09 fevereiro 2009

NAS VEREDAS DO ESQUECIMENTO



Nas veredas do esquecimento
Gritam gargantas sufocadas
Pela dor da indiferença
E abandono
Moram corpos moribundos
Sente-se o cheiro da tristeza
Pairam almas destroçadas.
Nas veredas do esquecimento
Vêm-se rostos perdidos
Corpos vestidos de nada
Despidos de tudo
Esperanças perdidas
Sonhos esquecidos
Vidas cerceadas.
Nas veredas do esquecimento
Morre-se dia-a-dia…lentamente.

Mário Margaride

3 comentários:

  1. A LUTA CONTINUA!
    OU NÃO HÁ NADA Q NOS VALHA...
    TENHO O CORAÇÃO A DOER,
    POR VER O POVO SOFRER,
    OS FANTOCHES PARA A RUA!
    COMBATAMOS ESTA CANALHA!

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  2. Grande poema Mário Margaride!

    Beijinhos,
    Ana Martins

    ResponderEliminar

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