Bom dia! Acabo de chegar ao blog, a convite do prezado Victor Simões, e é com prazer que passo a freqüentar este maravilhoso espaço.
Deixo aqui apenas um poema...
APENAS UM POEMA
Lílian Maial
Enquanto a noite em mim cavava
crateras nos olhos submersos,
nenhuma vã gota rolava
nas linhas do dia que eu meço.
Na cama do tempo, eu, deitada,
em dúbias linguagens, tu, imerso;
sou fera que, em mudez, urrava,
és poeta, nas rimas disperso.
Pois amo-te assim, como amava,
por este amor-luz me entregava.
Embora esquecendo o que peço,
Tu fazes amor com as palavras,
te deitas com as letras molhadas,
enquanto te enxugo, eu, teu verso.
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Olá,está lindo!
ResponderEliminarBenvinda!
Bem-vinda querida amiga
ResponderEliminarEmbelezar tal espaço
Agradeço tua chegada
Te dando um enorme abraço
Companheiro de estrada
A este espaço bem-vinda
Visita-me lá no recanto
Que aí, darei guarida
Mário Margaride "PIPAS"
Lílian, bem vinda a este espaço!
ResponderEliminarFiquei satisfeito, por verificar que mais gente conheçe o teu trabalho, é lindo este poema, como todos os que já tive oportunidade de ler, aqui fica o registo de um fã da tua escrita.
Obrigado, pela participação!
Adorei, Lílian. O seu soneto diz tudo. O amor pesa sempre mais para um lado, mas feliz de quem tem o maior peso, porque sofre e o sofrer mostra. Para quem sofre não há barreiras, há vida. Há saber. Há copreender. Este só está ao alcance de muito poucos.
ResponderEliminarObrigado, Lílian.
Escreva sempre. Cumprimentos.