Um dia, quando eu morrer, a terra vai abanar, é Deus do Céu a dizer, para ninguém a amparar; deixá-la morrer sem vida, pois, mais nada vai nascer, a terra já está perdida, é Deus do Céu a dizer
Um abraço, Relvas. Eu sou como as frustrações e os ânimos. Se estou como as primeiras, sai como tal. Se estou como os segundos, sai na mesma. Nem sempre para um lado, nem sempre para o outro. Um grande abraço, amigo.
Apela-se, aos comentadores, bom senso, educação e respeito, mesmo que os artigos suscitem raiva ou outro qualquer sentimento mais violento. O debate salutar de ideias e de opiniões, deve assentar nos três princípios referidos anteriormente, sob pena de os vossos comentários serem eliminados. Contudo, e por já terem decorrido por diversas vezes ataques a pessoas no seu bom nome, e ao blogue, entende-se que estes comentários sejam moderados, pelos autores. Atentamente, Carlos Rocha (Beezz) Moderador.
Caro David,que pensamento tão pesado...mas enfim, parece real!
ResponderEliminarUm abraço!
Um abraço, Relvas.
ResponderEliminarEu sou como as frustrações e os ânimos. Se estou como as primeiras, sai como tal. Se estou como os segundos, sai na mesma. Nem sempre para um lado, nem sempre para o outro.
Um grande abraço, amigo.