26 fevereiro 2007

SAÚDE. PODER APARENTE, RUINA IMINENTE

O ministro prepotente, reputado competente, mas insensível às necessidades da população doente argumentava ser preciso as pessoas compreenderem as reformas propostas, após a douta análise da Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação de Urgências (CTAPRU), cujo relatório estranhamente, parece ter um erro por ter havido de troca dos pés pelas mãos, o que em assunto da Saúde parece muito grave!

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3 comentários:

  1. Caro João Soares,
    se calhar quer dizer CATRAPUM e lá se vai o país...pelo menos o SNS já era...!

    Um abraço
    MR

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  2. Bem, julgo que as últimas palavras do ministro perante a imprensa, demontram claramente um retroceder, da senda! E porquê, porque o povo, veio para a rua!
    O senhor ministro, aliás como todos os outros, não sabem o que os portugueses passam, pela assistência médica!
    Agora, que o objectivo é aniquiliar o SNS, não tenhamos dúvidas, ou sua excelência o sr. Ministro da Saúde, Dr. Correia de Campos, é um inocente e tem sido enganado, pelos estudos da comissão de peritos, ou segue as directrizes partidárias. Em última instância, quem preciona quem, no sentido de privatizar o SNS de modo a que se crie, mais uma área de negócio para os interesses privados!
    Portugal, não pode de maneira nenhuma abandonar o Estado Social,nem regulador do mercado, sob pena de qualquer dia, nada nos pertencer e estarmos completamente na mão dos grandes financeiros.
    Portugal, tem estado à venda e a saque!
    E uma nova forma de escravatura nasce, na exploração selvagem do homem pelo homem.
    A cegueira do grande capital, não quer saber dos Zés e Maneis deste país. Querem é mais e mais lucro!

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  3. Obrigado Relvas e Simões pelas achegas ao tema. Um governo de direita ou mesmo de extrema-direita não faria melhor a favor dos privados dos capitalistas que dão total prioridade aos lucros, explorando ao máximo e sem pudor os «beneficiário», os utentes. Dentro em pouco vão aparecer as contas de 2006 onde se vê as empresas que nos «servem» com lucros fabulosos, à nossa custa, à custa dos preços exagerados que nos cobram, e o Estado nada controla, não mostrando interesse pela defesa e protecção da generalidade dos cidadãos.
    Abraços
    A. João Soares

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