Nesta Nau que navegamos
Rumo a lugar, sombrio
Onde o sol se apagou
Em seu lugar, veio o frio
As mãos que pegam teu leme
Ouve navio, a verdade!
Te afundas cada vez mais
Neste mar de tempestade
Teremos que te despertar
Dar-te energia, e vigor
Pobre navio cinzento
Falta-te alegria e cor
Navegas em águas turvas
No meio do lamaçal
Não tens rumo, não tens rota
Para onde vais afinal?
Parabéns Mário Margaride. O poema está muito bem conseguido. Vamos lá rápidamente emprestar uma bússola aos homens que pegam o leme da Nau para que encontrem o sentido do Norte. Há que pô-la a navegar em águas límpidas e num mar de calmaria para que não chegue a naufragar.
ResponderEliminarUm abraço
MªSoledade Alves
Belo Mário margaride...que tal fazer o tema desta semana?
ResponderEliminarUm abraço
Mário
Já estou a pensar nisso, amigo Relvas!
ResponderEliminarAinda não está definido, mas...já tenho uma ideia. Talvez amanhã...ou depois já esteja postado.
Um abraço
Mário Margaride.