25 outubro 2006

Maomé e a Guerra Santa

Embora a minha passagem pela Universidade Católica nada tivesse a ver com Teologia, esta sempre foi uma área que me fascinou. Por isso, e ao acaso, vou explanar dentro do que me foi ensinado, mais material de que disponho sobre, Maomé e a Guerra Santa.

Maomé e a Guerra Santa


A Jihad oferece
um paraíso de prazer
a quem morrer por ALá

No século VII da era cristã, um árabe conseguiu aglutinar em torno de uma nova religião uma imensidão de tribos até aí divididas pelas areias do deserto. Graças ao Islamismo, Maomé não só unificou a Arábia, como também, através da Guerra Santa (Jihad), logrou espalhar a nova fé a boa parte do mundo então desconhecido.
Até ao advento maometano, a Arábia estava ocupada por uma série de tribos, parte delas nómadas, que não estavam unidas por nenhuma religião em particular. Eram idólatras e cada região tinha as suas divindades. O s árabes não-nómadas dedicavam-se à agricultura e uma pequena parte deles trabalhava no comércio, que abundava nas cidades que prosperavam ao longo das rotas das caravanas.
Refira-se que os árabes são de origem semita. Diziam-se descendentes de Ismael, filho de Abraão e Agar. Não tinham unidade política. Viviam em tribos independentes, governadas por NEQUES. Cada tribo tinha o seu próprio deus, ao qual se rendia culto num santuário comum, a Caaba, existente em Meca. Na Caaba encontravam-se 360 ídolos de pedra. O mais importante era a "Pedra Negra".
continua...

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