Que onda de violência é esta
Que se passeia com ironia,
Na minha gente, no meu povo
Que outrora tinha alegria!
Que onda de violência é esta
Que na placidez da noite,
À luz da demagogia,
Muda e indiferente
Age com acordes
De malvadez e cobardia!
E onde está a mão da Justiça
Que cozinhada em lume brando,
Dorme na sombra e com preguiça
Promove a violência,
Mas por engano!
E como errar é humano,
Continuemos assim errados,
Quem sabe amanhã talvez
Os honestos sejam culpados!!!
Ana Martins
Escrito a 7 de Outubro de 2008
Olá Ana!
ResponderEliminarEste teu poema, vai na mesma direcção do que acima postei.
Onde infelizmente a justiça à muito arredada, neste país à beira-mar plantado.
Gostei muito!
Beijinhos
Mário
Cara Ana,
ResponderEliminarE vamos todos na onda, sofrendo a incapacidade da Justiça e da Segurança Pública. Se ao menos o Estado fizesse «prisões» em quantidade, não seriam precisas muitas, e lá metesse toda a gente séria e inocente para viver em segurança e deixasse cá fora os criminosos, então Portugal ficaria melhor. Andariam por aí criminosos contra criminosos, mas os bons estariam em segurança!!!
Lindo poema, servindo de grito de alerta contra a inépcia daqueles em quem devíamos confiar.
Beijos
João
Ana, já não és propriamente uma surpresa, habituaste-nos a belos escritos.
ResponderEliminarGostei muito deste poema, que se enquadra, no espírito e no âmbito do socialmente questionável e exigível! Segurança e Justiça.
Parabens.
Bj