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19 outubro 2010

Uma pequena teoria, que talvez nunca tenham pensado.

Como poderão saber, os ingleses pagam à semana e claro, administrativamente é uma seca! Mas ...diz-se que há sempre uma razão para as coisas! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples e que não exige altos conhecimentos de matemática.
Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.
Se de facto o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira. E porquê? Porque o 13º mês não existe! (Passo a explicar para não dizerem já "duh")

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que um trabalhador ganha 700,00 por mês. Portanto, multiplicando-se esse salário por 12 meses, recebem um total de 8.400,00 por um ano.
700X12 =  8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês. Logo,

8.400,00 + 13º mês =  9.100,00

8.400,00 (salário anual) +  700,00 (13º mês) =  9.100,00 (salário anual mais o 13º mês)

E o trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.

Agora vejam bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º ciclo:

Se o trabalhador recebe  700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana  175,00.

700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) =  175,00 (Salário semanal)

Portanto, o ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos  175,00 (salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será  9.100,00. Façam as vossas contas.

175,00(salário semanal) x 52 (número de semanas anuais) =  9.100.00

E como já verificaram, o resultado acima é o mesmo valor do salário anual mais o 13º mês

Então, onde está o 13º mês?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes, não existe 13º mês nenhum. O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surripiou do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.

Nota: Recebi de pessoa devidamente identificada e com credenciais no assunto em salários.

03 dezembro 2009

MEDIDAS ANTI CORRUPÇÃO, EXCESSIVAS!?!

O Governo, pela voz de Jorge Lacão, entende que a proposta de medidas anti-corrupção, são excessivas. Realmente, faz-me lembrar uma história hilariante, dos nossos tão bem conhecidos gatos, que podem ver aqui no vídeo abaixo:



E eu atrevo-me a mudar a letra do "Sketch", que quando eles perguntam onde é a TVI, eu colocava "Assembleia da Republica", quando eles chamam pelo Júlio Magalhães, eu colocaria "Governo e deputados do PS".

Só pode ser brincadeira, devem julgar estes senhores que irão ficar impunes toda a vida, só brincando com esta situação, e levando a coisa a rir, é que se consegue andar aqui e ir trabalhar, sustentar a família, e levar o nosso dia-a-dia, porque se for para levar a sério...

@Beezz
Carlos Rocha

27 julho 2009

MORREU SEM VER O FIM DO PROCESSO CONTRA O ESTADO, QUE DURAVA À 26 ANOS.

Seria irónico, não fosse este um sinal de que estamos realmente num "atoleiro" sem margem segura à vista. Senti e sinto uma revolta inexplicável, por tamanha malandrice feita, a um cidadão deste miserável país. São miseráveis os actores da Justiça, são miseráveis os diversos detentores desta pasta nos sucessivos governos, são miseráveis os advogados, são miseráveis os funcionários da justiça, e é miserável o conceito deste país para os efeitos da mesma.

2ª Feira, 27 de Julho de 2009, in JN


Estado condenado a pagar dez mil euros por atraso em processo judicial
00h30m
SUSANA OTÃO

Agostinho O. morreu em 2008 sem ver o fim de um processo que moveu contra o Estado por violação do direito à Justiça em prazo razoável. A decisão chegou este mês e dá-lhe razão, 26 anos depois do primeiro contacto com a máquina judicial.

Há dois tempos neste caso paradigmático de atraso na Justiça. O primeiro começa em 1980, quando um acidente rodoviário transformou por completo a vida de Agostinho, relata o processo do Supremo Tribunal Administrativo", a que o JN teve acesso. Vítima de atropelamento na rua onde morava, em Lisboa, esteve em coma e, menos de um ano depois, foi forçado a aposentar-se, devido às graves mazelas com que ficou. Tinha então 49 anos, trabalhava como carpinteiro e era o sustento da mulher e da filha.

Três anos depois, já reformado, decidiu avançar com um processo cível contra o responsável pelo atropelamento e a companhia seguradora do veículo.

Durante quatro longos anos, Agostinho resignou-se a esperar. Tentou, junto do tribunal, obter respostas que nunca chegavam e insistiu, por diversas vezes, pedindo formalmente celeridade para o caso.

Por volta de 1987, para seu desespero, foi informado de que o processo tinha "desaparecido". Os papéis do caso só voltaram a aparecer em Maio de 1997, "num armário da ex-Câmara de Falências", e também não lhe foi dada "qualquer justificação" para o sucedido, como refere a decisão do STA. Precisamente 20 anos e 108 dias depois, em 2003, esta primeira fase do tormento terminava. Farto de esperar, Agostinho chegou a acordo com a seguradora, que lhe pagou a quantia, pouco mais do que simbólica, de 3 491,59 euros.

Mas o seu calvário pelo labirinto dos tribunais estava longe de acabar. Revoltado, decidiu pedir contas ao Estado pela demora e deu entrada com uma acção no Tribunal Administrativo.

O acórdão do STA que põe fim ao caso foi tornado público seis anos depois, no dia 9 deste mês, depois de um anterior recurso que já havia ilibado o Estado. O Supremo fixou em dez mil euros mais juros a indemnização que o Estado deverá pagar por danos não patrimoniais, referentes a atrasos na administração da Justiça. Os juízes consideraram que os 20 anos de espera para ver designado o julgamento em primeira instância causaram à vítima "angústia e ansiedade". Demasiado tarde para Agostinho. Morreu em Outubro do ano passado.

Apesar do tempo que já decorreu desde a morte de Agostinho (nove meses), o acórdão do STA ignora este facto. O texto reconhecer que, "na verdade, o anormal atraso do processo perturbou, preocupou ou afligiu o autor", mas os juízes não se coíbem de afirmar que todas estas consequências estão "aquém dos graves danos psicológicos e psíquicos de que ele [Agostinho], com manifesto exagero, presentemente se queixa".


Quando é que isto irá parar? E onde iremos parar? Quem nos defende? Para estas questões, só uma resposta, JUSTIÇA PELAS PRÓPRIAS MÃOS...

23 julho 2009

VAMOS HIPOTECAR O NOSSO FUTURO?

Eu, já estou farto de bater na mesma tecla, mas não me canso, se pensam que me vencem pelo cansaço, estão mal enganados, a "roubalheira", e as "negociatas", continuam de vento em popa. Nos últimos 7 dias, os lucros da "Liscont" dispararam, e o governo irá responsabilizar-se pelos prejuízos, caso o tráfego diminua, e teve a "lata" de esconder isso do Tribunal de contas e dos Portugueses. Agora, já sei para onde vai o Sócrates trabalhar depois de deixar de ser PM. E ainda dão credibilidade à Política? E o "Coelhone", "xuxialista" de "Xuxa", de "Mama", de "Ladrão" e de "Corrupto", foi o obreiro desta "Negociata" entre o estado e o seu Patrão a "Mota-Engil", beneficiando claramente este último.

Transcrevo a seguir, um texto, que me foi enviado por e-mail:

O Ministério omitiu nos contratos revelados que a Liscont vai receber dinheiro se houver quebra no tráfego. Tribunal de Contas critica acordo
O Ministério das Obras Públicas omitiu, nos documentos revelados publicamente sobre o contrato de concessão do terminal de contentores de Alcântara, que o Estado, através do Porto de Lisboa, terá de pagar à Liscont, empresa do grupo Mota-Engil que por ajuste directo explora a concessão, se o negócio desta correr mal. Ou seja, como salienta o Tribunal de Contas no relatório de auditoria ao contrato de concessão tornado público ontem, "o ónus do risco do negócio passa para o concedente público" e não para quem explora a concessão.

Os valores em causa deste aspecto estão contidos no adiatamento do contrato de concessão entre a Liscont e a Administração do Porto de Lisboa (APL), mas foram omitidos dos documentos disponibilizados publicamente pelo Ministério de Mário Lino (através do site do Porto de Lisboa, http://www.porto-de-lisboa.pt). Os valores em causa no contrato traduzem-se em percentagens de diminuição de tráfego no terminal de contentores (ver caixa). Por outro lado, também está previsto que o "preço" da concessão aumente, caso haja um excesso do tráfego previsto mas, como salienta o Tribunal de Contas, os critérios para aferir este aspecto são muito mais subjectivos: "(...)em contraponto, os excessos de tráfego apenas garantem ao concedente público o direito a partilhar aquele benefício no caso de tal excesso não resultar da eficiente gestão e das oportunidades criadas pela concessionária".

Ou seja, enquanto para a diminuição de tráfego é perfeitamente quantificável, "o contexto em que os benefícios de tráfego poderão ser eventualmente partilhados com o concedente constitui campo propício a diferendos inevitáveis entre as partes, e cuja resolução será sempre incerta e demorada".

O relatório final do Tribunal de Contas revela ainda que o Estado, através da APL, ficou obrigado a suportar 1,3 milhões de euros em despesas relativas a advogados, assessoria financeira, consultadoria,entre outras, relativas à montagem e gestão do projecto de ampliação do terminal de Alcântara que é explorado pela Liscont.

Em termos globais, o Tribunal de Contas não afirma que o negócio entre a APL e a Liscont é "ruinoso" para o Estado. As palavras dos juízes conselheiros foram outras: "O Tribunal não pode deixar de relevar que este contrato de concessão não consubstancia nem um bom negócio, nem um bom exemplo para o Sector Público em termos de boa gestão financeira e de adequada protecção dos interesses financeiros públicos".

Em reacção à divulgação pública do relatório do Tribunal de Contas, o ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) emitiu uma nota na qual afirma que o documento do TC tem "erros factuais elementares omissões graves e afirmações infundadas" que inquinam as conclusões. O MOPTC Diz ainda o que o relato de auditoria do TC "prima pela apresentação de conclusões sem apresentar também os factos e análises que as suportam"

31 março 2009

A NÓS, NINGUÉM NOS CALA!

Foi com estupefacção, mas não com admiração (pois já nada me admira), que recebi, enquanto moderador deste blogue, o seguinte comentário de um nosso habitual leitor, dizendo que “o lápis azul da Censura“, lhe havia fechado o seu blogue. E eu recebi este comentário, como já disse sem admiração, mas com estupefacção porque foi muito célere, ou seja, a decisão desde as ameaças à muito sofridas, de anónimos, e de gente da nossa “camorra”, eram diários e várias vezes ao dia, depois de auto intitular defensor do novo movimento “Democracia Directa”, então foi por demais evidente que lhe fechavam a tasca, mas dotados de dois pesos e duas medidas, pois em muitos outros assuntos de estado, não se apressaram os senhores da “Gabardina” a andar da perna e destapar o corrupto do caso “Freeport”, que como é sabido pode prescrever ao fim de cinco anos desde o começo das investigações. Para que se saiba, o desabafo deste amigo “Blogger”, serve de rampa de lançamento para que se saiba, sim, temos Ditadura, e da mais badalhoca e mesquinha como pede para ser conotada. Fica aqui, já o tal desabafo, do amigo:

“O blogue http://portaria-59.blogspot.com/ foi silenciado pela ditadura, para saber mais vá aqui: http://pulseiraeletronica.blogspot.com/, deve ter sido o quinto blogue encerrado em Portugal depois de vários terem ido a tribunal por dizerem as verdades. As eleições estão à porta mas nada faz parar a ditadura na sua ânsia de poder, neste momento desde o seu presidente de câmara municipal até ao deputado pelo seu circulo só pensam quem vai manter o tacho ou arranjar outro, não pensam em si caro eleitor que só tem voz de quatro em quatro anos nas eleições que os vão colocar no poleiro por mais quatro anos. É a pura verdade. Por isso silenciam quem lhes faz frente na tentativa de apagarem casos como Freeport, Portucalle, Portaria 59/2005, etc. É o Portugal que temos porque é isto que se vai apresentar em eleições brevemente, é este tipo de gente que nos governa e quer continuar a governar, desde a sua junta de freguesia até ao presidente da republica, já são milhares os exemplos de abandono do povo, ao denunciar isso mais as ilegalidades que cometem fecharam simplesmente um blogue que lutava pela defesa do Património e da memória de um Povo outrora chamado Portugal. Vivemos agora em Roubugal, ditadura severa onde os ricos não vão para a cadeia, onde o estado dá dinheiro aos bancos e aos ricos, onde se desviam dinheiros destinados ao Património para se fazerem campos de golfe e hipismo, onde pedófilos tardam a ser julgados e onde o Povo tal carneiros vota de quatro em quatro anos sem depois nada poder fazer quando há suspeitas acerca de quem governa. Roubugal não pode continuar assim, é hora de mudar, Democracia Directa é a solução ao alcance de todos!”

Os negritos do texto acima, são meus, e são de realçar também o porquê de lhe terem mandado o Blogue Co Alho, como faz questão de o dizer, é que neste caso, o nosso amigo, conta com a minha total solidariedade, e determinação, Há que fazer uma “Varredela”, nem que seja à “Vassourada” destes corjas, que nos querem impor a sua vontade de nos GAMAR.

A Mim, ninguém me cala, e a ti “Alexix” Também não…
Podem-te fechar o Blogue” abriremos outros 10, 20, 30… 10000000000, os que forem precisos, para correr com esta gentalha.

26 novembro 2008

ISTO VAI BEM, VAI...


Ex-administrador do BPN que foi detido financiou Campanha de Cavaco.
O antigo presidente do BPN agora detido, Oliveira e Costa, ajudou a financiar a campanha eleitoral do Presidente da República, doando 15 mil euros do seu bolso enquanto estava à frente do banco que agora foi nacionalizado.

O 24 Horas apurou um total de 97 482 euros recebidos pela campanha de Cavaco, provenientes de personalidades com ligações ao BPN – o que representa 4,5% dos 2190 milhões de euros reunidos pelos responsáveis.

Segundo a lista de donativos à campanha de Cavaco Silva entregue pelos responsáveis da candidatura ao Tribunal Constitucional, José Oliveira e Costa doou em nome individual 15 mil euros para a campanha de Cavaco Silva, eleito no ano de 2006, escreve o 24 Horas.

Na lista de donativos em nome individual (a lei proíbe donativos por parte das pessoas colectivas) entregues à campanha de Cavaco encontram-se ainda várias personalidades ligadas ao banco recentemente nacionalizado, entre ex-administradores e accionistas de referência.

Entre os restantes nomes que apoiaram Cavaco Silva financeiramente estão os empresários Joaquim Coimbra, João Pereira Coutinho, Américo Amorim, Stanley Ho e o ex-presidente do BCP Paulo Teixeira Pinto.

IN “24 HORAS

Enquanto cidadão, contribuínte deste país, sinto-me revoltado, enganado, não pelo Aníbal, esse eu já o conheço à muito, e sei do que é capaz, aliás, ele bem tenta sacudir a água do capote, mas tem muitas culpas encapotadas no banco que ele, com a ajuda dos dinheiros de BRUXELAS a fundo perdido, ajudou a criar. Daí, ele confiar piamente no Dias Loureiro, outro que tal, servente da OPUS DEI. Sinto-me enganado, pelo povo, pelo sistema, pela merda entranhada debaixo das unhas, dos tais que vestem colarinhos brancos. Estou ansioso, para que mesma, salte em cachão, para fora das unhas entranhando-se nas golas, e lhes empestem a alma, e manchem para sempre estes crápulas, até quando teremos de suportar tamanhas “FILHA DA PUTICES“?

29 outubro 2008

QUE MERDA DE PAÍS É ESTE?!?


Empresários declaram guerra ao aumento do salário mínimo

A Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas ameaça instruir os seus associados a suspenderem as renovações de contratos a termo, caso o Governo de José Sócrates "insista" na actualização do salário mínimo.

O presidente da Associação Nacional de PME considera que o aumento do salário mínimo terá como consequência directa a expansão do número de beneficiários do subsídio de desemprego. A jusante, vaticina Augusto Morais, obrigará o Governo a elaborar um orçamento rectificativo.

"A Associação não se vai manifestar, mas vai determinar junto dos associados que não renovem os contratos, o que significa que o primeiro-ministro vai ter uma aumento do desemprego", afirmou o responsável.

"O aumento do desemprego vai levar os trabalhadores a recorrerem ao fundo de desemprego, obrigando o Governo a fazer um orçamento rectificativo", avisou.

Porra, o aumento já é só por si uma miséria que não dá para nada... Afinal que merda de país é este?


triatlo publicado aqui e em: "Beezz..." e "Democracia em Portugal"

05 outubro 2008

TODA A GENTE SABE...

O vídeo que se segue, é retirado do “Democracia em Portugal“, onde também orgulhosamente faço parte do painel de autores e por ser tão actual, e sempre na divulgação aos mais incautos, sugiro que vejam mesmo até ao final, e se quiseres leva-o contigo.


22 julho 2008

MAIS UMA VERGONHA...

NÃO DIGAM A NINGUÉM QUE SOU PORTUGUÊS!! POIS TENHO MUITA VERGONHA…
Mas não sejamos precipitados… Que serviços é que prestará a secretária? Temos que divulgar esta vergonha (mais uma) deste governo desgovernado!

Exonera a secretária, mas nomeia-a descaradamente de seguida a ganhar 2300 euros por mês!?! Assim é que é trabalhar com eficiência… No mesmo dia é exonerada, a seu pedido, e nomeada para um cargo (ou o mesmo?), mais bem remunerado…. (vejam bem as datas!) Assim se contorna a progressão na carreira. No Diário da República (2ª Série) do passado dia 15 de Abril… eis a façanha:
É por estas, e por outras que passam despercebidas, que o nosso cantinho, está conforme se vê na imagem abaixo:


DEPOIS ADMIRAM-SE, QUE ISTO ESTEJA A SAQUE, É FARTAR VILANAGEM, É FARTAR…

12 junho 2008

ASSIM VAI O NOSSO PAÍS...

No debate quinzenal na Assembleia da Republica, o nosso “pinóquio”, como sempre, fugiu ás questões fulcrais postas pela oposição. Não costumo ouvir estes debates, mas hoje derivado ao cerne da questão (Os combustíveis), fiz um esforço e lá consegui ouvir na integra, enquanto conduzia a minha viatura de serviço, pois a mim afecta-me prejudicialmente estes sucessivos aumentos, e aos demais portugueses, ouvi então a emissão em directo na Antena 1.

O PCP, através do Bernadino Soares, interpelou o Sr. Primeiro Ministro sobre o imposto a ser criado (ideia do PCP) para tributar a especulação das petrolíferas, que compram o petróleo a um preço e fazem incidir 2 meses depois os preços do mercado para se basearem no preço final, obtendo daí com especulação dividendos astronómicos, que neste 1º trimestre foi de 69 milhões de Euros, face ao período homólogo do ano anterior representa um aumento de 220% de lucros a mais, e como sempre o Escroque do Pinóquio, disfarçou a conversa para o lado que mais lhe agradou, acusando o PCP de falta de ética.

Também Os Verdes, colocaram esta questão, fintada pelo Pinóquio, e não respondendo, acusando de insultuosa as insinuações de que o “pinóquio” havia dito, que o falhanço do referendo ao Tratado de Bilderberg, conhecido como Tratado de Lisboa, seria “Mau” para a sua carreira Política.

Não respondendo a estas questões, e milindrando-se com o referendo legítimo de uma Democracia Europeia, que ainda não se sabe como irá acabar, seria bom o chumbo deste Tratado, o Pinóquio, quer é saber qual vai ser o tacho que vai lamber depois de sair daqui na UE, e por isso, por saber que chumbava aqui em Portugal o Tratado, não o submeteu, como fez a Irlanda a referendo, estando-se assim a borrifar para nós e para Portugal.

Este escroque, como digo, deu umas migalhitas aos transportadores, e poderia ter dado a todos os Portugueses muito mais, bastava que aceita-se a proposta da Esquerda, em tributar as mais valias especulativas, mas isso acarretava a que mais nenhum membro do governo arranja-se tachos e cunhas para familiares e afins, e até para eles próprios nos próximos anos.

ESCROQUES, SOMOS GOVERNADOS POR ESCROQUES…

02 janeiro 2008

QUE VÃO TODOS PARA A PATA QUE OS PATOU...

EU, PARA NÃO FERIR SUSCEPTIBILIDADES ALTEREI O TÍTULO DESTE POST, PROPOSITADAMENTE, POIS A MINHA VONTADE ERA MESMO MANDÁ-LOS PARA A (...) QUE OS (...), AO MINSTRO CORREIA DE CAMPOS E AO SÓCRATES ESSE BANDALHO QUE NADA FAZ SENÃO MOSTRAR O CORTA PALHA. A NOTÍCIA QUE SE SEGUE, É O CULMINAR DESTA POLÍTICA CAPITALISTA DA TRETA.

«A Câmara do Peso da Régua denunciou hoje que um paciente, «com sinais evidentes de doença urgente», que se deslocou na madrugada de segunda-feira à antiga urgência local, teve uma assistência demorada.

O serviço de urgência do Hospital D. Luíz I, no Peso da Régua, fechou à meia-noite de 21 de Dezembro por determinação do Ministério da Saúde, tendo sido implementado um sistema de consulta aberta e uma ambulância com Suporte Imediato de Vida (SIV).

Hoje, em carta aberta ao ministro da Saúde, a Câmara do Peso da Régua (PSD) denuncia a situação ocorrida na madrugada de segunda-feira, em que «não foi prestado socorro imediato e adequado a um paciente com sinais evidentes de doença urgente» que tinha sido transportado ao D. Luiz I «com suspeita de ataque cardíaco».

No documento, a autarquia refere que a ambulância SIV, estacionada no hospital, só foi autorizada a entrar em acção depois dos familiares do paciente terem ligado o 112 e terem aguardado «cerca de 15 minutos» pela autorização proveniente do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).

Posteriormente, e de acordo com autarquia, o paciente foi encaminhado para a referida ambulância e transportado em direcção ao nó da A24, a cerca de um quilometro do Hospital D. Luíz I (unidade hospitalar, que integra o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro).

Aí aguardou a chegada da viatura rápida do INEM, com um médico, que durante uma hora e meia procedeu à estabilização do doente naquele local.

A carta refere ainda, que o desfibrilhador da ambulância VMER não funcionou, sendo necessário recorrer ao equipamento da SIV, e que «só depois, é que o paciente foi finalmente encaminhado para o Serviço de Urgência do Hospital de Vila Real».

«É surrealista a perda de tempo»

«É surrealista a perda de tempo que implica a necessidade de um telefonema para o 112, bem como o tempo de resposta ao questionário que é feito por este serviço, quando a ambulância está mesmo ao lado», salienta a carta aberta da autarquia.

Sustenta também que, durante o período em que a ambulância esteve ausente do Hospital D. Luíz I, não esteve disponível qualquer tipo de socorro a outras situações emergentes que porventura tivessem surgido.

A Câmara de Peso da Régua sugere ao ministro Correia de Campos que ordene à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS), «um inquérito rigoroso ao sucedido, do qual resulte o total e cabal esclarecimento das responsabilidades».

A autarquia liderada pelo social-democrata Nuno Gonçalves considera que a solução do Ministério da Saúde para o hospital local «não se revela adequada nem suficiente para as necessidades das populações».

A Assembleia Municipal da Régua aprovou por unanimidade, dia 27, uma moção contra o encerramento do serviço de urgência do D. Luiz I.»

RETIRADO DE PORTUGAL DIÁRIO


E EU PERGUNTO: SERÁ QUE ESTES (...) SÃO IMUNES A DAR-LHES UM TRECO, NUMA DAS VISITAS AO INTERIOR, EM PLENA CAMPANHA POLÍTICA E VER ESTES BICHOS A MORRER SEM AUXÍLIO, ASSIM COMO ESTES PULHAS ESTÃO A FAZER AO POVO PORTUGUÊS? SERÁ QUE SÃO?

AH JÁ SEI, SÃO OS DEUSES SUPREMOS, A ELES NADA FALTA, TUDO ESTARIA A POSTOS PARA OS SALVAR...

A MIM NINGUÉM ME CALA!!! TENHO NOJO DESTE PAÍS, TENHO NOJO DESTES CRÁPULAS...

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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