13 março 2007

A CENTRALIZAÇÃO DO PODER DE SÓCRATES

No blogue Nicolaias o artigo que se segue muito completo e bem documentado versando um progressivo emprego das modernas tecnologias para o controle de pessoas, fazendo recordar que a ficção de George Orwell na sua obra 1984, não era tão louca como se poderia pensar.

A Centralização de Poder de José Sócrates e as Tecnologias de Controle incluídas no Plano Tecnológico do QREN (Quadro de Referencias Estratégico Nacional) do primeiro-ministro

O caso da centralização de poder pode ser olhado sob diversos ângulos: aqui vamos espreitá-lo sob a perspectiva da inclusão das novas tecnologias de controle na rotina dos portugueses. Apesar de dividido em várias partes, este estudo vai estar sempre incompleto devido à complexidade de informação que o tema exige: a quantidade de notícias, experiências, projectos, produtos, empresas, acordos e outras acções diversas, só poderão ser razoavelmente abrangida ao longo de vários posts.


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2 comentários:

  1. Não sei para onde caminhamos! Aguardemos para ver, mas o futuro de Portugal, não me parece risonho, para as próximas gerações o futuro está hipotecado e se a Ota e TGV, forem para a frente.
    Vai ser o êxodo, os Portugueses vão começar a emigrar mais aínda e os emigrantes, que para cá vinham, já preferem outras paragens. Quem vai sustentar este país?

    Um abraço

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  2. Por vezes um País, para sair de crises graves, segue o caminho da centralização de um poder forte, que, no entanto, tem o inconveniente de mais tarde causar dissabores.
    Mas o poder forte, não pode ser uma finalidade que se traduza no maior enriquecimento daqueles que estão mais perto da fogueira que os aquece. A finalidade deve ser o engrandecimento do País com o aumento da qualidade de vida da generalidade dos cidadãos. Não é isto que estamos a ver por cá.
    A incompetência dos milhares de assessores que comem à mesa do orçamento, no Governo e nas Autarquias, fica patente nos avanços e recuos de decisões logo anuladas por terem sido erradas e serem objecto de manifestações de rua. Quanto maiores gastos com esses parasitas, nomeados por critérios de «confiança política» e de familiaridade, e não por competência, mais erros, mais demora no avanço na rota certa. Quanto à OTA e ao TGV, têm aparecido opiniões contra, de técnicos conceituados. Porém, do lado do Poder não aparecem explicações que nos levem a compreender que o nosso dinheiro está a ser bem investido.
    Também estão a tardar os resultados positivos do apertar do cinto que já dura há demasiado tempo. Daí só tem havido benefícios para os que rondam a mesa do erário público, como o Tal Jorge Figueiredo, os do Banco de Portugal, e muitos outros.
    Um abraço

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