Na esquina do tempo…
Caminhamos parados,
Sem rumo,
Ou destino
Vagueamos perdidos,
Sem horizonte,
À deriva
Procuramos em vão
Uma estrada
Que nos conduza a lugar seguro,
E tranquilo
Só que andamos sempre...
Pela estrada errada
Cavaleiros solitários, perdidos...
Galopando sem rédeas
Ao sabor do vento
O rumo…tarda a ser tomado
Nesta cavalgada,
Por atalhos tortuosos
E diagonais assimétricas
Rememos pois, contra a maré!
Em busca do sonho,
Da igualdade e justiça...
No espaço infinito,
Do pensamento
Lutemos sempre,
Por essa utopia!
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