17 novembro 2006

IMPOTÊNCIA

Quanta raiva nos invade,
Pela morte, pelo sofrimento
Ficamos confusos, surpreendidos
Pela nossa própria impotência,
Incapacidade, e insignificância!

Então descobrimos,
Que não passamos de nada...
Assistindo à destruição, e à morte
Pobres de nós, impotentes...!
Perante a potência das armas
Devastadoras...mortais!

Quantos inocentes morrem
Quantos mais terão que morrer!
Para os conquistadores se saciarem
Com os despojos, animais...!
Impotentes, nós somos...
Para parar, estes chacais!

3 comentários:

  1. Caro Margaride,

    tanto ódio faz mal...
    Raiva?Cuidado...eh...eh...eh

    Impotência,meu amigo,vamos fazendo o que podemos...alguns nada fazem,são impotentes por serem "pascácios" e nabos...

    Abraço
    MR

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  2. É verdade, Amigo, Mário. Embora nós tenhamos algumas armas para despoletar muita coisa, elas são sempre impotentes para chegar à maldade e às bombas.
    Um abraço.

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  3. Amigos, o poema está bem conseguido e constituído, mas poderia ter outro sentido(!), já que o povo é quem manda, é quem mais ordena, só que... não quer mandar nem ordenar! Paciência!
    Os versos poderiam lembrar isso mesmo A POTÊNCIA DO POVO... DOS POVOS!
    E não a sua impotência. Porque é o povo, ou fracções do povo que faz as bombas e a guerra.

    Pronto!
    Mas mudando de assunto, isso já não me assusta, e sabem porquê:
    Porque à morte ninguêm escapa!...

    MAS EI-DE ESCAPAR EU(!?):
    Arranjo uma panela, meto-me dentro dela e... quando a morte vier, eu digo:
    - "Aqui não está ninguêm!

    Ah ah ah aa...

    Um abraço a todos
    José Faria

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