Exercer a cidadania, pode ser considerado hoje em dia, uma espécie de aventura, ou acto de coragem.Tal é o perigo de fazer sentir a nossa indignação, perante algumas pessoas que cometem autênticos atentados, à nossa liberdade de circulação.
Passo a explicar porquê.
É que, todos os dias somos confrontados com autênticos atropelos, aos nossos direitos enquanto cidadãos, e peões.
Como por exemplo: os estacionamentos selvagens!
É carros em cima dos passeios, nas paragens dos autocarros, em segunda, e muitas vezes, em terceiras filas, que não respeitam o sinal verde para peões, etc, etc.
E quando chamamos a atenção dessas irregularidades.
Somos quase sempre, insultados, e nalguns casos...quase agredidos!
É que dá sensação... que temos de ver, ouvir e calar!...
Estou a referir o caso dos estacionamentos, por ser uma situação gritante, de atropelo, e de falta de respeito e civismo!
Por uma boa parte, dos automobilistas, em relação aos restantes cidadãos.
Muitas vezes, temos que andar pelo meio da rua, porque os automóveis, ocupam literalmente os passeios.
É um autêntico desrespeito pelos direitos dos outros cidadãos, por parte desses energúmenos.
Este comportamento de muitos automobilistas, e não são poucos!
É o reflexo, do enorme volume de acidentes nas estradas portuguesas.
Onde ninguém respeita ninguém. É o salve-se quer puder!
Depois admiram-se, de haver tantas mortes nas estradas portuguesas.
Às vezes dá a sensação, que muitos destes automobilistas!
Devem ter tirado a carta de condução, ou pelo telefone, ou pela Internet!
Tal é a burrice, que fazem na estrada.
São mesmo uma cambada de energúmenos!
Educação,civismo,formação!?
ResponderEliminarOnde estão?
cumprimentos amigo Margaride!
Mário Relvas
Andam muitos nas estradas, mas os brindes eram no "JUÁ"!
ResponderEliminarA falta de civismo, circula por todo o lado, mas nas estradas portuguesas, na verdade, vemos automobilistas, que se esquecem que também são peões. Julgam estes senhores, que condutor bom, é o que prevarica e escapa à polícia... e quanto a estacionamentos, não entram com o carro dentro do supermercado, das lojas ou até no cinema, porque não podem.
Caros Amigos, somos uma socieddade de energúmnos como diz M Margaride, de bestas selvagens indomáveis.
ResponderEliminarO estacionamento nos pssseios é um atentado gritante aos direitos dos peões, afectando principalmente os deficientes em cadeiras de rodas e as pessoas que empurram carrinhos de bebé, que por vezes têm de recuar no passeio procurando um intervlo para sairem para a faixa de rodagem e por ela transitarem em longas distâncias. correndo grave risco de atroplamento.
As autoridades não tên sensibilidade para este facto, como explicarei em post.
Mas autoridades dão sempre maus exemplos: caso do juiz que ia do Algarve para Lisboa a mais de 200Km/h e o ministro que ia de Lisbo para o Norte a 212 Km/h, além de um deputado que foi detectado várias vezes com exceso de velocidade, no bom estilo de adolescente com carência de afirmação. São estes e outros os homens «exemplares» deste miserável povo.
Sugiro uma visita a quatro posts sobre segurança rodoviária no Do Mirante.
Abraçoa
João
O problema não está em quem conduz nas estradas. Tomar um sintoma pela doença é falta de visão.
ResponderEliminarTal como se diz nos países civilizados, "Nas estradas se vê o civismo dum povo", é apenas um sintoma ou demonstração da baixeza a que toda (ou quase toda) a população chegou, dirigida por uma oligarquia de corruptos malvados que eles próprios dão o exemplo a seguir e em que a impunidade se generalizou, assim como a irresponsabilidade (que nunca é deles, mas de ninguém ou quase sempre dos outros). E para que tudo assim passe e continuem a aproveitar-se da situação que criaram, esforçam-se por fazer crer à população que tem razões para se orgulhar desse estado de coisas, fazem dos escoiceadores de bolas heróis nacionais e ainda dizem que os portugueses têm uma deficiência em auto-estima.
Isto não resume todas as causas nem todos os problemas existentes, apenas foca os principais. Que mais se pode esperar duma situação assim implantada e imposta. As raízes estão nisto, na educação por pais incapazes de o fazer, na corrupção descarada e contínua, etc. Mas estão, sobretudo na desinformação de jornaleiros em aberto conluio com os corruptos, que além de os encobrir nem toca em assuntos que expliquem como se comportam os políticos e os povos de países civilizados e democráticos, tentando convencer todos que em Portugal se vive em democracia, mantendo assim um véu negro sobre os conhecimentos gerais para que o povo, que devia ser soberano, não tenha vontade de exigir que os políticos e a justiça lhe prestem contas. Fizeram dos portugueses um povo embrutecido incapaz de lutar por sair do buraco para onde o atiraram. Verdadeiro paraíso de corruptos, parasitas, canalhas e traidores.