Nossa Senhora, Padroeira e mãe, Hoje é o teu grande dia! Apesar de o ser todos os dias, Todas as noites, a todo o tempo! Olhai os teus filhos, Aqueles que de Ti se lembram Só no teu grande dia, Porque há festa e romaria. Se não houvesse, não se lembrariam. Mãe! Padroeira da terra que me tem E que me teve. Eu sei do Teu descontentamento... São as novas do tempo! Fazem a terra parada, cansada de nada. Olha mãe, os teus filhos idosos Morrendo vão, Sem o convívio e a atenção do fim da vida Sem jeito nem proveito Chamam-lhes terceira idade sem lar! E os pequenitos? Os teus filhos pequenitos mãe! Rebentos do amor, da aventura, Da ilusão, da incultura... Os pais na labuta do sustento Deixam-nos à ama rua. Brincam nos carros velhos e podres Que jazem nas vielas e ruas estreitas. São as suas creches. Mãe, padroeira de Pedrouços, Madrinha de muitos maiatos, Que fizeste dos homens de ontem Que não os vejo? É que ontem eram as mãos e os braços que falavam, E os corações... Que noção de política sem amor Deixaste nos nossos vaidosos dirigentes? Ah! Como somos egoístas e desinteressados Pelo que é de todos. Perdoa-nos mãe que somos ignorantes.
Apela-se, aos comentadores, bom senso, educação e respeito, mesmo que os artigos suscitem raiva ou outro qualquer sentimento mais violento. O debate salutar de ideias e de opiniões, deve assentar nos três princípios referidos anteriormente, sob pena de os vossos comentários serem eliminados. Contudo, e por já terem decorrido por diversas vezes ataques a pessoas no seu bom nome, e ao blogue, entende-se que estes comentários sejam moderados, pelos autores. Atentamente, Carlos Rocha (Beezz) Moderador.
:) às Mães de PORTUGAL.ÀS nossas mães,aos nossos filhos,aos amigos,aos inimigos,à Paz,ao MUNDO.
ResponderEliminarObrigado beezz pela intenção
APELO À MÃE
ResponderEliminarNossa Senhora,
Padroeira e mãe,
Hoje é o teu grande dia!
Apesar de o ser todos os dias,
Todas as noites, a todo o tempo!
Olhai os teus filhos,
Aqueles que de Ti se lembram
Só no teu grande dia,
Porque há festa e romaria.
Se não houvesse, não se lembrariam.
Mãe! Padroeira da terra que me tem
E que me teve.
Eu sei do Teu descontentamento...
São as novas do tempo!
Fazem a terra parada, cansada de nada.
Olha mãe, os teus filhos idosos
Morrendo vão,
Sem o convívio e a atenção do fim da vida
Sem jeito nem proveito
Chamam-lhes terceira idade sem lar!
E os pequenitos?
Os teus filhos pequenitos mãe!
Rebentos do amor, da aventura,
Da ilusão, da incultura...
Os pais na labuta do sustento
Deixam-nos à ama rua.
Brincam nos carros velhos e podres
Que jazem nas vielas e ruas estreitas.
São as suas creches.
Mãe, padroeira de Pedrouços,
Madrinha de muitos maiatos,
Que fizeste dos homens de ontem
Que não os vejo?
É que ontem eram as mãos e os braços que falavam,
E os corações...
Que noção de política sem amor
Deixaste nos nossos vaidosos dirigentes?
Ah! Como somos egoístas e desinteressados
Pelo que é de todos.
Perdoa-nos mãe que somos ignorantes.
José Faria