Sempre foi minha opinião, tal como foi no Chile ou em Saigão e... as mortes de civis iraquianos, não todas, mas quase, se tratava de esquadrões da morte a soldo do terrorismo Norte-americano e que nada do que se passou e continua a passar, neste caso em concreto, teve ou tem algo em comum com o sectarismo religioso.
Hoje, ainda que lentamente, já se vai descobrindo que as empresas de segurança não passam de esquadrões da morte ao serviço dos invasores terroristas.
Vai se sabendo a muito custo, por parte dos órgãos de informação ocidentais, mas a verdade é que já se vai sabendo.
Que as lutas sectárias existem, disto ninguém duvida. Mas com tal dimensão? Ninguém minimamente conhecedor daquilo que o terrorismo Norte-americano tem feito ao longo dos tempos, pode acreditar.
Agora, já que o Iraque está todo destruído, o terrorismo Norte-americano está mais à vontade para roubar o petróleo, que foi por isto que sempre ansiou: matar e roubar.
Contudo, espero que o nosso primeiro-ministro, a coberto da paz para aquele País, não venha a enviar mais uns soldaditos portugueses para dar cobertura a mais uma tramóia do terrorista Bush.
Claro, que esses soldaditos são voluntários e, tal como os mercenários, irão sempre atrás do dinheiro, de quem pagar melhor. Só espero, que a troco disso, o nosso primeiro-ministro não venha dizer UM DIA, para agradar ao chefe Bush, que esses soldaditos representam Portugal e não o dinheiro por o que estão dispostos a fazer, incluindo, a matança de crianças inocentes e, com isso, não faça uma importação de terrorismo para dentro de casa.
Os iraquianos têm todo o direito de vingar o mal que lhes fizeram. Seja COMO E onde for. Claro que mais ninguém lhes dá os filhos, pais, mães, parentes e amigos, para não falar nos bens materiais, mas a vingança é um direito que humanamente lhes assiste.
David Santos
" O facto de um território se proclamar independente é fenómeno natural nas sociedades humanas e por isso representa uma hipótese sempre admissível mas em boa verdade não se lhe pode nem deve marcar prazo"
ResponderEliminar(Oliveira Salazar)
Abraço
Paulo