre ligados à sua clique partidária e ao seu grupo de amigos partidários, Cavaco pôs a careca à mostra, ao decidir falar, vestindo a farpela do povo. Deveria regressar com a possível brevidade à sua função de sábio da Economia – e mesmo aí temos algumas dúvidas, pois foi durante o seu consulado como primeiro – ministro, e a protecção desmesurada aos grandes interesses económicos ligados ao «betão», que apressou a bancarrota do país…

in Crime Digo Eu em 24/Jan/2012

29 janeiro 2012

Flash Mob, contra o Presidente Cavaco Silva

Manifestação  contra as declarações de Cavaco Silva









PSP recolheu as moedas e os géneros alimentares que cerca de 300 manifestantes pretendiam entregar no Palácio de Belém no protesto simbólico contra as declarações do Presidente da República a propósito das suas reformas. A manifestação tipo ‘flash mob’, convocada através da rede social Facebook começou cerca das 17h30 e terminou 60 minutos depois, após terem sido angariados pacotes de leite, cereais, arroz, pão e algumas moedas. A entrega de bens na Presidência não foi permitida pela PSP até porque a segurança fora reforçada, devido à presença do presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy. A manifestação foi convocada na segunda-feira como uma flash mob e embora a adesão não tenha transmitido os níveis de contestação que têm alastrado ao país, depois de Cavaco Silva ter dito, na sexta-feira, que as pensões de reforma que recebe da Caixa Geral de Aposentações (1300 euros) e do Banco de Portugal, até cerca de 8 mil euros, num total de 10 mil euros, não daria provavelmente para pagar as despesas.

"Neste momento já sei quanto é que irei receber da Caixa Geral de Aposentações. Descontei quase 40 anos uma parte do meu salários para a CGA como professor universitário e também descontei durante alguns 30 anos como investigador da Fundação Calouste Gulbenkian e devo receber 1300 por mês, não sei se ouviu bem 1300 euros por mês”, disse Cavaco, de visita ao Porto, na sexta-feira. “Tudo somado, o que irei receber do Fundo de Pensões do Banco de Portugal e da Caixa Geral de Aposentações quase de certeza que não vai chegar para pagar as minhas despesas porque como sabe eu também não recebo vencimento como Presidente da República”. Após estas declarações, o Presidente da República foi vaiado, em Guimarães, no sábado, durante a abertura da Capital Europeia da Cultura 2012, ouviu críticas de líderes políticos como Jerónimo de Sousa (PCP) e Francisco Louçã (BE), do lider parlamentar socialista Carlos Zorrinho, mas também de comentadores como Marcelo Rebelo de Sousa (PSD). Quanto à petição online em que se pede a demissão do Presidente, em três dias já congregou mais de 22 mil assinaturas, até às 19h00 de hoje. O vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=paL0FjSopQ8.

Publicado em: Máfia Portuguesa

24 janeiro 2012

Peditório Urgente


Caros cidadãos, venho por este meio prestar a minha solidariedade com o nosso amigo Aníbal e a sua Mariazinha, peço-vos encarecidamente que ajudem e contribuam com alguma coisinha. Este pobre homem só recebe onze mil trezentos e quarenta e dois euros mensalmente. É impossível com este rendimento aguentar o custo de vida, como pode este casal de desgraçadinhos viver com dignidade se não ganham o suficiente para pagarem as despesas no final do mês?
Enviei cartas a todas as instituições de caridade do nosso país até para o albergue dos sem-abrigo da Trindade que se prontificaram logo a dar-lhes uma sopinha quente o problema é que a Mariazinha não gosta de comer na marmita só sopas de pacote e o Aníbal faz alergias à couve lombarda só engole as de Bruxelas. Bem que eu andava desconfiada, porque o homem só abre a boca para dizer; “eu avisei que isto não andava nada bem”.
Por isso seja solidário envie para o Palácio Nacional de Belém o que puder, arroz carolino, santolas, cheques visados, cupões de descontos dos hipermercados, raspadinhas, lotarias, produtos de beleza para a Mariazinha, porque a verdade se diga a senhora anda muito mal das peles, eles aceitam tudo desde que o valor seja superior ao rendimento mensal.
Eu já fiz o meu donativo mandei-lhes um das Caldas bem grande para irem gozar com o caralho.
Ajude, eles sempre foram tão poupadinhos, enviem-lhes o manual, “como viver com cento e cinquenta euros mensais”.

Viva a igualdade, viva o Presidente do choradinho!


Conceição Bernardino

22 janeiro 2012

Para ti Cavaco Silva só me apetecia lhe mostrar os dentes ..............



Para ti e todos os mamões que estão na Assembleia da República das BANANAS de Portugal.
Então agora vais passar a ganhar mais 1300 euros a somar aos 10042 euros que já mamas.
Será que 11342 euros por mes não lhe chegam para as despesas ???
Insultas gratuitamente todos os Portugueses !!!

Seu infame !!!!!!! Tenha vergonha na cara .




Ai que vontade de lhe dar uma valente dentada !!!!!!!!!!!!


Ainda chegas a ser pior que o cenourinha do Jorge Sampaio, o tal que recebeu a esmola do Rei de Espanha, no valor de 90000 euros em 2004.

CALE-SE CAVACO SILVA, CALE-SE.

NÃO NOS ENVERGONHE MAIS SEMPRE QUE ABRES A BOCA, ENFIE NELA UM BOLO REI E NÃO INSULTE MAIS A NÓS PORTUGUESES ..............

20 janeiro 2012

Este país não é para totós



Contra-indicações: se sofre de gases, azia, urticária, varizes, hemorróidas, acne, enxaquecas, lombrigas, bicha-solitária, pés de galinha e outras coisas acabadas em inha não leia, caso sinta algum destes sintomas procure de imediato um totó.

Ando com um totó entalado no nariz, o raio do macaquinho entope-me as fossas nasais de tal forma que nem um balde de água do mar o afoga, já experimentei de tudo, pinças, cotonetes, lipoaspiração e imaginem só que até o tubo do aspirador tentou suga-lo mas a única coisa que aspirou, foi uma moeda de cinquenta cêntimos, fizeram-me cá um jeitaço dos diabos estava mesmo tesa que nem um jaquinzinho.
Existem vários tipos de totós, para cabelos compridos, curtos, ondulados e para carecas, confesso que o meu preferido é daquele mesmo totó até ao tutano que compra todos os manuais instrutivos para totós. Estou a pensar seriamente abrir uma instituição de apoio ao totó e para totonas e angariar umas croas à custa desta classe mais desfavorecida. Dói-me muito quando vejo um totó a chorar por maus tratos de foro cabeludo ou narigudo, tudo lhes pega é piolho, chato, sarna, carraça que dá cá umas comichões entrefolhos que nem vos conto. Pobres vítimas da civilização enfiados por baixo das carapuças e dos chapéus de palas circulam por todo o lado e se abanarmos muito a cabeça o coitado vomita, porque não consegue aguentar uma mexedela de consciência, precisa sempre de uma cabeça que o guie, nem que seja a do alfinete que é bom para furar balões em dias de festa, ou na procissão da nossa senhora dos caramelos sem açúcar para segurar no estandarte dos chupas. Ai por falar em chupas, já me esquecia de comunicar aos totós que já existe chupas à venda nas farmácias a custo baixo ou alto, conforme a medida do totó, são feitos de vaselina com sabor a arroz de pato, não vá alguém lembrar-se de prender os cabelos do cú.

Viva os totós, viva a liberdade dos caramelos!

Conceição Bernardino

Prémio

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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