A lágrima que grita a dor
Desata as cordas, a mordaça
De uma vida sem cor
Em trejeitos de devassa.
A lágrima que solta a voz
É revolta, não é quimera
Dos sonhos que aos nós
São ilusões de outra era.
A lágrima que nos lábios morre
Além de pura e cristalina,
Não sacia sede nem fome
De quem procura uma vida digna.
A lágrima da Pobreza
Não lava a alma nem o coração,
Não promove nem embeleza
Os políticos da Nação!
Escrito a 3 de Agosto de 2008
Ana Martins
Quando todos celebram os avanços da humanidade, uma nódoa mancha a festa, a pobreza, que é uma realidade dolorosa e bem real.
ResponderEliminarCumps
Lindo este teu poema, mais um entre tantos que tens postado. Adorei.
ResponderEliminarBelissimo
ResponderEliminarAdorei tudo
Feliz domingo
Beijos
http://ashera.sedrul,net