
O Mundo treme de angústia
Anda à deriva, sem norte
A guerra, a fome, a miséria
Arrasta os povos para morte
Senhores do Mundo e de todos
Cuidado com o que fazeis!
Se o medo ganhar coragem
Ireis andar aos “papéis”
As lágrimas que o Mundo chora
De dor, miséria, e morte…
Um dia darão as mãos
Para dar ao Mundo…outra sorte.
Mário Margaride
Um poema cheio de verdade e de actualidade.
ResponderEliminarOs povos irão acordar e mandar estes burlões aos papeis ou emparedá-los no julgamento do tempo.
Esperemos que sim, caro amigo.
ResponderEliminarÉ tempo do povo acordar desta enorme letargia em que se encontra.
Grato pelo comentário.
Mário,
ResponderEliminarO povo precisa ser consciente para votar,escolher, participar das decisões que afetam toda a gente. Mas se encolhe,se omite, se engana e assiste a atos de miséria, de violência e falta de humanidade esperando na platéia pelo próximo ato,deixando nas mãos de alguns a tarefa de decidir destinos,de manipular opiniões, de centralizar o poder. Se soubesse a força que tem, o povo mudaria o que aí está...
Parabéns pelo post e pela partilha.
Linda Simões
Estimado Mário, gostei deste seu poema, gosto desta linha de intervenção e contestação, é uma forma de luta. Depois de Portugal perder a independência, resta-nos a luta pela dignidade, que também nos querem tirar.
ResponderEliminarUm abraço
É verdade meus amigos, Victor e Linda Simões. Resta-nos lutar pela dignidade que também nos querem tirar.
ResponderEliminarGrato, pelos vossos comentários.
Abraço fraterno.
PS: obrigado, Victor, por ter colocado o link do "Palavras ao Vento"
Abraço!