Caro amigo João Soares, não é de todo surpresa, os elevados lucros da Galp, o que continua a surpreender é a imoralidade dos políticos que continuam a não ver que existe concertação de preços entre as gasolineiras. A livre concorrência não existe, mas sim um pacto para enriquecer aínda mais, os grandes financeiros e capitalistas e empobrecer todos os outros. É claro que a tudo isto não é alheia a moderna democracia e todo o espectro político travestido de socialistas e sociais democratas. É uma vergonha, que nos adianta a grandeza da Galp, se não beneficia em rigorosamente nada os portugueses, nem o país. Esses senhores financiam-se na Banca, e aínda deduzem os juros, no IRC, efectuando assim fuga aos impostos, como foi explicado no post anterior um artigo por mim traduzido do Prof.Alexander Rüstow, só o trabalho é taxado.
Por isso continuaremos a ver Portugal a afundar, como dizia o Dr. José maria Martins, para quando a Revolução e revolta popular? Só assim poderá mudar o que os políticos não conseguem!
É preciso é gente honesta, nada acontece por acaso!
Caro Amigo Victor Simões, É como diz . A imoralidade é a discrepância entre o enriquecimento abusivo dos já ricos accionistas da GALP, de bancos e de outras empresas, e o empobrecimento da maior parte da população.
Os governantes nada podem fazer porque estão condicionados pelos do bando, isto é os «boys» dos tachos, os políticos que querem usar as grandes empresas como lar da terceira idade, e pelos donos do capital a quem a política tem de obedecer! Não podem deixar que se zangue uma comadre para não se saberem as verdades das falcatruas existentes. É preciso uma mudança radical, mas depois se não houver manifestações bem activas quem vier a seguir continuará em rota semelhante. O 25 de Abril acabou por não produzir uma diferença muito útil ao povo menos protegido. É preciso disciplina, autoridade, mas com gente de bom moral na cúpula.
Apela-se, aos comentadores, bom senso, educação e respeito, mesmo que os artigos suscitem raiva ou outro qualquer sentimento mais violento. O debate salutar de ideias e de opiniões, deve assentar nos três princípios referidos anteriormente, sob pena de os vossos comentários serem eliminados. Contudo, e por já terem decorrido por diversas vezes ataques a pessoas no seu bom nome, e ao blogue, entende-se que estes comentários sejam moderados, pelos autores. Atentamente, Carlos Rocha (Beezz) Moderador.
Caro amigo João Soares, não é de todo surpresa, os elevados lucros da Galp, o que continua a surpreender é a imoralidade dos políticos que continuam a não ver que existe concertação de preços entre as gasolineiras. A livre concorrência não existe, mas sim um pacto para enriquecer aínda mais, os grandes financeiros e capitalistas e empobrecer todos os outros. É claro que a tudo isto não é alheia a moderna democracia e todo o espectro político travestido de socialistas e sociais democratas.
ResponderEliminarÉ uma vergonha, que nos adianta a grandeza da Galp, se não beneficia em rigorosamente nada os portugueses, nem o país.
Esses senhores financiam-se na Banca, e aínda deduzem os juros, no IRC, efectuando assim fuga aos impostos, como foi explicado no post anterior um artigo por mim traduzido do Prof.Alexander Rüstow, só o trabalho é taxado.
Por isso continuaremos a ver Portugal a afundar, como dizia o Dr. José maria Martins, para quando a Revolução e revolta popular? Só assim poderá mudar o que os políticos não conseguem!
É preciso é gente honesta, nada acontece por acaso!
Um abraço
Caro Amigo Victor Simões,
ResponderEliminarÉ como diz . A imoralidade é a discrepância entre o enriquecimento abusivo dos já ricos accionistas da GALP, de bancos e de outras empresas, e o empobrecimento da maior parte da população.
Os governantes nada podem fazer porque estão condicionados pelos do bando, isto é os «boys» dos tachos, os políticos que querem usar as grandes empresas como lar da terceira idade, e pelos donos do capital a quem a política tem de obedecer! Não podem deixar que se zangue uma comadre para não se saberem as verdades das falcatruas existentes.
É preciso uma mudança radical, mas depois se não houver manifestações bem activas quem vier a seguir continuará em rota semelhante. O 25 de Abril acabou por não produzir uma diferença muito útil ao povo menos protegido. É preciso disciplina, autoridade, mas com gente de bom moral na cúpula.
Um abraço
João
Do Miradouro