Sobre a mesa
Apenas uns braços caídos
E o meu olhar disforme,
Da garrafa no meu regaço
Já esqueci o nome...
Sobre a mesa
Apenas uns braços sem força
E o meu olhar ainda assim nobre,
A garrafa essa repousa
No meu colo já sem porte...
Sobre a mesa
Apenas uns braços perdidos
No abraço que não existe,
A garrafa firme e teimosa
No meu colo olho triste!
Ana Martins
Escrito a 13 de Janeiro de 2010
Inspirado numa história verídica
Gostei muito de passar por aqui...
ResponderEliminarum beijo
ESTE AMANHECER...
É mesmo amanhecer...
E é bom sentir...
Que mesmo no escuro...
No frio...
No fim do túnel...
Temos que...
Saber esperar...
E...
Ter esperança...
Pois rápidamente...
Aparece o amanhecer...
LILI LARANJO
Olá, Ana!
ResponderEliminar"No abraço que não existe,
A garrafa firme e teimosa"
Fantástico, amiga Ana. Parabéns...
David Santos
Amiga passei para te dar um beijinho, e te dizer que está fantástico o poema.
ResponderEliminarBeijos do Beezz
Querida Ana,
ResponderEliminarLindo poema que reflete, no entanto, um momento difícil de Alguém Amigo que espero tenha conseguido vencer! Momentos de angústia são sempre situações de crise que por vezes se tornam impossíveis de ultrapassar! Oxalá não tenha sido este o caso!
Um beijinho muito amigo.
Luís
Ana,
ResponderEliminarO vício é muitas vezes completamente destruidor, e há quem não tenha força para lutar contra ele. Felizmente ainda vai havendo exepções.
Bjs.