31 março 2007

ANÓNIMOS POR MALDADE

Tão pobres, meu Deus, eles são!
Escondem-se atrás do lampião
E pela sombra espreitam
Para ver se vêem o clarão

Mas, não. O diabo levou-o!
Nunca mais o trouxe nem o libertou,
Ficaram sem pai, que os deixou
E nem deles teve dó, já que os desamparou

Mas, um dia, o diabo arrependeu-se!
E lançou-o borda fora. Entre os convictos, coitados,
Alguns viram luz, mas era tão pouca, que se sumiu!

Agora sem esperança e desalmados,
Entendem ser os renegados...
A quem até o diabo desiludiu

DAVID SANTOS

2 comentários:

  1. Olá amigo David, ora aqui está um belo poema, como sempre, de fazer suar as estoupinhas, para os maldosos, ou então de sorrirem a fartazana...

    Abraços do beezz

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  2. Anónimo3/4/07 23:14

    Maldosos, são como a bruxa má!...

    Faz-me lembrar a histórinha da carochinha, em que os comunistas comiam as criancinhas ao pequeno almoço...qual quê?Quem teme uma cambada de cobardes que decidem tudo e não deixam alguém pensar.Quem teme ditadores?

    Está na altura destes senhores passarem pela Primavera de Lisboa (alusão à Primavera de Praga)...

    Então afinal é de Oliveira de Azeméis ou de Braga?Talvez de Cuba...porque não diz a verdade?

    Demokratas...

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