Na minha jangada me deito
E lá me deixo levar
Na corrente sem corrente
Do rio que está a secar
Agora só resta lama
Da água que lá morou
Nas margens já não há arvores
Porque o tempo, as derrubou
Na minha jangada me deito
E lá me deixo levar
Pelo vento que vai soprando
Sempre sempre, sem parar
Na minha jangada me deito
Até onde, me levar...
Caro Mário Margaride,viva!
ResponderEliminarTinha visto uma poesia postado sua,há pouco ia para comentar e já lá não estava.Era bonita,como esta também o é!Caro amigo,falar do amor é bonito e necessário.Todos somos fruto de amor.Temos que o conservar.
Sobre este poema,amigo Margaride,realmente na vida fazemos a acama e nela nos deitamos.Mas não nos deixemos levar apenas e só ao sabor da vida sem demonstrarmos a nossa capacidade de reivindicar os nossos pensamentos.Lutemos pela dignidade e pela vida.Aqui lhe deixo esta mensagem amiga e com o símbolo que passo a usar no meu comments e profile.O Autismo Europa.
Cumprimentos
Mário relvas
Mário Margaride, um abraço.
ResponderEliminarBem concebido.
Na verdade quantos de nós deseja navegar em águas calmas, em barco, veleiro ou cruzeiro, e não sai de uma jangada à deriva em águas calmas, turvas ou de rápidos.
Não é facil navegar como queremos e desejamos, mas tentemos fazê-lo com mais qualidade e segurança.
Claro que para além da minha opinião, fui prepositadamente orientarme nas palavras do amigo MRelvas que diz:- "Mas não nos deixemos levar apenas e só ao sabor da vida sem demonstrarmos a nossa capacidade de reivindicar os nossos pensamentos".
Acho que tem que ser assim a nossa vida, a nossa luta pela sobrevivência com alguma qualidade.
Um abraço a ambos
José Faria