28 novembro 2006

O AMANHÃ

Olho à minha volta, e passo tranquilamente o olhar
Circundando o espaço, em que me encontro
Olhando em todas as direcções
Vejo…semblantes carregados, tristes…
Interrogo-me, que se passará?
Porquê estes semblantes?
Velhos, novos, de todas as idades, o semblante é o mesmo
Que lhes terá acontecido!
Porque estão tão cabisbaixos?
Continuo a olhar à minha volta
E então começo a compreender
Aquelas expressões de desalento, de desânimo…
Estão assustados!
Diria mesmo…aterrorizados, com o amanhã...
Não sabem sequer, se têm amanhã!
Ninguém o conhece, é algo estranho, cinzento, desconhecido…
Depois de observar, aquelas expressões
Aqueles semblantes assustados, disse-lhes!
Meus amigos!
O amanhã…o nosso amanhã, está nas nossas mãos!
Temos que ser nós hoje, a construí-lo
Não fiquem assustados, aterrorizados, com o amanhã
Ele não se constrói sozinho!
Temos que ser nós, todos nós!
A pegar nele, nas nossas mãos
E temos que começar já, a construí-lo
Ninguém mais o pode fazer!
De repente…!
Aquelas expressões, de inquietação, de insegurança, de medo…
Se modificaram!
Começando ali mesmo, de imediato…
A construir, o amanhã...

1 comentário:

  1. Mário, é preciso mesmo muita força e coragem, nostempos que correm.
    A falta de estímulos, leva à descrença e ao descrédito.

    Um abraço.

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