Vagueio...
No espaço infinito,
Do universo
Galopando de galáxia em galáxia
Procurando nas estrelas,
O meu espaço
De mortal insignificante
Procuro o sol,
E a estrela cadente
No espaço infinito,
Do Universo
Simples meteorito,
Fragmentado
Que se há-de desintegrar,
Se transformar em pó
De encontro,
À sua insignificante,
Origem...
Todos nos transformaremos em pó.Por isso não devemos ter medo.É só uma questão de tempo,mais tarde ou mais cedo.Não o podemos escolher.Agora meu amigo Mário margaridepopdemos não seguir caminho como o meteorito contra o que nos destinam.Devemos lutar..sem medo,com convicções!Destronar as ervas daninhas que com ou sem partidos nos teimam em meter as mãos nos olhos..e nos bolsos!
ResponderEliminarUm grande abraço
Viva Portugal-inteiro
Mário Relvas
Olá Amigo Mário Margaride!
ResponderEliminarÉ isso aí, no correr da pena da sua poesia.
Penso que todos galopamos de galáxia em galáxia; de horizonte em horizonte, de objectivo em objectivo. Mesmo quando queremos e teimamos em viver um dia de cada vez.
Mas enquanto estrelas cadentes que se hão-de transformar em pó, saibamos antes disso honrrar a nossa "insignificante" origem.
Apesar de vir a transformar-se em pó, o homem, essa estrela cadente, só consegue viver em sociedade e como tal ser dela parte integrante, então também nela deve ser interveniente de forma a que mesmo a sua recordação, depois de se desintegrar, não seja insignificante.
Este seu poema cativa mesmo o comentário.
Bem concebido!
Um abraço
José Faria
Gosto dos seus poemas,gosto de ler e conhecer autores do povo. Força, continue a divulgar e a permitir-nos ler os seus escritos.
ResponderEliminarPS: Visitei o seu blogue, mas não permite deixar comentários, a pessoas não registadas.
Beijinhos