É tempo de fazer alguma coisa por portugal, este meu post visa isso mesmo, até às proximas eleições sugiro e convido os amigos e colaboradores da Voz do Povo a colocarem posts, que esclareçam e formem a opinião pública, no sentido criar uma massa crítica e com capacidade de análise.
Apesar de já ter algum tempo a entrevista, vale a pena ouvir o Prof. Medina Carreira e meditarmos, no que se pode e não pode fazer para salvar Portugal.
Está nas mãos do Povo a possibilidade de um Portugal melhor e não nas mãos do sistema político e dos políticos que têm governado Portugal, nos últimos 30 anos! O Retrocesso na qualidade de vida dos portugueses, o empobrecimento geral da população, a corrupção, compadrios, a ineficácia da Justiça, fazem augurear uma vida difícil e sem futuro para a maioria dos portugueses.
Só mesmo o povo pode alterar o rumo da situação!
Um abraço
Victor Simões
Olá, Victor!
ResponderEliminarÉ verdade. Nada mais certo. Sempre defendi que só o Povo pode levar por diante os interesses, globalmente falando, de toda uma NAÇÃO.
"Está nas mãos do Povo a possibilidade de um Portugal melhor e não nas mãos do sistema político e dos políticos que têm governado Portugal, nos últimos 30 anos!"
Incluindo, como é evidente, Medina Carreira. Pois este também fez parte do tal "sistema político e dos políticos que têm governado Portugal, nos últimos 30 anos!"
E, ao que me parece, basta pensar quando em Portugal se podia fabricar dinheiro, como quem fabricava cigarros, Medina Carreira era mais um agente do sobe e desce a inflação do que propriamente um ministro. Aliás, ainda hoje, quem preceber um pouco e queira perder tempo a ouvi-lo, chega rápido à ignorãncia e maldade em que ele está envolto. Contudo, deve ouvir-se. Não faz mal a ninguém. Mesmo os mais ignorantes notam-lhe as artimanhas. Porém, se alguém souber de uma realização prática ou que se possa desenvolver, mas válida, do Doutor Medina Carreira, que nos conte. Quem nos tem governado, tal como quem nos governa, não presta. Talvez sejamos "todos" uns falhados. Para isto, basta ser-se português. Exageros à parte, como se evidência
Abraços.