Quando a outra morreu,
Aquela que eu ajudei a matar;
Tu já estavas longe,
Mas, deixaste-me a falar,
Tão pouco, para quem tanto prometeu;
Trouxeste outros, como os da outra,
Hábeis, bons em deixar falar e a roubar,
Quando me lembro, que também fui culpado, eu,
Arrependo-me. Não por ter destruído aquela bruta louca,
Mas pela minha estupidez, de em ti acreditar.
Desde de que te dei o "PODER", tens anchido a pança a uns, poucos...
E dado a liberdade de sofrer a muitos, milhões...
Àqueles enche-los de tudo, de «cultura» e roubos...
Para estes, não tens nem tostôes...
Mas lembra-te! Também te hei-de destruir
E, quem sabe, matar,
Não será por muito tempo, que de mim te vais rir,
Porque eu vou começar alertar;
Ah, se eu tiver sorte e o povo me entender,
Vou-te derrubar, vais ver!
david santos: lágrimas escondidas
Lindo caro mestre David!
ResponderEliminarPor pouco pensaria que se refere à democracia...à revolução de Abril??
Um abraço
Mário Relvas
Meus Amigos, por falar em ABRIL lembrei-me deste pensamento poético. Deixo-o como mais uma lebrança de reflexão ou de recordação, (de que não precisam!) enquando, de acordo com a minha disponibilidade, vou lendo os posts dos nossos amigos... para depois comentar, com a acuidade precisa e de acordo com a minha consciencia humana e de cidadania.
ResponderEliminarAté Já!
ABRIL ANTIGO
Que recitar ou declamar,
Sobre Abril, sobre a história?
Que tenho p’ra vos contar,
Se Abril foi de glória!
Já tudo foi dito e escrito,
Do país é já memória.
Já tudo foi dito e escrito,
Tudo foi declamado:
Do que foi Abril, o grito,
Da arma G3 com cravo.
Faz parte da nossa história,
E na escola é ensinado.
Revolução pela liberdade,
Novo mundo nos foi dado.
Que tenho eu p’ra vos contar,
Se tudo já foi contado!
Falar dos militares de Abril,
Neste país tão mudado?
Falar dos nossos partidos
Que o têm ignorado?
Não!...
Abril são as nossas mãos,
Sempre dadas, sempre unidas.
É a amizade entre irmãos,
São as lutas conseguidas.
Abril é a nossa vontade,
É juventude e mocidade.
Abril é servir a terra
Que Abril aos filhos lega.
É de todos quantos dão,
Amor e fraternidade.
No lugar, terra, nação,
Ensinando a liberdade.
(Que o novo tempo já esqueceu!?)
José Faria
Eu não demoro!!... Até já!