19 outubro 2006

LIBERDADE


Poema incerto
De letra cruzada
Poema para o qual desperto
De viola desvairada.
Talvez o raiar de Aurora
Ou o chilriar dos passaros
Me recordem o tempo de outrora
Ou o cantar da cotovia
Me lembre tambem um outro dia.
O dia de hontem, de hoje e amanha
Um presente sempre distante
O que mais amei
E mais pretendia
Desejo sempre constante
Com todas as forças desejei
E desejo
Feito de iterna saudade
Sonho eterno e humano
Feito de puro engano
LIBERDADE.

5 comentários:

  1. Adorei! Não sei como conseguiu e ao fundo da alma buscar o que é seu, é nosso, é de todo o ser humano.
    Identifico-me com o seu poema Naty, mas preso a uma liberdae que não deixa que dela se desprenda o dia de ontem, o outro dia, o presente sempre distante, ou o desejo constante do qual cada vez mais nos fica a saudade desse sonho eterno e humano...
    que até poderia ter sido realizável...

    Obrigado! Soube-me bem navegar no tempo e na alma das suas frases poéticas.

    José Faria

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  2. Um Hino à Liberdade pela amiga Naty.

    Beijinho
    Mário Relvas

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  3. bom dia.
    obrigada pelas vossas lindas palavras, pois são elas que me dão força para continuar.
    beijos da amiga naty

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  4. A liberdade. É ser livre como os pássaros, como o vento que passa, como o rio que corre. Ser livre...É soltar o nosso pensamento, sem amarras nem censuras.
    Gostei muito Naty!
    Um beijo.
    Mário Margaride.

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  5. Obrigado, Naty. Adoro este seu poema, aliás, como gosto de tudo que escreve.
    Este seu poema fez-me lembrar o primeiro poema que escrevi. Foi há muitos anos, não sei quantos. Recordo-me, isso sim, da situação em que me encontrava quando o escrevi: terrível. O poema era: "Saudade não tem futuro"

    Até sempre: david santos

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