Alma minha
Vida tua
Presença minha vida
Alma sua
De sofrimento cheia,
E também alegria infinita
Alma da rua
E assim se passeia
A alma minha
Vida tua
Presença desdita
Nua e crua
Romper de ossos
Sob o suor da labita
Suor frio de degelo
Que na minha alma habita
Pesado pesadelo
De turbulenta ansiedade
Corpo que se decapita
Sociedade.

Simplesmente, lindo. Parabéns Naty.
ResponderEliminarBoa, Boa, By Naty! Espectacular!
ResponderEliminarE verdade! (Ou penso que é verdade) cada pessoa, cada alma, é um mundo. Num mundo sem horizontes ou repleto de encruzilhadas de horizontes, sem um horizonte defenido! É esta a sociedade... E então esta nossa ansiedade...
Obrigado
José Faria
Belo...
ResponderEliminarMário relvas
A sociedade, uo pelo grande parte dela, está despida de existência, e de alegria. Há muito que está decapitada.
ResponderEliminarMuito bom o seu poema!
Um abraço.
Mário Margaride.
Há de facto a sociedade alegre: estupidez. Mas essa, felizmente para nós, não conta.
ResponderEliminarParabéns, Naty.
Até sempre: david santos