Quanta raiva nos invade,
Pela morte, pelo sofrimento
Ficamos confusos, surpreendidos
Pela nossa própria impotência,
Incapacidade, e insignificância!
Então descobrimos,
Que não passamos de nada...
Assistindo à destruição, e à morte
Pobres de nós, impotentes...!
Perante a potência das armas
Devastadoras...mortais!
Quantos inocentes morrem
Quantos mais terão que morrer!
Para os conquistadores se saciarem
Com os despojos, animais...!
Impotentes, nós somos...
Para parar, estes chacais!
Caro Margaride,
ResponderEliminartanto ódio faz mal...
Raiva?Cuidado...eh...eh...eh
Impotência,meu amigo,vamos fazendo o que podemos...alguns nada fazem,são impotentes por serem "pascácios" e nabos...
Abraço
MR
É verdade, Amigo, Mário. Embora nós tenhamos algumas armas para despoletar muita coisa, elas são sempre impotentes para chegar à maldade e às bombas.
ResponderEliminarUm abraço.
Amigos, o poema está bem conseguido e constituído, mas poderia ter outro sentido(!), já que o povo é quem manda, é quem mais ordena, só que... não quer mandar nem ordenar! Paciência!
ResponderEliminarOs versos poderiam lembrar isso mesmo A POTÊNCIA DO POVO... DOS POVOS!
E não a sua impotência. Porque é o povo, ou fracções do povo que faz as bombas e a guerra.
Pronto!
Mas mudando de assunto, isso já não me assusta, e sabem porquê:
Porque à morte ninguêm escapa!...
MAS EI-DE ESCAPAR EU(!?):
Arranjo uma panela, meto-me dentro dela e... quando a morte vier, eu digo:
- "Aqui não está ninguêm!
Ah ah ah aa...
Um abraço a todos
José Faria