Tão pobres, meu Deus, eles são!
Escondem-se atrás do lampião
E pela sombra espreitam
Para ver se vêem o clarão
Mas, não. O diabo levou-o!
Nunca mais o trouxe nem o libertou,
Ficaram sem pai, que os deixou
E nem deles teve dó, já que os desamparou
Mas, um dia, o diabo arrependeu-se!
E lançou-o borda fora. Entre os convictos, coitados,
Alguns viram luz, mas era tão pouca, que se sumiu!
Agora sem esperança e desalmados,
Entendem ser os renegados...
A quem até o diabo desiludiu
DAVID SANTOS
Olá amigo David, ora aqui está um belo poema, como sempre, de fazer suar as estoupinhas, para os maldosos, ou então de sorrirem a fartazana...
ResponderEliminarAbraços do beezz
Maldosos, são como a bruxa má!...
ResponderEliminarFaz-me lembrar a histórinha da carochinha, em que os comunistas comiam as criancinhas ao pequeno almoço...qual quê?Quem teme uma cambada de cobardes que decidem tudo e não deixam alguém pensar.Quem teme ditadores?
Está na altura destes senhores passarem pela Primavera de Lisboa (alusão à Primavera de Praga)...
Então afinal é de Oliveira de Azeméis ou de Braga?Talvez de Cuba...porque não diz a verdade?
Demokratas...