29 março 2013

OS Embustes de Sócrates - análise de José Gomes Ferreira


 
Por: Zita
 
Sócrates, mentiu, manipulou e distorceu. Nada de novo nos nossos políticos sem ética.
 
 
As mentiras de Sócrates, neste video, expostas por José Gomes Ferreira. A prova de que, os nossos adorados políticos INSISTEM EM TRATAR OS PORTUGUESES COMO ATRASADOS MENTAIS.
 
1ª MENTIRA- Afirmou que Portugal podia ter feito como Espanha e Itália e evitar a troika... Mas todos sabemos que Teixeira dos Santos, o seu ministro, disse-lhe que já só havia dinheiro para um mês de salários. Está dito escrito e documentado.
2ª MENTIRA - Sócrates diz que a divida pública sobe 30% de 2010 para 2012, insinuando que foi o PSD o culpado pela divida.
Esta é a maior mentira que se pode dizer a um povo, pois esse aumento resultou de a troika ter chegado e ter exposto o verdadeiro deficit do estado que estava escondido. É uma vergonha esta mentira.
3ª MENTIRA - Sócrates afirma que os encargos líquidos das PPP que ele deixou, era de 23 mil milhões de euros, mas citando o estudo de uma consultora que ajudou a criar estas parcerias, e contribuiu para o descalabro, conclui que, os encargos líquidos das PPP todas, incluindo as 8 de Sócrates, são de 32 mil milhões de euros. Encargos brutos, 45 mil milhões.
4ª MENTIRA - Cavaco Silva não foi a oposição, foi sim conivente, mais uma vez ficou calado, enquanto o governo Sócrates se metia neste descalabro de endividamento das Estradas de Portugal. E o presidente foi avisado.

A história repete-se há décadas, foi desta forma que o PSD ganhou ao PS... e o PS irá ganhar ao PSD, mas Portugal e os portugueses, são os que perdem sempre, por pura burrice e ingenuidade.
Os abutres, oportunistas, aparecem quando alguém está moribundo.
Os cobardes ganham força, quando o inimigo está caído.
Os incompetentes, chegam a parecer competentes, quando reina o caos.
Os corruptos parecem santos, quando o diabo está à solta.
As crises provocadas por todos eles, servem de arma para os colocar de novo no poleiro. A responsabilidade pelas desgraças provocadas por todos, são facilmente empurradas, para quem está no poleiro.

E é assim que ao longo de mais de 3 décadas se elegem criminosos e incompetentes...
Os eleitores, encurralados que nem carneiros mansos, vitimas de uma realidade óbvia e secular - "Depois de mim virá, quem bom de mim fará." - continuaram a alternar entre os mesmos do costume. Os manipuladores da verdade, engenheiros da finança, malabaristas dos números... Mentirosos compulsivos, desonestos, incompetentes reconhecidos. Ambiciosos desmedidos, que tudo fazem para conquistar o poder e o dinheiro público.
E Portugal será de novo o sacrificado...
de cofres mais vazios.
mais serviços sociais, extintos.
mais injusto para os pobres, e um paraíso para os ricos,
mais despido de portugueses.
mais povoado de pobres.
mais atrasado nos padrões de desenvolvimento.
mais saqueado à descarada.
mais despojado de justiça, um verdadeiro far-west.
E com uma classe politica e amigos, cada vez mais poderosa e rica.
Os portugueses dividem-se, não entre escolher o correcto ou o errado para o seu próprio bem ou de Portugal, mas escolher entre o meu partido e o dos outros, ou simplesmente, seguindo a armadilha, já tão óbvia, sem alternativa "Depois de mim virá, quem bom de mim fará.", sem a mínima capacidade de se questionar ou avaliar.
Sócrates mentiu descaradamente, como só estes amantes do poder e do dinheiro público, conseguem fazer, distorceu, mas disse o que todos queriam ouvir, pois nisso são peritos. Por alguma razão pagamos, com os nossos impostos, um regimento de especialistas em psicologia, manipulação, demagogia, imagem, etc, que eles contratam para os ajudar a enganar os eleitores.
Todos ansiavam pelas palavras sábias do saudoso Sócrates - "Passos Coelho falhou, e eu sei fazer melhor."
Estranhamente, nunca se ouviu falar de corrupção, não os incomoda. Os portugueses não estranham? Por todo lado se tropeça na corrupção, várias provas de corrupção chovem todos os dias na TV, jornais e nas palavras de pessoas dignas e fidedignas. Mas ninguém estranha que os demagogos políticos ansiosos pelos poleiros, nem toquem em tal assunto... criticam-se uns aos outros, trocam galhardetes, mas numa coisa estão de acordo, - nunca falar de corrupção - jogar o jogo da politica, mas sem o expor ou estragar. Jamais desmascarar actos ou personagens corruptos. E Sócrates manteve-se fiel à seita... É tudo a fingir, claro. São as regras do jogo, senão acabava o teatro para todos.

Não falam por uma razão muito simples, porque nesse famigerado sector que nos arruína, os números falam por si, e de forma gritante. A corrupção não cresce desde 2010, nem desde 2005, nem tão pouco cresceu no mandato de A, B ou C, cresce há décadas... e é comum a todos os governos, não travada por nenhum deles... E é ela o ganha pão dos criminosos que nos governam e dos seus anexos, família e amigos.
Mas mais uma vez, milhões de portugueses serão sacrificados por um punhado de traidores minoritários, que irão, cedo ou tarde, eleger de novo o PS. E em seguida o PSD...
Desta vergonha eles não falam, mas os fanáticos, não acham estranho?
Enganam quem? Já todos sabemos, porque insistimos em os deixar mentir e fingir?
Tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta?





 
Comentário interessante de um amigo
"O país real é uma pura abstracção na mentes dos governantes deste país.
Ainda José Sócrates recentemente na TV como 1,6 milhões de espectadores e a manipulação"democrática", nesta sociedade onde a mentira é falaciosa e demagogicamente apresentada como a verdade possível e com toda a naturalidade aceite pelos cidadãos, que nem sequer param para se interrogarem!
Este estado a que chegámos num país em que a verdade é ofensiva e olhada com desdém, e na maioria das vezes até como algo de revolucionário, e logo perigoso e um atentado à segurança da sociedade e à verdade conveniente e pregada pelos arautos da dita democracia, só configura que estamos perante uma sociedade doentiamente demente.
Os factos nada significam e até faz parte desta dialéctica da "verdade conveniente" argumentar contra os próprios factos, como se estes fossem parte de uma qualquer realidade virtual, que pode ser também manipulada no instante e adequada ao quadro mental de quem argumenta.

Governa-se pois o país dos argumentos convenientemente esgrimidos conforme se adequam ao momento e dos factos criados virtualmente.
Perante este quadro só se pode ter um diagnóstico para o actual estádio da sociedade, comandada e manipulada por políticos doentiamente afectados por uma psicopatia grave e galopante.
Para que situemos melhor esta patologia do foro psiquiátrico, deixo-vos a descrição clínica da mesma, para que possam fazer a devida reflexão sobre o que acabo de mencionar:
Caracterização clínica de um psicopata -
"A psicopatia é um distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de carácter, ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, manipulação, egocentrismo, falta de remorso e culpa para actos cruéis e inflexibilidade com castigos e punições." Francisco Gonçalves - facebook


Como afirma Daniel Oliveira.
"(...) Não deixou que o PSD continuasse a fingir que as Parcerias Público-Privadas não lhe dizem respeito.
(...) Deixou muito por explicar: o congelamento por dois anos dos ordenados da função pública para os poder aumentar em ano de eleições; a nacionalização do BPN; a falta de discurso europeu que o manteve até ao chumbo do PEC4 numa posição acrítica e servil; a política de austeridade que ele próprio começou com os PEC e que agora considera errada. E foi criativo na cronologia da crise, fingindo umas vezes que nada sabia em 2009 e outras que tudo já estava a acontecer no início de 2008." fonte
 

Outra opinião sobre a intervenção Socretina
"OS PERIGOS DE UM AJUSTE DE CONTAS ENTRE ESCROQUES
Decorreu ontem, por entre polémicas, parangonas, propagandismo de pacotilha e o protesto sibilino de uma múmia, o regresso à vida política de josé Sócrates. E, a julgar pelo teor da entrevista e pelas paixões e comentários que suscitou, parece que temos telenovela mexicana para uns tempos.
Mas, muito objectivamente falando, que novidade trouxe a intervenção de José Sócates para o debate político ou para o quotidiano dos portugueses para a tornar a coqueluche noticiosa do dia e, ao que se prefigura, dos próximos tempos?

Recordo um cão velho na quinta onde cresci que enterrava os ossos, os deixava marinar enterrados por vezes durante anos, e, por fim e à força de escavar incessantemente a terra, acabava por os desenterrar e roía-os com o ar deliciado de gourmet que saboreia um queixo de cabra bem seco. E a pergunta surge natural: porque diabo estamos a falar da paixão de um cão por ossos velhos?
Porque é essa a novidade! Um osso velho e já meio putrefacto que todos já rilhamos, que alguns já esqueceram mas muitos não, e que agora nos é reproposto em horário televisivo nobre por uma figura em que abundam os dotes de comunicação na mesma proporção que a escassez de princípios éticos ou autoridade moral para opinar sobre o que quer que seja.

E que revela o filósofo? Aquilo que já todos estavam podres de saber desde a década de 90: que Cavaco é um manipulador maquiavélico cuja tacanhez de espírito e manifesta falta de rudimentos educacionais fazem assemelhar a uma espécie de Richelieu de tamancos.
Mas isso não é novidade desde os tempos em que foi fazer a rodagem da viatura e acabou eleito presidente do PSD. E tirando isso, o filósofo apenas fez aquilo que se esperava dele: reconhecer a possibilidade teórica de pedir desculpas por eventuais erros governativos passados e recusar a assunção de qualquer tipo específico de culpas na situação presente do país. Ou seja, um pouco como aprovar entusiasticamente na generalidade para rotundamente chumbar na especialidade.

O problema é que o filósofo, quando posto em confronto com a múmia, ganha aos pontos no que toca a dotes de comunicação e que hoje, foram já várias as vozes que hossanaram a sua imaculada condição restaurada miraculosamente e em directo a abrir a Semana Santa.

Igualmente preocupante é que isto ocorre num momento em que o chumbo do orçamento pelo tribunal de contas pode conseguir o que a falta de decência e vergonha nas fuças da corja governaleira não permitiram até ao momento presente: a queda por putrefacção de um governo que acha que o cheiro de decomposição que dele emana provém de uma incompatibilidade cutânea com o desodorizante. No mesmo momento em que o principal partido da oposição passa de um longo abstencionismo cúmplice e criminoso para a apresentação de uma moção de censura. No momento em que uma sondagem coloca a quadrilha laranja a bater de cornos nos mais baixos índices de popularidade.

Que se desanque publicamente a múmia presidencial e que tal ocorra em horário nobre é algo de divinamente aprazível.
Que a merda governaleira caia é igualmente motivo de júbilo.
Agora que aquilo que não vai além de um simples ajuste de contas entre dois escroques seja usada para perpetuar uma democracia de alterne esse é um perigo real num momento em que não basta mudar de moscas, num momento em que é imperativo remover toda a merda!"  ( no facebook, autor não identificado ).
 

28 março 2013

A dívida total - canibalização de um povo

Pretende-se com este primeiro texto - entre vários que irão ser divulgados em breve - proceder a uma abordagem abrangente da dívida e outras responsabilidades que impendem sobre os residentes em Portugal e que, no fundo, oneram e irão onerar durante gerações, a multidão de trabalhadores e ex-trabalhadores, tomados pelo poder do capital, os receptáculos últimos e os naturais pagadores das faturas apresentadas pelo capitalismo global[i].
Quem se resignar a esta situação está do lado da continuidade da exploração capitalista, por ignorância, por conveniência ou… é masoquista.

Não tem, evidentemente, de ser assim e isso, só pode ser evitado numa concertação de povos[ii] contra os capitalistas e a sua extirpação, numa luta que custará – não tenhamos ilusões - sangue, suor e lágrimas. Aliás, esses fluidos escorrem já hoje, abundantemente nos quatro cantos da Terra, por ação ou inação criminosas do capitalismo, dos seus mandarins, polícias e exércitos.

Ontem já era tarde para reagir. E para reagir é necessário conhecer o inimigo, o terreno do combate, as armas de que detém e como as utiliza. Este texto é um modesto contributo para o efeito, no seguimento de muitos outros já publicados sobre a dívida[iii] e não só.

Sumário:
1 - O endividamento da economia portuguesa
2 - Endividamento das empresas não financeiras
3 - Endividamento das sociedades financeiras
4 - Endividamento das administrações públicas
5 - Endividamento dos particulares
6 – Os direitos de crédito do exterior sobre a sociedade portuguesa
7 – Resumo da evolução dos vários tipos de passivos em cada agregado económico
8 - Tipos de responsabilidades por agregado económico

1 - O endividamento da economia portuguesa
A dívida do Estado, do sistema financeiro, das empresas e das famílias é, constituída, parcialmente dentro do país, numa matriz de relações interna, entre as entidades ou agregados atrás considerados e parcialmente, de modo direto, junto de entidades sediadas no exterior. Por outro lado, mesmo quando o mútuo envolve apenas entidades residentes em Portugal, muitas vezes o credor municiou-se previamente no exterior enquanto a situação inversa é muito menos relevante.

O Banco de Portugal publica regularmente as contas financeiras de Portugal. Como em qualquer contabilidade procede-se a uma avaliação do ativo e do passivo, consolidando os haveres, direitos e obrigações de empresas não financeiras, do sistema financeiro, das administrações públicas e dos particulares; designa-se por consolidado por não relevar as relações internas no âmbito de cada agregado. Como contas financeiras não contabilizam o património físico existente em Portugal, como o edificado habitacional ou instalações industriais, comerciais ou de serviços, os recursos naturais, os bens materiais dos particulares ou das empresas. Consideram-se, sumariamente, para além do ouro monetário (não o privado retido para adorno ou entesouramento), o dinheiro e os depósitos, os títulos, e os empréstimos obtidos ou concedidos."

(...)conclusão
Sendo o setor financeiro o elemento dominante na generalidade das economias, é aquele que controla os aparelhos de Estado e os gangs de mandarins, tornando-se o mais habilitado para a determinação e gestão das políticas fiscal e orçamental, da produção legislativa e da decisão política[vi]. Por outro lado, a maior desmaterialização dos seus capitais, a procura desenfreada de altos níveis de liquidez, permite ao sistema financeiro global, como aos seus saguões nacionais, margens de lucro elevadas, tornando-se por isso particularmente procurados pelos capitais, mesmo os mais especulativos dos “investidores”. Daí que haja uma tendência para o aumento do valor atribuído às empresas do setor financeiro, apesar das suas fragilidades[vii], superadas pelo desmedido e dedicado apoio do BCE e dos estados nacionais.
Por outro lado, nas empresas não financeiras, as que operam na chamada economia real, a crise financeira actual gera dificuldades de obtenção de crédito, encerramentos, redução de atividade, numa gigantesca destruição ou subaproveitamento de capital que carateriza os dias de hoje. Esses elementos contribuirão para a redução do peso das sociedades não financeiras entre as partes sociais que representam os direitos dos capitalistas detentores das empresas e o desaparecimento de largos estratos de capitalistas pequenos e médios e dos seus sonhos de passarem a grandes[viii].

Para continuar a ler e analisar em profundidade o tema,  clique este link onde terá acesso a todos os 8 pontos que compõem o artigo, e os respectivos gráficos e quadros.

20 março 2013

Goldman Sachs - Escola do terrorismo financeiro


     Por: Milan Kem-Dera


 


Especializado, desde há várias décadas, em subverter todas as regras da alta finança com as técnicas e os métodos criminosos de uma seita secreta e com o poder de destruir países, acusado até de estar na origem do famoso "Crash de Wall Street" em 1929, é o Banco que vende produtos financeiros que apostam no colapso da Europa, é o Banco que armazena milhões de toneladas de zinco e de alumínio para fazer subir os preços, é o banco que entende que é muito mais lucrativo destruir do que ganhar dinheiro pelos processos tradicionais, é o Banco predador que retira lucros fabulosos sacrificando os seus próprios clientes, é o banco que lucra ao influenciar os mercados e apostando no colapso dos países, é o banco que mais lucrou com a famosa crise do "Subprime" de 2008. Sempre com a mesma técnica suja - jogar no seu campo e, simultânea e secretamente, no campo contrário, apostando contra.

E é deste antro de marginais de fato e gravata que têm saído os maiores crápulas que já tiveram ou têm neste momento o controle de uma grande parte dos países dos cinco continentes, e em especial da Europa. É uma máfia financeira legalizada que actua com toda a cobertura e cumplicidade de uma imensa orda de chefes políticos mundiais incompetentes e corruptos.

Harry Paulson, Mario Monti, Mario Draghi, Lucas Papademos, Vitor Constâncio, António Borges, Carlos Moedas, são apenas alguns exemplos de políticos e gestores actuais, de entre as muitas centenas espalhados por 32 países e que passaram por esta “super escola” da fraude e do terrorismo financeiro, super-especializada na destruição das economias de países livres e independentes.

Vale a pena ver este arrepiante documentário para tomar consciência dos métodos fraudulentos e de alta traição desta gente que trabalha na sombra a todos os níveis, manipulando criminosamente a economia internacional com o mesmo à vontade e desfaçatez de quem joga poker com as cartas marcadas.




E, no fim da cadeia, quem acaba por sofrer o resultado nefando destas práticas mafiosas são, inexoravelmente, as populações que, mais cedo ou mais tarde, acabam sempre por pagar, até à miséria e à fome, a elevada factura dos processos maquiavélicos desta “organização de malfeitores” que ganha fabulosas fortunas à custa da desgraça de pessoas, organizações e países. Impunemente!
Um Banco de investimento criado em Nova Iorque em 1868, que conseguiu o seu sucesso e reputação com base no silêncio e no secretismo de obscuras práticas financeiras, o Goldman Sachs é hoje, não apenas um monstruoso edifício de mais de 50 andares no coração financeiro de Wall Street (no qual não existe uma única placa ou inscrição com a indicação do seu nome, apenas o nº "85"), mas a instituição bancária que desafia as leis nacionais e internacionais e que corroi o mundo trabalhando em segredo, qual bando de malfeitores sem quaisquer limites morais e éticos, manipulando políticos e governos por todo o mundo como se fossem marionetas.





Na Europa, o Goldman Sachs é acusado de ter "ajudado" a Grécia a encobrir o seu déficit, que ascendia já a 100% do PIB, manipulando as suas contas para baixar a dívida com vista à entrada na moeda única, com os resultados que hoje se conhecem. Não só para a Grécia e para os gregos, mas para toda a Europa.
O Goldman Sachs é uma casta de banqueiros, de economistas e de políticos que desconhece, por completo, todos os limites da ética e da moral, sendo mesmo acusado de ser o principal obreiro "incendiário" da actual crise da Europa e do euro, por efeito dominó a partir das suas trafulhices praticadas na Grécia.
Ele é um estado dentro do estado. Pior, é um estado secreto e sempre sedento de sangue. Inclusivamente do sangue dos seus próprios investidores, quando conspira contra eles ao apostar na queda dos títulos por si próprio vendidos.
Um verdadeiro "polvo" que, desde os Estados Unidos, estende os seus tentáculos por quase todos os cantos do mundo, seja através do FMI, do Banco Mundial ou de milhares de "robots humanos" que espalham a bancarrota, a miséria e a fome através das suas práticas financeiras habituais, através daquilo que melhor sabem fazer - o terrorismo financeiro.
Nada nem ninguém detém o Goldman Sachs que, no fim do jogo, qualquer que seja o jogo, sai sempre a ganhar! A própria colocação de um dos seus "robots", Mario Draghi, à frente do Banco Central Europeu, em 2011, terá sido um dos maiores "golpes" do Goldman Sachs na Europa actual. Esperemos para ver!

Para já, tal como eles próprios dizem nunca se esquece "tudo aquilo" que aprenderam no Goldman Sachs - a denominada "cultura do Goldman Sachs".  

19 março 2013

"Trabalhadores do mundo, uni-vos, vós não tendes nada a perder a não ser vossos grilhões"

TEMPOS INTERESSANTES
 
Os tempos que vivemos são interessantes para um economista. Isto é dito do mesmo modo como um médico poderia dizer que um tumor é algo "interessante". Os acontecimentos de Chipre ensinam lições. Em primeiro lugar deve-se assinalar o descalabro da Europa dos monopólios: O confisco de depósitos bancários é algo mais próprio do Terceiro Mundo do que de um país da União Europeia. Terem eles chegado a medidas deste tipo mostra o desespero em que se encontra o capital monopolista e financeiro europeu. Em segundo lugar, deve-se verificar o fracasso dos seus planos. O endividamento é a forma moderna de submeter à servidão países como Chipre, Grécia, Portugal, etc. O objectivo é transformarem-nos em pasto do capital monopolista e financeiro para o saqueio (através de privatizações selvagens) e da extracção permanente de rendas. Isso fracassou porque não tiveram cash suficiente para cobrir a dívida cipriota. E agora surge a jogada de mestre russa, com a oferta da Gazprom de cobrir a dívida cipriota. Ela é digna dos melhores jogadores de xadrez. A UE queria reservar o saqueio de Chipre só para os monopólios da Europa ocidental – não para os russos. A oferta russa veio estragar-lhes os planos. Bruxelas terá de contorcer-se toda a fim de encontrar uma justificação para a recusa. E já vai dando instruções ao seu preposto local na presidência de Chipre para dizer que prefere uma "solução europeia". Aguardemos os próximos capítulos.                       
( In: http://resistir.info/ 18-03-2013 )

18 março 2013

CONFISCO BANCÁRIO PIOR DO QUE O CHIPRE, COMEÇA DIA 29 DE MARÇO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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CONFISCO BANCÁRIO PIOR DO QUE O CHIPRE, COMEÇA DIA 29 DE MARÇO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Noticias frescas tiradas da Net.
Leiam, e tomem as devidas providencias.
Caso seja criado a nova moeda ( luso ou escudo novo ), a perda ou correcção em relação ao euro será de 70%.
Um roubo muito superior ao de Chipre ..................... e os palhaços dos militares portugueses, que são uns vendidos não vão fazer nada !!!!!!!!!!!!!!!
Mamões sem vergonhas, parasitas, só sabem defenderem os vossos tachos, e canalha maçonica, e políticos corruptos portugueses.

ACORDA POVO ADORMECIDO, DEIXEM-SE DE VER AS NOVELAS, OS FADOS, DO PAPA MAÇONICO, E DO FUTEBOL.

Restam alguns dias para fazer qualquer coisa.
Mexam-se !!!!!!

Um abraço aqui do Brasil, a curtir praia e sol.

Ramiro Lopes Andrade

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NOTICIAS FRESCAS DA NET

O imposto sobre os depósitos entra em vigor no dia 29 de março.
Está confirmado!
Quem hoje pretendeu fazer transferencias da Caixa Geral Depósitos de contas individuais para o estrangeiro, não o pode fazer.

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Grandes empresas portuguesas deram ordens de transferência das suas contas até ao dia 29 de Março.
Foi esta informação que permitiu descobrir quando e como pretende o governo impor a mesma receita em Portugal.

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Em 2 de Maio de 2013 entrarão em circulação as novas notas de Euro de 5,10,20,50,100,200 e 500€.
Tudo isto está relacionado.


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O governo já mandou imprimir a nova moeda em Inglaterra. Chamam-se lusos e estão guardados numa base aérea do país de Gales.
Há mais de um ano que já está tudo preparado para roubar-nos os euros que ainda restam.

14 março 2013

266º Papa da Igreja

O novo papa. O conclave elegeu ontem quarta-feira (13) o cardeal Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, argentino, como novo Papa, sucessor de Bento XVI à frente da Igreja Católica Apostólica Romana.
Após uma eleição histórica, torna-se no 266º Papa da Igreja, sendo o primeiro latino-americano e também o primeiro jesuíta.
 
 
 
 
 
Francisco I, vem disputar o consenso social
 
in: ARGENPRESS.info 14/Março/2013
 
A Igreja é parte do poder mundial, e não só do poder económico. A Igreja disputa historicamente o consenso da sociedade. É uma realidade a considerar em tempos de crise capitalista, considerada também uma crise de civilização uma vez que esta civilização contemporânea está ordenada pelo regime do capital, ou seja, pela exploração do homem pelo homem, pela depredação da Natureza.

Quando o sistema mundial era desafiado pelo avanço dos povos e pelo socialismo (como forma que tentava ser alternativa da ordem mundial) abriu-se caminho a teologia da libertação, em aberta confrontação com o poder institucional de uma Igreja retrógrada. Assim, a Igreja dos pobres mostrava-se a partir do Sul do mundo, mais precisamente da Nossa América. A Igreja oficial não podia negar este rumo que abria passagem entre os padres de base e permitiu um grande debate mundial no seio da Igreja.

Os rumos da ofensiva popular batiam à porta da instituição. A resposta contemporânea da instituição Igreja foi acompanhando a ofensiva capitalista para recuperar o poder do regime do capital. Essa ofensiva materializou-se nos anos 80 contra o socialismo e os povos, abrindo o caminho ao poder reaccionário dos Ratzinger e dos Bergoglio.

Há 40 anos o neoliberalismo foi ensaiado em nossos territórios com as ditaduras e o terrorismo de Estado, para a seguir estender-se por toda a orbe. A Igreja da Argentina, salvo honrosas e escassas excepções, acompanhou a ditadura genocida nesse parto neoliberal, ainda que agora fale contra a pobreza e a ética.

Um PAPA polaco chegou à Igreja para acompanhar o princípio do fim da experiência socialista, ainda que se discuta o próprio carácter daquela experiência. O capitalismo mundial necessitava do Leste da Europa. A Alemanha assim o entendeu. Os EUA também. Sem o Leste da Europa, já abandonado o projecto socialista original, o mundo deixou de ser bipolar e constituiu-se o rumo unipolar do capitalismo, transnacional e neoliberal.

O rumo unipolar está a ser desafiado pela mudança política na Nossa América e o ressurgir do socialismo, seja pela mão da revolução cubana ou pelos processos específicos que emergem em alguns países (Venezuela ou Bolívia), inclusive em variados movimentos políticos, sociais, intelectuais, culturais, na nossa região.

Com a morte de Chávez e milhões mobilizados para constituírem-se em sujeitos pelo cumprimento do legado revolucionário e socialista de Hugo Chávez, a Igreja lança à arena o símbolo de um chefe da Igreja nascido no Sul e compenetrado com o projecto do Norte.

O PAPA argentino, Francisco I, vem cumprir o projecto do poder mundial para disputar o consenso da sociedade, especialmente dos povos. Não só se trata de sustentar posições contrárias ao matrimónio igualitário, ou contra o aborto, amplamente difundidas pelo bispo Bergoglio, como de gestar uma consciência de disciplinamento para com a ordem contemporânea, reaccionária, de dominação transnacional.

Nossa América é hoje laboratório de mudança política. A Igreja instituição quer intervir neste processo – não para pressionar essas mudanças e sim para travá-las. A disputa é pelas consciências. É uma batalha de ideias, pela mudança, ou pelo retrocesso. Preocupa-os o efeito Chávez na região. Preocupa-os a sucessão política na Venezuela e a capacidade de estender o rumo socialista. Necessitam disputar o consenso.

Mas, apesar das tentativas institucionais para acompanhar a ofensiva do capital contra o trabalho, os trabalhadores e os sectores populares, incluída a igreja dos pobres, o movimento religioso popular, persiste na busca pela organização da sociedade do viver bem (Bolívia), do bom viver (Equador), do socialismo cubano, ou da luta pela emancipação social de grande parte da sociedade dos de baixo na Nossa América.

O PAPA Francisco I vem com a sua. Nós os povos devemos continuar nossa busca e experimentação em favor de uma nova sociedade, por outro mundo possível, esse que se constrói na luta contra a exploração, pela emancipação social, contra o capitalismo e o imperialismo, pelo socialismo.

11 março 2013

A dívida absurda ou a aberração da dívida

 
Por: Guilherme da Fonseca Statter
       em: Um outro Paradigma 04/03/2013
 
Somos alguns milhões – só em Portugal – a sermos esbulhados, por meio de impostos e contribuições cada vez mais exorbitantes, para pagarmos uma dívida pública "externa" que não contraímos. Alguns papagaios, comentadores e "economistas" de aviário dizem-nos também que "não há alternativa", temos mesmo que pagar ("eles emprestaram ou não emprestaram"?...).

Vamos por uns minutos imaginar que esta dívida pública (esta e as outras, dos outros páises todos...) é uma dívida legítima. Que até resulta de empréstimos feitos por entidades que tinham acumulado esses capitais financeiros com toda a legitimidade e, sobretudo, sem terem fugido ao pagamento dos impostos sobre os lucros ao longo de várias décadas. Mesmo assim, nessas hipotéticas circunstâncias de legitimidade, o que me parece mais aberrante (estupidamente aberrante...) é que isso, o pagamento da dívida (se por milagre alguma vez acontecesse...), não serve para nada...

Ou seja, aquele dinheiro todo "que nos vai sendo emprestado e que nós vamos pagando" não vai ter uma qualquer outra aplicação que não seja voltar a ser emprestado. Acumulando juros e "capital emprestado".

Quando muito na compra ("investimento" dizem eles...) de coisas que já existem...
Per secula seculorum... Se entretanto os povos não se revoltarem, claro...

Acontece que existe no sistema capitalista um característica muito peculiar e que eu designo por "esgotamento progressivo de oportunidades de investimento". Investimento lucrativo, claro. Não é difícil demonstrar a existência dessa característica, mas isso não cabe agora aqui. Em todo o caso essa demonstração está feita e disponível para quem estiver interessado.

Em consequência desse esgotamento progressivo das oportunidades de investimento, os donos e gestores de todo aquele capital financeiro procuram naturalmente aplicações alternativas. Vamos imaginar que na busca de aplicações financeiras rentáveis conseguem todos os seus objectivos; ou seja a obtenção de oportunidades de aplicação rentável em coisas ou actividades úteis e necessárias à sociedade e que sejam susceptíveis de "compra e venda" (os mercados, sempre os mercados....).

Como vão assinalando os observadores mais atentos, aquelas "coisas ou actividades úteis e necessárias à sociedade" que constituem aquelas oportunidades de investimento e que estão assim "à mão de semear", são a privatização de tudo e mais alguma coisa que compete a um Estado moderno, progressista e com um mínimo de preocupação por tudo quanto é social.

Vamos pois imaginar que eles conseguem privatizar todos os ensinos públicos e todos os serviços nacionais de saúde e que conseguem também privatizar toda a distribuição de água (um monopólio natural por execelência...). Acrescentemos a isso a privatização de portos e transportes (vias férreas e todo o tipo de estradas) e ainda (porque não, já agora...) a privatização da segurança interna e da Justiça.

Vamos então imaginar que com todas essas privatizações, e através da manipulação de preços, os donos do capital financeiro, conseguem obter taxas de lucro melhores do que as "meras" aplicações financeiras. Nessa altura, em vez de nos retirarem "poder de compra" por via dos impostos para "pagarmos a dívida", vão-nos retirar "poder de compra" por via dos preços – que teríamos que pagar – por aqueles serviços que antes eram prestados de modo tendencialmente gratuito pelo Estado.

E depois?...

Nesse cenário de pesadelo absurdo de onde viria o "poder de compra" necessário e suficiente para escoar a oferta daqueles serviços todos?...

É neste contexto que se coloca a questão da aberração do pagamento indefinido de uma dívida absurda. Se os senhores da "troika" e seus mandatários locais (aqui ou na Grécia, por exemplo) tivessem um pingo de bom senso, talvez fosse possível perguntar-lhes "o que vão fazer com o dinheiro dos pagamentos das dívidas públicas"...

Para onde vão todos esses fundos financeiros?... Para que servem?... Em que vão ser aplicados (ou "investidos")?

Muito provavelmente responderiam que "não temos nada a ver com isso", o dinheiro é deles (ou melhor dos seus patrões...) e eles, os patrões, é que têm que decidir o que querem fazer com os dinheiros que alguém fabricou, sendo que este "fabrico de dinheiro" resultou a partir de lucros empresariais minimanente legitimos (mas sobretudo engordados com o não pagamento de impostos) , ou a partir da fabricação de dinheiro ou capital fictício resultante da criação de empréstimos bancários virtuais...

Mas a resposta mais prosaica seria muito provavelmente a de que esses fundos financeiros todos serão de novo aplicados na compra de mais dívida pública...

É evidente que o Planeta está cheio de oportunidades para fazer coisas, úteis e necessárias; desde a regeneração do meio ambiente (o mar e as florestas...) até à renovação de estruturas físicas e desenvolvimento de novas tecnologias de fontes de energia e de aproveitamento "verde" das coisas da Natureza.

Só que isso, tudo isso, cai cada vez mais no âmbito da coisa pública...

Não constitui oportunidade de investimento que tenha o lucro como objectivo imediato.

Ou seja, o sistema parece ter entrado num beco sem saída.

Mas "saídas" há: o caos (e a barbárie...) ou o Socialismo.

06 março 2013

Segurança Social


Convém ler e reler para ficar a saber, pois isto é uma coisa que interessa a todos..... A insustentabilidade da Segurança Social.

A Segurança Social nasceu da fusão (nacionalização) de praticamente todas as caixas de previdência existentes, feita pelos governos depois do 25 de Abril de 1974.

As contribuições que entravam nessas caixas eram das empresas privadas (23,75%) e dos seus empregados (11%). Mas os governos não criaram rubricas específicas nos orçamentos de estado, para contemplar as necessidades da Segurança Social.

Optaram, isso sim, pelo permanente "assalto" àqueles fundos. Cabe aqui recordar que os governos de Salazar recorreram também a esses fundos várias vezes para equilibrar a balança de pagamentos anual.

Só que de outra forma: pedia emprestado à Segurança Social e sempre pagou à Segurança Social. É a diferença entre o ditador e os democratas!

Em 1996/97, o 1º Governo Guterres nomeou uma comissão, com vários especialistas, entre os quais os profs. Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o "Livro Branco da Segurança Social".

Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao montante que o Estado em 1996 já devia à Segurança Social, ex-caixas de previdência, pelos "saques" que foi fazendo desde 1975. Pois, esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 ( após 21 anos de saque) era já de 7.300 milhões de contos - na moeda de hoje, cerca de 36.500 milhões de euros!

De 1996 (mais 16 anos) até hoje, os governos continuaram a "sacar" dinheiro da Segurança Social sem a reembolsar, já lhe devendo, no total, cerca de 75 biliões de euros.

Faltará criar agora outra comissão para elaborar o "Livro Negro da Segurança Social", para, de entre outras rubricas, se apurar também o real montante actualizado daquela dívida, depois dos "saques" que continuaram até hoje.

Mais - desde 2005, o próprio Estado admite funcionários que descontam 11% para a segurança social e não para a CGA e ADSE.

Mas o Estado não desconta, como qualquer empresa privada 23,75% para a Segurança Social. Outra questão se pode colocar ainda:

Se desde 2005, os funcionários que o Estado admite, descontam para a segurança social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE?

Há poucos meses, um conhecido economista estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 75.000 milhões?!

Ou seja, pouco menos do que o empréstimo da troika!...

Ainda há dias um advogado, em portugal, dizia que isto vai parar ao tribunal europeu dos direitos do homem. (esperemos para ver)

Há já um grupo de juristas a movimentar-se nesse sentido.
Esta síntese é para que os mais jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!...

Falta falar da CGA dos funcionários públicos, assaltada por políticos sem escrúpulos que dela mamam reformas chorudas sem terem descontado para tal, e sem que o Estado tenha reposto os fundos do saque dos últimos 36 anos.

(Quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao Instituto Nacional de Estatística.)

Sabem que, na bancarrota do final do século xix que se seguiu ao ultimato inglês de 1890, foram tomadas algumas medidas de redução das despesas que ainda não vi, nesta conjuntura, e que passo a citar:

A casa real reduziu as suas despesas em 20%; não vi a presidência da república fazer algo de semelhante.

Os deputados ficaram sem vencimentos e tinham apenas direito a utilizar gratuitamente os transportes públicos do Estado (na época comboios e navios); também não vi ainda nada de semelhante na actual conjuntura nem nas anteriores do século xx.

Sem mais comentários...

Mas há mais:

Aqui vai a razão pela qual os países do norte da europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do sul.

Governo Português:

3 governos (continente e ilhas)
333 deputados (continente e ilhas)
308 câmaras
4259 freguesias
1770 vereadores
30.000 carros
40.000(?) fundações e associações
500 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos

Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados "per capita" equivalente à Alemanha, teria de reduzir o seu número em mais de 50%!!!

O povo português não tem capacidade para criar riqueza suficiente para alimentar esta corja...

É por estas e por outras que Portugal é o país da europa em que simultaneamente se verificam os salários mais altos a nível de gestores/administradores e o salário mínimo mais baixo para os habituais escravizados, a esmagadora maioria.

Acordai! estas, sim, é que são as gorduras que têm de ser eliminadas e não as de que o (des)governo fala!!

O relatório do FMI não contempla esta situação porquê? Será por desconhecimento?

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