04 outubro 2006

VOU ABRIR...PORTAS E JANELAS

Rompo o silêncio que cala...
Nubloso
E cinzento,
Falo com a voz da esperança...
Da alegria,
Rasgo horizontes perdidos,
Adormecidos...
Rompo o marasmo,
Do compromisso
E da Inércia,
Abro portas e janelas,
Para que,
Uma nova aragem,
Entre
E refresque,
Numa casa...
Onde o cheiro, o bolôr
E a melancolia
Há muito...
Se instalou;
Vou abrir...
Portas e janelas
Para a claridade
Entrar

De Mário Margaride

david santos: então Mário!!!???

1 comentário:

  1. Obrigado amigo David. Por ter ido buscar meu este poema, que ilustra de uma maneira inequívoca, e neblusidade que páira no ar. É Preciso que escancaremos as portas, para entrar ar puro, e para que o nevoeiro se dissipe, para dar lugar à luz e claridade.
    Um abraço Mário.

    ResponderEliminar

Apela-se, aos comentadores, bom senso, educação e respeito, mesmo que os artigos suscitem raiva ou outro qualquer sentimento mais violento. O debate salutar de ideias e de opiniões, deve assentar nos três princípios referidos anteriormente, sob pena de os vossos comentários serem eliminados. Contudo, e por já terem decorrido por diversas vezes ataques a pessoas no seu bom nome, e ao blogue, entende-se que estes comentários sejam moderados, pelos autores.
Atentamente, Carlos Rocha (Beezz) Moderador.