Rompo o silêncio que cala...
Nubloso
E cinzento,
Falo com a voz da esperança...
Da alegria,
Rasgo horizontes perdidos,
Adormecidos...
Rompo o marasmo,
Do compromisso
E da Inércia,
Abro portas e janelas,
Para que,
Uma nova aragem,
Entre
E refresque,
Numa casa...
Onde o cheiro, o bolôr
E a melancolia
Há muito...
Se instalou;
Vou abrir...
Portas e janelas
Para a claridade
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De Mário Margaride
david santos: então Mário!!!???
Obrigado amigo David. Por ter ido buscar meu este poema, que ilustra de uma maneira inequívoca, e neblusidade que páira no ar. É Preciso que escancaremos as portas, para entrar ar puro, e para que o nevoeiro se dissipe, para dar lugar à luz e claridade.
ResponderEliminarUm abraço Mário.