Meu amor!Meu amante!Meu amigo!
Colhe a hora que passa, hora divina,
Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!
Sinto-me alegre e forte!Sou menina!
Eu tenho, Amor, a cinta esbelta e fina...
Pele doirada de alabastro antigo..
Frágeis mãos de mandona florentina...
-Vamos correr e rir por dentro o trigo!
Há rendas de gramíneas pelos montes...
Papoilas rubras nos trigais maduros..
Água azulada a cilintar nas fontes...
E á volta, Amor...Turnemos, nas alfombas
Dos caminhos selvagens e escuros,
Num astro só as nossas duas sombras...
Sim Naty,
ResponderEliminarfelizmente nem toda a gente aprova o aborto para lá do consentido na actual Lei.Por isso descobrimos textos belos como este.Não foram feitos abortos...deixaram a vida espairecer.Belo poema!
Mário
Belo soneto Naty.
ResponderEliminarCom a menina se fez mulher. Campos verdes até ao colher da fruta.
Parabéns, minha Amiga, parabéns.
Um abraço.
Belo hino ao amor Naty. Muito bonito este soneto, parabéns!
ResponderEliminarUm beijo
M.Margaride