Amigo beezz,acho que se o Tio Alberto João fosse do PBX-Partido Berdadeiramente Xuxialista isto não estaria a acontecer!
Eu sou a favor de contas reais e de acordo com a situação económica do Páis...mas há-os bem piores que ninguém fala...só na Madeira.Os madeirenses não podem ser do PSD?Ou da FLM-Frente de Libertação da Madeira?Portugal está desunido,casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão! Esta é a verdade! Ainda querem mais tachos-Regiões...
Pois o trroglodita da Madeira, quando o dinheiro lhe falta é capaz de tudo.Agora porventura nem sequer lhe repugnaria aliar com os "mouros e "comunas" do "contenente", Só que no "contenente" já todos os topam.
É verdade beezz! Se há crise, é para todos! Ou o "tio Alberto"...! Pensa que é mais do que os outros! Ou há crise...ou não há! Se não gosta! Que se torne independente! Um abraço Mário Margaride
Quando se avalia um comentário do "Amigo Alberto João" é preciso ter-se em conta se foi antes ou depois de uma bela refeição:-)é que um Malvazia prega partidas!!! Só espero que estes discursos não sejam traduzidos para o estrangeiro, pois já temos muito que nos envergonhe. Parabéns Beezz
Tenho pena que não percebam o que o Alberto João anda a dizer. Gostava imenso que o estado fizesse a muitos reformados que por aí andam o mesmo que fizeram à RAM. Porque fazerem poupanças à custa de quem inquestionavelmente não aplica as verbas do Orçamento em proveito particular merecia de todos nós uma reacção! É fantástico que se questione que um político como o Alberto João defenda os interesses dos seus eleitores e procure "sacar" para eles o máximo do OE. Imaginem o que aconteceria se ele o embolsasse ou depauperasse como, com desfassatez e impunidade se faz aqui no "contenente"! Eu ouvi a entrevista e escutei-o dizer que aceitaria a redução... no final do mandato. Que, em nome do interesse e do esforço nacional de contenção orçamental, que aceitaria a redução agora para a RAM... mas como compreender que a "poupança" feita à custa da RAM seja inferior ao aumento de transferências para a RAA?!? Ou que o esforço de contenção orçamental se faça à custa da redução de despesas de investimento... mas com aumento das despesas com salários e prebendas?!? Nunca fui fã do Alberto João. Admito que tenha alguma razão, mas entendo que deveria haver "modéstia" nalguns dos seus comportamentos públicos. Mas não o tenho por desonesto ou corrupto. E posso testemunhar que o dinheiro das transferências do OE para o ORM são geralmente bem aplicados. Que o nível de vida dos madeirenses melhorou significativamente. E que tudo isso resultou da aplicação criteirosa (creio eu) de menos de 0,5% dos impostos cobrados em todo o Portugal, beneficiando quase 5% de portugueses. Se for preciso, até aturo as más-educações recorrentes do Sócrates e até estou disponível para o aplaudir quando desfilar no Carnaval de Sines! Mas que tenha a mesma eficácia a governar...
Eu também assisti à Grande Entrvista amigo Maurício.Estou farto de dizer que se os deputados eleitos e os órgãos autárquicos do continente fizessem como ele...defender os interesses de quem o elegeu. Eu comecei por dizer que o Alberto João fosse do PS isto não aconteceria...Pois aqui é que bate o ponto!
Quem acompanha a Madeira vê desenvolvimento e é inquestionável que não se pode alterar as regras do jogo a meio do mesmo!Ele concordou efectivamente que fossem feitas correcções de modo razoável e que no próximo mandato aí sim,entrasse em vigor tudo e mais alguma coisa!
Os Açores?Outra peso,duas medidas!Qual é o crescimento dos Açores comparativamente à Madeira?...
Acho piada é que o Alberto João Jardim deu dados e números que não foram contraditos por ninguém.Afinal quem gasta mais o continente ou a Madeira?Isso é que os amigos devem ver e falar!
O GOVERNO GASTA MAIS;MUITO MAIS SEM qualquer resultado!
A PROPÓSITO QUE TAL CONTRATAR MAIS 155 ACESSORES?DE PREFERÊNCIA DO PBX AVENÇADO!
ISTO É RIDÍCULO.PORQUE ACREDITAM NO ESTADO QUE VOS RETIRA TUDO?
Na verdade parece-me mais um jardim muito mal tratado por conveniência própria, e muito mal preparado e ainda por cima é muito desagrádável vê-lo e ouvilo. Bem que até poderia ser aceitável se não estivesse tão carregado de erva daninha, mato e silvado. Como aspecto não serve de exemplo a nenhum da sua classe de eleitos; os ventos sonoros que lhes saiem por entre as entranhas da erva daninha e mato interior são de revolta e insulto, provocador e quase sempre desadequado. Não se pode falar em Democracia enquanto tivermos assim jardins a que poucos se atrevem a limpá-lo da erva daninha, do mato e silvado onde se contorce, se arranha e se pica... e se fica a rir! ... Mas é claro que tmbém os há bem limpinhos e bem tratadinhos que nos andam a comer pelo sonelo...
Uma das mais graves dificuldades da Democracia está na definição do modelo que os eleitores escolhem para governante ou representante. No advento do movimento constitucionalista a questão estava mais ou menos resolvida: estava limitado o universo daqueles que tinham acesso ao direito de voto e o modelo pretendido de eleito era sempre o da classe dominante. No início da "proletarização" do direito de voto esse modeo manteve-se, pois até os candidatos dos partidos da esquerda operária (vidé o caso do Partido Trabalhista britânico) eram recrutados entre as elites dirigentes. O mesmo se diga dos partidos comunistas. O modelo estava sempre entre as classes letradas e educadas. Porém, com o final da WWII pela universalização do ensino e pelo aumento da possibilidade de obtenção de graus elevados por sujeitos provenientes de classes menos favorecidas, aliado à verdadeira universalização do direito de voto, permite que acedem à candidatura a eleição também aqueles que não preenchem aquele modelo e que apresentam como vantagem a sua semelhança de estórias, carácter, práticas e princípios com essa massa que emerge no mercado eleitoral. O sucesso destes candidatos é tal que se tornam o novo modelo. Porém, nunca foi assumida essa opção: os eleitores querem alguém dos seus... mas preferem que esconda essas "vergonhas": os eleitores no silêncio da urna e na segurança do anonimato preferem os demagogos... mas publicamente renega-os. Alberto João é um desses. Contudo, olhando à linguagem e à postura, as semelhanças com o "Prof Anacleto" e a sua banda são mais que muitas. E, no entanto, não deixo de notar que, apesar de tudo, aquele teve menos votos do que este... e que o universo eleitoral do Anacleto é um auto-presumido grupo de intelectuais. Que o "lupem" madeirense aparentemente idolatre o Alberto João... dê-se-lhe o desconto. Ao invés, como podemos compreender e explicar que alguma juventude das universidades ou recém-licenciada siga as balelas demagógicas, agressivas e trauliteiras dos Profs. Anacleto, Rosas e "mano Portas" (isto para não referir esse modelo de ponderação e lucidez que é a Aninha)?
Porém, não percebo que se diga que é um jardim mal preparado: em 1976 (aquando da autonomia), olhando todos os indicadores económicos, sociais e de qualidade de vida, a Madeira era - dos pedaços que restaram de Portugal - o mais atrasado. Hoje é equivalente a Lisboa. Dir-se-à que beneficiou das transferências do OE. Descontados a relevância percentual desse valor (desafio os autores e comentadores a dizerem-me quanto é o valor médio dessas transferências), o interessante é que não se pode negar a obra.
(lá estou eu a ser forçado a, por referir a verdade, a dizer bem de alguém que, manifestamente, não é - para um Conservador como sou - um modelo)
Que é desagradável vê-lo e ouvi-lo é um facto. Principalmente quando não vemos nos políticos do continente o "desapego apaixonado" e persistente de defesa dos interesses dos seus eleitores e das suas terras. Será que o desagradável está só no estilo... ou também na nossa "dorzinha-de-cotovelo" porque queríamos governantes assim... ainda que com mais polimento? Não consigo perceber o conceito de Democracia quando nos referimos ao nossos adversários como «jardins a que poucos se atrevem a limpá-lo da erva daninha, do mato e silvado onde se contorce, se arranha e se pica...»!?! Urge que percebamos que há uma clivagem moral entre as democracias e as não democracias. Mas que, em Democracia, jamais se pode usar a linguagem do nós somos bacteriológica e eticamente limpos... os adversários são «erva daninha»! E muito menos que só quando os nossos estão no governo é que há democracia! Ora bolas!!!
Só mais um pequeno comentário: apesar de ser um fã dos "Gato Fedorento" não consigo entrever como é que se faz um post com uma engraçada (e permissível) manipulação das respostas a uma entrevista e se titula (e se fazem comentários) que nada têm a ver nem com a "graçola" e muito menos discutem (desmentindo de preferência) o que, na entrevista verdadeira, foi dito pelo Alberto João. Esse sim é que seria um post interessante: aquele que desmontasse os números e os factos do governo da Madeira desde 1976. Isso sim é que era serviço público... e de qualidade!
OLÁ AMIGO JOÃO TITTA MAURÍCIO. Tudo Bem. Realmente tem razão, é prciso ter vagar e tempo (e paciência!) para ouvir os descursos atropelados, de linguagem inadequada e ofensiva, para, para se poder apresentar um trabalho útil, uma análise correcta da vida, obra e ditos do João. Sobretudo é preciso muita calma e paciência. É que por vezes parece que vai mandar prender tudo e todos. Quanto a Democracia, entendo-a como primeiro príncipio, a educação e o respeito por todos os cidadãos, adversários ou não. E obras quem as faz ~são os técnicos, engenheiros,... operários, e é claro... o dinheiro, muito dinheiro. E com muito dinheiro qualquer um faz as obras que lhe apetecer, até o João Titta ou o Faria se o tivesse. Mas me desculpe, por não poder ser mais útil, é que o homem fala, berra, está sempre encomodado... e isso incomóda-me, não o posso ouvir e mudo de canal. Logo não posso fazer grande juizo de valor(nem quero!)sobre o que ele diz. Não somos todos iguais nem todos temos o mesmo estomago ou paciência....Paciência!
Em relação á entrevista, eu só não postei aqui a real, porque, a meu ver sera deveras maçadora, e coloquei esta manipulação, sim porque entendi ser uma lufada de ar fresco, e mais, para dizer "Aqui uns bastardos na comunicação social do cntenente, eu digo bastardos para não ter que lhes chamar filhos da P****...", não valeria a pena.
Eu Fazia com o diz um amigo meu, "...á Madeira, Tirava-lhe a Rolha, a gravidade fazia o resto..."
Meu Caro, Substitua "maçadora" por manipulada e mesmo assim ter-se-ia de ver se ainda sobrava alguma razão. E, já agora, como serviço público À Nação, rebata os números e os dados tão "maçadoramente" apresentados por ele e não embarque no "coro de silêncio" que se abateu sobre os avençados comentaristas e paineleiros deste país!
Apela-se, aos comentadores, bom senso, educação e respeito, mesmo que os artigos suscitem raiva ou outro qualquer sentimento mais violento. O debate salutar de ideias e de opiniões, deve assentar nos três princípios referidos anteriormente, sob pena de os vossos comentários serem eliminados. Contudo, e por já terem decorrido por diversas vezes ataques a pessoas no seu bom nome, e ao blogue, entende-se que estes comentários sejam moderados, pelos autores. Atentamente, Carlos Rocha (Beezz) Moderador.
Amigo beezz,acho que se o Tio Alberto João fosse do PBX-Partido Berdadeiramente Xuxialista isto não estaria a acontecer!
ResponderEliminarEu sou a favor de contas reais e de acordo com a situação económica do Páis...mas há-os bem piores que ninguém fala...só na Madeira.Os madeirenses não podem ser do PSD?Ou da FLM-Frente de Libertação da Madeira?Portugal está desunido,casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão!
Esta é a verdade!
Ainda querem mais tachos-Regiões...
Abraços
MR
Pois o trroglodita da Madeira, quando o dinheiro lhe falta é capaz de tudo.Agora porventura nem sequer lhe repugnaria aliar com os "mouros e "comunas" do "contenente", Só que no "contenente" já todos os topam.
ResponderEliminarBelo blogue este. Com muita "naice"
É verdade beezz! Se há crise, é para todos! Ou o "tio Alberto"...! Pensa que é mais do que os outros!
ResponderEliminarOu há crise...ou não há!
Se não gosta! Que se torne independente!
Um abraço
Mário Margaride
Quando se avalia um comentário do "Amigo Alberto João" é preciso ter-se em conta se foi antes ou depois de uma bela refeição:-)é que um Malvazia prega partidas!!! Só espero que estes discursos não sejam traduzidos para o estrangeiro, pois já temos muito que nos envergonhe. Parabéns Beezz
ResponderEliminarUm abraço:MªSoledade Alves
Tenho pena que não percebam o que o Alberto João anda a dizer. Gostava imenso que o estado fizesse a muitos reformados que por aí andam o mesmo que fizeram à RAM. Porque fazerem poupanças à custa de quem inquestionavelmente não aplica as verbas do Orçamento em proveito particular merecia de todos nós uma reacção! É fantástico que se questione que um político como o Alberto João defenda os interesses dos seus eleitores e procure "sacar" para eles o máximo do OE. Imaginem o que aconteceria se ele o embolsasse ou depauperasse como, com desfassatez e impunidade se faz aqui no "contenente"!
ResponderEliminarEu ouvi a entrevista e escutei-o dizer que aceitaria a redução... no final do mandato. Que, em nome do interesse e do esforço nacional de contenção orçamental, que aceitaria a redução agora para a RAM... mas como compreender que a "poupança" feita à custa da RAM seja inferior ao aumento de transferências para a RAA?!? Ou que o esforço de contenção orçamental se faça à custa da redução de despesas de investimento... mas com aumento das despesas com salários e prebendas?!?
Nunca fui fã do Alberto João. Admito que tenha alguma razão, mas entendo que deveria haver "modéstia" nalguns dos seus comportamentos públicos. Mas não o tenho por desonesto ou corrupto. E posso testemunhar que o dinheiro das transferências do OE para o ORM são geralmente bem aplicados. Que o nível de vida dos madeirenses melhorou significativamente. E que tudo isso resultou da aplicação criteirosa (creio eu) de menos de 0,5% dos impostos cobrados em todo o Portugal, beneficiando quase 5% de portugueses.
Se for preciso, até aturo as más-educações recorrentes do Sócrates e até estou disponível para o aplaudir quando desfilar no Carnaval de Sines! Mas que tenha a mesma eficácia a governar...
Abraço
Eu também assisti à Grande Entrvista amigo Maurício.Estou farto de dizer que se os deputados eleitos e os órgãos autárquicos do continente fizessem como ele...defender os interesses de quem o elegeu.
ResponderEliminarEu comecei por dizer que o Alberto João fosse do PS isto não aconteceria...Pois aqui é que bate o ponto!
Quem acompanha a Madeira vê desenvolvimento e é inquestionável que não se pode alterar as regras do jogo a meio do mesmo!Ele concordou efectivamente que fossem feitas correcções de modo razoável e que no próximo mandato aí sim,entrasse em vigor tudo e mais alguma coisa!
Os Açores?Outra peso,duas medidas!Qual é o crescimento dos Açores comparativamente à Madeira?...
Acho piada é que o Alberto João Jardim deu dados e números que não foram contraditos por ninguém.Afinal quem gasta mais o continente ou a Madeira?Isso é que os amigos devem ver e falar!
O GOVERNO GASTA MAIS;MUITO MAIS SEM qualquer resultado!
A PROPÓSITO QUE TAL CONTRATAR MAIS 155 ACESSORES?DE PREFERÊNCIA DO PBX AVENÇADO!
ISTO É RIDÍCULO.PORQUE ACREDITAM NO ESTADO QUE VOS RETIRA TUDO?
MASOQUISMO?
Um abraço para todos
Mário Relvas
Na verdade parece-me mais um jardim muito mal tratado por conveniência própria, e muito mal preparado e ainda por cima é muito desagrádável vê-lo e ouvilo.
ResponderEliminarBem que até poderia ser aceitável se não estivesse tão carregado de erva daninha, mato e silvado.
Como aspecto não serve de exemplo a nenhum da sua classe de eleitos; os ventos sonoros que lhes saiem por entre as entranhas da erva daninha e mato interior são de revolta e insulto, provocador e quase sempre desadequado.
Não se pode falar em Democracia enquanto tivermos assim jardins a que poucos se atrevem a limpá-lo da erva daninha, do mato e silvado onde se contorce, se arranha e se pica... e se fica a rir!
... Mas é claro que tmbém os há bem limpinhos e bem tratadinhos que nos andam a comer pelo sonelo...
José Faria
Uma das mais graves dificuldades da Democracia está na definição do modelo que os eleitores escolhem para governante ou representante. No advento do movimento constitucionalista a questão estava mais ou menos resolvida: estava limitado o universo daqueles que tinham acesso ao direito de voto e o modelo pretendido de eleito era sempre o da classe dominante. No início da "proletarização" do direito de voto esse modeo manteve-se, pois até os candidatos dos partidos da esquerda operária (vidé o caso do Partido Trabalhista britânico) eram recrutados entre as elites dirigentes. O mesmo se diga dos partidos comunistas. O modelo estava sempre entre as classes letradas e educadas.
ResponderEliminarPorém, com o final da WWII pela universalização do ensino e pelo aumento da possibilidade de obtenção de graus elevados por sujeitos provenientes de classes menos favorecidas, aliado à verdadeira universalização do direito de voto, permite que acedem à candidatura a eleição também aqueles que não preenchem aquele modelo e que apresentam como vantagem a sua semelhança de estórias, carácter, práticas e princípios com essa massa que emerge no mercado eleitoral. O sucesso destes candidatos é tal que se tornam o novo modelo.
Porém, nunca foi assumida essa opção: os eleitores querem alguém dos seus... mas preferem que esconda essas "vergonhas": os eleitores no silêncio da urna e na segurança do anonimato preferem os demagogos... mas publicamente renega-os.
Alberto João é um desses. Contudo, olhando à linguagem e à postura, as semelhanças com o "Prof Anacleto" e a sua banda são mais que muitas. E, no entanto, não deixo de notar que, apesar de tudo, aquele teve menos votos do que este... e que o universo eleitoral do Anacleto é um auto-presumido grupo de intelectuais. Que o "lupem" madeirense aparentemente idolatre o Alberto João... dê-se-lhe o desconto. Ao invés, como podemos compreender e explicar que alguma juventude das universidades ou recém-licenciada siga as balelas demagógicas, agressivas e trauliteiras dos Profs. Anacleto, Rosas e "mano Portas" (isto para não referir esse modelo de ponderação e lucidez que é a Aninha)?
Porém, não percebo que se diga que é um jardim mal preparado: em 1976 (aquando da autonomia), olhando todos os indicadores económicos, sociais e de qualidade de vida, a Madeira era - dos pedaços que restaram de Portugal - o mais atrasado. Hoje é equivalente a Lisboa. Dir-se-à que beneficiou das transferências do OE. Descontados a relevância percentual desse valor (desafio os autores e comentadores a dizerem-me quanto é o valor médio dessas transferências), o interessante é que não se pode negar a obra.
(lá estou eu a ser forçado a, por referir a verdade, a dizer bem de alguém que, manifestamente, não é - para um Conservador como sou - um modelo)
Que é desagradável vê-lo e ouvi-lo é um facto. Principalmente quando não vemos nos políticos do continente o "desapego apaixonado" e persistente de defesa dos interesses dos seus eleitores e das suas terras. Será que o desagradável está só no estilo... ou também na nossa "dorzinha-de-cotovelo" porque queríamos governantes assim... ainda que com mais polimento?
Não consigo perceber o conceito de Democracia quando nos referimos ao nossos adversários como «jardins a que poucos se atrevem a limpá-lo da erva daninha, do mato e silvado onde se contorce, se arranha e se pica...»!?! Urge que percebamos que há uma clivagem moral entre as democracias e as não democracias. Mas que, em Democracia, jamais se pode usar a linguagem do nós somos bacteriológica e eticamente limpos... os adversários são «erva daninha»! E muito menos que só quando os nossos estão no governo é que há democracia! Ora bolas!!!
Só mais um pequeno comentário: apesar de ser um fã dos "Gato Fedorento" não consigo entrever como é que se faz um post com uma engraçada (e permissível) manipulação das respostas a uma entrevista e se titula (e se fazem comentários) que nada têm a ver nem com a "graçola" e muito menos discutem (desmentindo de preferência) o que, na entrevista verdadeira, foi dito pelo Alberto João. Esse sim é que seria um post interessante: aquele que desmontasse os números e os factos do governo da Madeira desde 1976. Isso sim é que era serviço público... e de qualidade!
ResponderEliminarOLÁ AMIGO JOÃO TITTA MAURÍCIO.
ResponderEliminarTudo Bem.
Realmente tem razão, é prciso ter vagar e tempo (e paciência!) para ouvir os descursos atropelados, de linguagem inadequada e ofensiva, para, para se poder apresentar um trabalho útil, uma análise correcta da vida, obra e ditos do João. Sobretudo é preciso muita calma e paciência. É que por vezes parece que vai mandar prender tudo e todos.
Quanto a Democracia, entendo-a como primeiro príncipio, a educação e o respeito por todos os cidadãos, adversários ou não.
E obras quem as faz ~são os técnicos, engenheiros,... operários, e é claro... o dinheiro, muito dinheiro.
E com muito dinheiro qualquer um faz as obras que lhe apetecer, até o João Titta ou o Faria se o tivesse.
Mas me desculpe, por não poder ser mais útil, é que o homem fala, berra, está sempre encomodado... e isso incomóda-me, não o posso ouvir e mudo de canal. Logo não posso fazer grande juizo de valor(nem quero!)sobre o que ele diz.
Não somos todos iguais nem todos temos o mesmo estomago ou paciência....Paciência!
Um abraço Amigo
João Titta
José Faria
Em relação á entrevista, eu só não postei aqui a real, porque, a meu ver sera deveras maçadora, e coloquei esta manipulação, sim porque entendi ser uma lufada de ar fresco, e mais, para dizer "Aqui uns bastardos na comunicação social do cntenente, eu digo bastardos para não ter que lhes chamar filhos da P****...", não valeria a pena.
ResponderEliminarEu Fazia com o diz um amigo meu, "...á Madeira, Tirava-lhe a Rolha, a gravidade fazia o resto..."
Abraços
Do Beezz
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
ResponderEliminarMeu Caro,
ResponderEliminarSubstitua "maçadora" por manipulada e mesmo assim ter-se-ia de ver se ainda sobrava alguma razão.
E, já agora, como serviço público À Nação, rebata os números e os dados tão "maçadoramente" apresentados por ele e não embarque no "coro de silêncio" que se abateu sobre os avençados comentaristas e paineleiros deste país!
Abraço,