O Governo, apesar dos inúmeros assessores dos gabinetes ministeriais, ou talvez por isso, confessa que o orçamento para 2007, documento que era suposto ser rigoroso e sujeito a uma elaboração cuidadosa e a várias revisões, tem um «lapso». Um que já foi detectado, mas ninguém garante que não tenha outros no mesmo sentido deste. «Cesteiro que faz um cesto, faz um cento».
Imagine-se que os gabinetes gastaram com pessoal em 2006, €957.980 e no OE de 2007 constam só €1.027.340, isto é mais 6,1%. Um «lapso» chama-lhe o Governo. Mas porquê um lapso para mais? Porque não foi detectado pelos muitos assessores? Talvez a quantidade de assessores e de consultores e de contratos para estudos e pareceres vá aumentar a fim de o Governo se tornar mais eficiente e deixar de ter lapsos e evitar que ministros e secretários de Estado se «enganem» com tanta frequência, como no «fim da crise» e no «aumento do preço da electricidade».
Não podemos ser tão ingénuos para acreditar que se trate de um simples lapso (descuido, falta, erro). Lapso dos analistas e dos contribuintes em não detectarem este golpe, era a esperança dos governantes. Mas, desta vez, enganaram-se. Será desejável que se deixem de lançar poeira aos olhos dos desgraçados contribuintes que têm de suportar todos os aumentos dos seus encargos e reduções dos seus rendimentos, e tendo «de apertar o cinto repetidamente, numa verdadeira luta de anoréticos obsessivos.
Isto não é falar contra o Governo, como alegarão os seus defensores incondicionais, é falar de factos e das condições em que o bom povo se encontra desde há uns tantos meses.
Imagine-se que os gabinetes gastaram com pessoal em 2006, €957.980 e no OE de 2007 constam só €1.027.340, isto é mais 6,1%. Um «lapso» chama-lhe o Governo. Mas porquê um lapso para mais? Porque não foi detectado pelos muitos assessores? Talvez a quantidade de assessores e de consultores e de contratos para estudos e pareceres vá aumentar a fim de o Governo se tornar mais eficiente e deixar de ter lapsos e evitar que ministros e secretários de Estado se «enganem» com tanta frequência, como no «fim da crise» e no «aumento do preço da electricidade».
Não podemos ser tão ingénuos para acreditar que se trate de um simples lapso (descuido, falta, erro). Lapso dos analistas e dos contribuintes em não detectarem este golpe, era a esperança dos governantes. Mas, desta vez, enganaram-se. Será desejável que se deixem de lançar poeira aos olhos dos desgraçados contribuintes que têm de suportar todos os aumentos dos seus encargos e reduções dos seus rendimentos, e tendo «de apertar o cinto repetidamente, numa verdadeira luta de anoréticos obsessivos.
Isto não é falar contra o Governo, como alegarão os seus defensores incondicionais, é falar de factos e das condições em que o bom povo se encontra desde há uns tantos meses.
Viva Amigo A. João Soares.
ResponderEliminarÉ muito frustante para os portugueses estas merdices de lapsos ou escorregadelas deste calibre!
Sobretudo quando estão a levar no corpo, quero dizer: nos cortes de algibeira, na bolsa, nos cortes de sálários e nas garantias de assistência na saúde e na segurança social, para cujos sistemas contrubuiem dos seus salários sempre a encolher com o custo de vida a crescer.
Mas são lapsos! E sabe como é... numa empresa, um lapso destes dava direito a despedimento:
...Mas é o Governo, olhe(!)... que se governe enquanto os portugueses estão naquela: Vái, não vai!..
Um abraço amigo
José Faria
Caro A.João Soares,
ResponderEliminarhavia um homem em portugal já falecido que dizia:-Secretários de Estado?Para quê? Para perturbarem?! mais vale não ter secretários de estado...
Sá Carneiro,lembra-se,talvez por isso o "mataram",embora o destino fosse Amaro da Costa!
Um abraço
Mário relvas
Engraçado que o lapso não era para prejudicar os salários dos representantes do povo!!!Lápso? já ouvi chamar-lhe muita coisa agora lapso...não...
ResponderEliminarRui Tulik
Olha vem cá este tulik deitar achas na fogueira !!!! sinceramente tenham juizo... este blog vai de mal a pior!!!!1
ResponderEliminarNa verdade, o aperto do cinto, é só mesmo para os trabalhadores e as tais médias e estudos de qualidade de vida, pecam por excesso e talvez, porque quem faz estes estudos, não aprendeu convenientemente a trabalhar com estatística, ou então é engenheiro em métodos quantitativos e exercita a engenharia dos números, que serve o marketing político.
ResponderEliminarEste hipotético carvalho assíduo,não existe meu amigo João Soares...
ResponderEliminarSabe quando "ele"?! coloca aqui um post é visivel quem é...
Abraços
MR
Sou muito sincero estes comentários do senhor Carvalho merecem-me duas opiniões:
ResponderEliminar* Se está bem como está, e contente com este governo, optimo.
*Se não está ao menos deixe falar quem fale porque graças a Salgueiro Maia e outros seus companheiros hoje posso falr do que entender.
Cumprimentos Senhor Carvalho!