
O ar está viciado
Irrespirável
Sente-se o cheiro pestilento
Infestar as paredes
O tecto
Todos os cantos deste cárcere
É um cheiro insustentável
Nauseabundo
É urgente sair! Deste degredo
Respirar ar puro
Oxigenar a alma
Mergulhar nas águas límpidas
Libertadoras, que nos esperam.
Lavar o sarro
O cheiro a bafio
Que fede putrefacto, nesta masmorra
Ah! Liberdade que tardas
Que demoras a chegar
Nos manténs cativos
Dentro destas quatro paredes
Bafientas, sombrias
Que nos castram os sentidos
Atormentam as emoções
É urgente sair! Desta prisão
Mário Margaride
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