30 novembro 2008

Para ajudar a sair da crise

A propósito da crise e dos crápulas e sanguessugas que por aí pululam e estão a devorar descaradamente este país, quer me parecer que se deveriam tomar sérias medidas para diminuir os custos do estado com esta gente e, desta forma, promover a justiça social. A primeira medida seria estabelecer um tecto máximo para as reformas, considerando que o presidente da república aufere 7 mil e tal euros, prebendas à parte, eu diria que 5 mil euros estaria bem. Bom, mas a novidade seria a introdução da reforma única, isto é, se alguém fosse detentor de uma pensão privada apenas receberia do estado o necessário para perfazer os ditos 5 mil euros, se essas pensões ou reformas ultrapassassem esse valor não receberia nada, já que não precisaria. As reformas deviam ser consideradas como ajudas do estado a quem precisa, não como maná para gulosos.Simplificando, o estado em caso algum pagaria a quem quer que se aposentasse mais do que 5 mil euros, só o fazendo nos casos em que os titulares dessas reformas não auferissem outros rendimentos, caso em que apenas passava a pagar desse valor até ao montante de 5 mil euros. Exemplo, um fulano, recebia de qualquer fonte 3 mil euros mensais, nesse caso, independentemente do que tivesse direito, o estado apenas lhe pagaria 2 mil, ou seja, e clarissimamente, deixava de ter esse direito. Um estado pobre e em crise, que pede constantemente o sacrifício dos pobres, não deve sustentar burros a pão-de-ló, que é o mesmo que dizer não deve, desde logo porque está visto que não pode, enriquecer ainda mais os ricos. Falar-me-ão em direitos adquiridos, bem deixariam de o ser, nisso igualando a maioria da população que, constantemente, vê os seus direitos adquiridos a deixarem de o ser… Parece-me ser uma medida tão justa como a variação dos abonos de família consoante o rendimento do agregado familiar. Poder-me-ão dizer que é impraticável. Talvez, mas só o é se não houver vontade política para o fazer, já que, de resto, com o desenvolvimento da informática, se tornou na coisa mais simples do mundo.Como os exemplos devem vir de cima, proponho, aproveitando as palavras do presidente Aníbal António, que o país se una e todos se sacrifiquem para o bem comum que é a solvabilidade do estado, desde logo, que seja o próprio Aníbal António que comece por dar o exemplo, prescindindo de outras remunerações do estado que não sejam as que aufere pelo exercício da sua função presidencial. A partir daí todos os outros iriam a eito, políticos banqueiros, etc, etc.
Reparem bem, nada tenho contra os ricos, apenas penso que, se o são, não devem receber apoios do estado porque não precisam…

Publicado por Quink 644 em: A Sinistra Ministra

No Natal, e sempre, seja amigo do ambiente

Não precisa de encómios, este texto do DN de hoje que aqui publico para poder ser lido sempre que os visitantes o desejarem. O ambiente deve ser uma preocupação permanente, mas é mais esquecido nesta época em que as atenções são presas pelo que é imediato e efémero.

Este Natal ofereça uma prenda ao ambiente
Bruno Abreu

Natal ecológico. Fazer as suas próprias bolas de Natal e plantar um pinheiro podem parecer ideias um pouco trabalhosas e um bocado difíceis de concretizar. Mas pense que assim vai ter um Natal mais genuíno e que no fim poderá dar outra prenda aos seus: um ambiente mais protegido e equilibrado

A imaginação pode ser o seu maior aliado para um Natal sustentável

Parece difícil, mas para ter um Natal amigo do ambiente só precisa de duas coisas: imaginação e vontade. O resto é o mais fácil. Basta seguir o conjunto de ideias que lhe damos e, no final, vai ver que teve uma quadra mais sustentável e que ofereceu um presente a si e ao mundo, contribuindo para um ambiente mais protegido e equilibrado.

O pinheiro tornou-se o centro da celebração do Natal, o que fez surgir a questão: natural ou artificial? Em princípio, nem um nem outro. Mas como as crianças não passam sem o pinheiro a luzir, opte por um natural. No entanto, atenção: certifique-se de que foi criado com o propósito de ser utilizado nesta época. Se possível, compre um que venha com raízes e plante-o num vaso com terra adequada. Não se esqueça de o regar.

Passadas as festas, plante-o num jardim ou numa floresta perto de si. Se não quiser comprar um pinheiro, entre em contacto com a sua autarquia. Por esta altura, muitas câmaras municipais oferecem os pinheiros que recolhem nas limpezas das matas, cortados com a devida autorização. Lembre-se que existem espécies de animais e plantas em extinção, e o azevinho é uma delas. Não compre azevinho verdadeiro, há imitações que podem ser usadas por muitos anos, ou então use a sua criatividade.

Na decoração da sua árvore de Natal evite embarcar em modas: Escolha enfeites que possam ser usados muitos anos. Em alternativa, pode sempre fazer as suas próprias decorações, reutilizando certos materiais. Basta a imaginação.

Aproveite para fazer as decorações com as crianças. Assim passa tempo com elas e pode incutir-lhes o espírito de protecção ambiental. Escolha lâmpadas de LED: duram muito e não gastam quase nada. Há ainda as compras. Seja para comprar presentes ou apenas para ir buscar o bacalhau para a ceia, opte pelos transportes públicos ou partilhe o veículo com um familiar ou amigo. Poupa no combustível, no ambiente e, se estiver indeciso, tem sempre alguém a quem pedir um conselho.

Nos presentes, tenha muita atenção ao que compra: cuidado com as substâncias perigosas. Tente saber por familiares ou amigos do que precisa a pessoa a quem vai dar o presente. Caso não saiba mesmo o que dar, ofereça um cheque-prenda. Assim tem a certeza de que vai dar a prenda certa.

Depois do Natal, guarde o papel de embrulho para reutilizar noutras ocasiões. Muitas embalagens, caixas e papéis dos presentes podem ser usados pelas crianças para fazerem máscaras, porta-lápis, capas, etc. Não os deite fora. Mas, se não precisar mesmo deles, separe as embalagens - papel, plástico e metal - e coloque-as no ecoponto. Para as limpezas depois da festa, use produtos biodegradáveis ou então recargas.

BLOQUEADOS...


É uma vergonha! Não é vergonha, o mau tempo, ou a intempérie, vergonha, é o nosso Governo da treta, esse sim.

Então, na zona de trás-os-montes, mais propriamente Alijó, Murça, Sabrosa, Valpaços, Carrazedo de Montenegro, Ribeira de Pena, Boticas, e toda a zona envolvente, onde o ministro "Coveiro" sob a égide deste Governo, fechou Sap´s e Maternidades.

Este fim de semana, com a queda de neve, os ditos bons acessos, A7, A24, IP4, estão bloqueados devido ao nevão que cai fortemente naquela zona. E agora pergunto eu, se, a circulação automóvel esta cortada, neste momento Vila Real, e todos as outras cidades que referi estão isoladas, se houver uma situção de emergência, como se poderá resolvê-la? Ou as Ambulâncias, não são veículos automóveis? Pelo ar, de helicópetero, com o forte nevão, quem será o piloto que se arrisca a voar? Será seguro?

Este país já me mete nojo, já me deixa de queixo caído, já não me merece o minímo de respeito, qualquer político de merda, filho da P****, que se lá vivê-se, teria neste momento o coração nas mãos como milhares de transmontanos, que rezam todos dias, para que não lhes aconteça nada de grave na sua saúde, e ainda mais com condições metereológicas destas, onde se torna ainda mais difícil, um qualquer socorro, que por si só, é uma aflição naquele distrito.

Depois, quando acontecem as coisas, as desculpas secedem-se, e a culpa, como vem sendo hábito neste país, morre solteira.

MAS A MIM NINGUÉM ME CALA!!!

OBS: peço desculpa pelo tom, mas a revolta é gritante, que me apetecia estoirar os miolos a essa gentalha toda, que nos anda a gamar desde o 25 de ABRIL de 74.

29 novembro 2008

O povo está desperto?

O povo está desperto? O ideal seria que mais pessoas despertassem para a necessidade de se manifestarem, dizerem de sua justiça, juntarem-se em movimentos organizados, ou simplesmente com propósitos específicos, como, por exemplo, defenderem os interesses da sua classe laboral. Este governo do Sócrates e da maioria absoluta “socialista” está fechado no seu pedestal autoritário e, sobretudo, surdo. Surdo às reivindicações de todo um povo, ao qual têm sido feitas exigências inaceitáveis.

As pessoas têm vindo a apertar o cinto desde que o governo, subserviente a Bruxelas, decretou que ia reduzir o défice até ao valor determinado pela União Europeia. À custa de imensos sacrifícios, as pessoas, as famílias, lá sofreram esse embate/embuste de ter que reduzir a sua já difícil vida ao mínimo indispensável. Pergunto-me também como é que se reduz um orçamento familiar, quando ele não existe sequer, como no caso dos desempregados.

Agora, o sistema económico global – um sistema indiferente às pessoas, contabilizadas como números – entrou em profunda crise. Nacionalizam-se bancos, injecta-se dinheiro noutros, entre tantas outras medidas para garantir, na medida do impossível, a sobrevivência deste sistema capitalista neoliberal globalizado. Medidas tomadas por governos e Estados, nomeadamente o nosso, o português. Assistimos agora a um novo cenário de dramatização política. A “crise” irá, mais uma vez, adiar a melhoria das condições de vida do povo?

28 novembro 2008

Agua potável impropria para Consumo Humano. Portugal, mais uma vez alertado por Bruxelas. Portugal mais uma vez desmente e consente.‏

Equipa 102, de certeza que vão fazer "torcer as orelhas" de incrédulos e sabichões. Leiam a noticia até ao fim. Nós levamos saúde ás pessoas. Temos a solução para este problema.

Bruxelas alerta para água potável imprópria para consumo
Hoje às 14:56

A Comissão Europeia voltou a alertar de que há zonas em Portugal em que a água da rede pública não é segura para consumo humano. Bruxelas dá um prazo de dois meses a Lisboa para apresentar uma justificação pelo incumprimento das regras, sob pena da aplicação de multas.




• Francisco Ferreira diz que problema da água potável imprópria para consumo deve afectar cerca de 200 mil habitantes

Quase oito anos depois da entrada em vigor das normas da União Europeia, Bruxelas diz que a água potável em Portugal continua a não ser segura para consumo humano em muitos locais, apesar de não adiantar quais.
Há três anos, o Tribunal de Justiça comunitário avisava Portugal, pela primeira vez, de que a água potável infringia as regras por não cumprir sete dos requisitos impostos pela directiva da água.
Entre as falhas apontadas por Bruxelas está a existência de bactérias, bem como níveis irregulares de alumínio e ferro.
O comissário responsável pelo Ambiente considera inaceitável que, passado tanto tempo, Portugal não garanta ainda a segurança da água potável em todo o país, alertando para a ameaça da saúde humana caso o problema subsista.
Deste modo, Portugal tem dois meses para apresentar uma justificação à CE; caso contrário, Bruxelas pode pedir ao Tribunal de Justiça a aplicação de multas por cada dia em que o incumprimento persista.
Ouvido pela TSF, Francisco Ferreira, da Quercus, admitiu que o problema da água potável imprópria para consumo deverá residir no Interior Centro e Norte, afectando cerca de 200 mil pessoas.
Por seu lado, o Ministério do Ambiente remeteu qualquer esclarecimento para um comunicado que deverá ser emitido ainda hoje.

Resposta do Ministério do Trabalho Português depois da noticia de Bruxelas

Em resposta, o Ministério do Ambiente esclareceu, em comunicado, que os dados a que se refere a Comissão Europeia dizem respeito aos anos de 1999 e 2000 e que tem sido feito um grande esforço para garantir a qualidade da água em Portugal.
Ainda assim, a tutela reconheceu a necessidade de melhorar a situação em algumas regiões, especialmente no interior do país, em localidades com menos de cinco mil habitantes e com vários tipos de carências.

26 novembro 2008

ISTO VAI BEM, VAI...


Ex-administrador do BPN que foi detido financiou Campanha de Cavaco.
O antigo presidente do BPN agora detido, Oliveira e Costa, ajudou a financiar a campanha eleitoral do Presidente da República, doando 15 mil euros do seu bolso enquanto estava à frente do banco que agora foi nacionalizado.

O 24 Horas apurou um total de 97 482 euros recebidos pela campanha de Cavaco, provenientes de personalidades com ligações ao BPN – o que representa 4,5% dos 2190 milhões de euros reunidos pelos responsáveis.

Segundo a lista de donativos à campanha de Cavaco Silva entregue pelos responsáveis da candidatura ao Tribunal Constitucional, José Oliveira e Costa doou em nome individual 15 mil euros para a campanha de Cavaco Silva, eleito no ano de 2006, escreve o 24 Horas.

Na lista de donativos em nome individual (a lei proíbe donativos por parte das pessoas colectivas) entregues à campanha de Cavaco encontram-se ainda várias personalidades ligadas ao banco recentemente nacionalizado, entre ex-administradores e accionistas de referência.

Entre os restantes nomes que apoiaram Cavaco Silva financeiramente estão os empresários Joaquim Coimbra, João Pereira Coutinho, Américo Amorim, Stanley Ho e o ex-presidente do BCP Paulo Teixeira Pinto.

IN “24 HORAS”

Enquanto cidadão, contribuínte deste país, sinto-me revoltado, enganado, não pelo Aníbal, esse eu já o conheço à muito, e sei do que é capaz, aliás, ele bem tenta sacudir a água do capote, mas tem muitas culpas encapotadas no banco que ele, com a ajuda dos dinheiros de BRUXELAS a fundo perdido, ajudou a criar. Daí, ele confiar piamente no Dias Loureiro, outro que tal, servente da OPUS DEI. Sinto-me enganado, pelo povo, pelo sistema, pela merda entranhada debaixo das unhas, dos tais que vestem colarinhos brancos. Estou ansioso, para que mesma, salte em cachão, para fora das unhas entranhando-se nas golas, e lhes empestem a alma, e manchem para sempre estes crápulas, até quando teremos de suportar tamanhas “FILHA DA PUTICES“?

25 novembro 2008

Gritos açamados

Ouvi um ruído, muito forte vindo por entre as fendas da porta daquele quarto. Quis espreitar mas não tive coragem, as agressões eram constantes.
Os gemidos soltavam-se em almofadas abafadas de despesismo, os insultos e as pancadas, pareciam sussurros mal definidos para silenciar a monstruosidade de uma cobardia insuportável.
Os dias passavam e o ruído aumentava, os berros faziam-se ouvir pela casa toda juntamente com a violação. Em seguida voltava a pancadaria de qualquer forma, de qualquer jeito.
O corpo de minha mãe já se confundia com um daqueles monstros da banda desenhada.
Já não suportava mais ouvir, aquelas palavras que minimizavam a dor, na sede de um temor aterrador. Encobriam a severa delinquência, daquele homem que parecia tão carinhoso a quem eu chamava de pai.
Os anos passavam as denuncias não chegavam, as desculpas mantinham-se, eu fui crescendo no silêncio que se conturbava com a brutalidade, daquele quarto.
A idade passou, não me lembro de ter sido criança...
Ainda contínuo a ouvir os gritos da minha pobre mãe açamados, nas mãos daquele ser repulsivo.

Esta é uma história verídica contada na primeira pessoa, de alguém que não posso expor o nome...
Que me pede para que nunca calem estas barbaridades!


Conceição Bernardino

Olha-me sem me veres…

Olho-te sem pudor de tão impúdica que sou
viver é um evento obscuro de uma beleza tão rara
que afaga a própria existência do que não existe
olha-me sem temeres o que já não temes.

(Inventa-me de novo no teu esplendor)

Não me olhes ao espelho onde a minha imagem
já não projecta reflexos
nem me guardes como uma bíblia sem salmos
quero-me assim límpida para te profanar
na imortalidade dos mortais.

Procura-me nas forças do mundo intangível
onde nos encontramos intactos
de qualquer frugalidade imediata
leva-me mas olha-me sem me veres.


Conceição Bernardino

DIA INTERNACIONAL CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA


Imagem de Isabel Filipe


AMOR BANDIDO!


Corre-lhe nas veias
O sangue inflamado
Pelo estigma da dor
Que lhe ensombra a vida.
Escapa-lhe dos lábios
Em voz sumida
O medo, o terror
Da vida oprimida!

Noites perdidas
Pela angustia sentida
E desamor vivido...

Violência doméstica,
Paixão insana,
Amor bandido!

O odor do medo
Desvenda o segredo
E causa a ruptura...
Viveu no degredo
Um amor que elegeu...

Penitência dura!

Ana Martins

Escrito a 16 de Setembro de 2008



Alertas (se fores vítima...se fores testemunha)
Não ter medo de denunciar!! Ligar em caso de urgência 800202148.
Apresentar queixa às autoridades competentes.
Pedir apoio à APAV- Associação de Apoio à Vítima
Telef. 707200077 - Podes também enviar um email: apav.sede@apav.pt

22 novembro 2008

Sobre o perfil de um ex-ministro

Neste espaço, evito defesas ou acusações de pessoas ou forças políticas, e procuro circunscrever as apreciações aos conceitos aplicáveis a casos reais. Defendo o respeito por valores e princípios e pelos interesses nacionais e repudio contradições ou actos que pareçam negativos.

Dentro desta orientação, transcrevo uma parte do artigo do DN de hoje «Uma explicação curiosa», por encontrar nela algo de muito estranho e porque, possivelmente, se poderá aplicar, de uma forma ou de outra, a outros políticos governantes ou com aspirações a sê-lo.

«Dias Loureiro, na entrevista a Judite de Sousa (já que o PS não o quer no Parlamento), disse coisas pouco habituais num homem experiente, ex-ministro, gestor de sucesso. Sobretudo, repetiu "não sei", "não sabia", "acreditei", "era o que me diziam", "não achava nada".

Esclareceu ainda que no BPN "não havia reuniões" (supõe-se que da Administração do banco) e que Oliveira e Costa "falava (despachava?) individualmente" com cada colaborador. O mais que a sua atenção conseguiu foi "ouvir vozes", um "bruáaa", detectar "ali um certo mal-estar", o que até o levou em Abril de 2001 a referir isso mesmo a um elemento do Banco de Portugal.»

Sobre o mesmo assunto o artigo do JN «Dias Loureiro: "Nunca cometi qualquer crime"», diz que o ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), ex-detentora do BPN, nunca teve conhecimento de alegadas fraudes e que sempre confiou em Oliveira e Costa. E declarou, na Grande Entrevista da RTP1, "nunca fiz nada que possa constituir crime. Estou de consciência tranquila". E referiu-se a Oliveira e Costa como um "homem brilhante, inteligente e trabalhador incansável", acrescentando que não acredita que este tenha agido em benefício pessoal. Porém, perante os primeiros rumores que punham em causa a gestão do grupo reuniu-se com o vice-governador do Banco de Portugal para que este "estivesse atento" ao BPN. Não porque desconfiasse de alguma coisa, mas para estar mais tranquilo (!).

O título do artigo do JN «BPN: Miguel Beleza tratou de encontro entre Dias Loureiro e António Marta mas não confirma a sua realização» dispensa explicações. Mas, segundo notícias mais recentes, António Marta do BdP nega que tenha havido tais contactos.

Um administrador que afirma claramente "não sei", "não sabia", "acreditei", "era o que me diziam", "não achava nada", como justifica o salário e as benesses que estava a usufruir por estar a desempenhar nominalmente tal cargo? Onde está a sua moralidade? Como se pode compreender que uma pessoa com o seu currículo oficial e com o cargo por que estava a ser pago, tenha alertado o Banco de Portugal, sem nada de concreto saber e apenas baseado em "ouvir vozes", um "bruáaa", detectar "ali um certo mal-estar"?

O mais curioso é que desempenha as funções de conselheiro de Estado para que foi convidado e, questionado sobre se vai manter-se nelas, limitou-se a afirmar que "o lugar está sempre à disposição do presidente da República". Quer dizer que ele, vivendo alheado, indiferente e guiando-se apenas por rumores e vozes, sem procurar merecer o dinheiro que ganha, sente que não tem obrigação ética de pedir a exoneração do cargo político que desempenha, remunerado por todos os contribuintes?

Trata-se de um perfil curioso, que poderá não ser único no panorama nacional em que ele se insere ou inseriu.

21 novembro 2008

SE FOR VERDADE, FICO TRISTE, SINCERAMENTE!

VEJAM O QUE RECEBI NA MINHA CAIXA.

“Este ano não vai haver presépio! Lamentamos, mas:
- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental;- Os camelos estão no governo;- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos;- A vaca está louca e não se segura nas patas;- O burro está na escola a dar aulas de substituição;- Nossa Senhora e São José foram chamados à escola para avaliar o burro;- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela;- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico;- A ASAE fechou temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo, até serem corrigidas as péssimas condições higiénicas do estábulo, de acordo com as normas da UE.”

19 novembro 2008

LEIAM ESTE TEXTO.

Este texto foi-me enviado via mail e, como pessoa que se esforça por ser decente, democrata e independente, não tive outro remédio que não fosse publicá-lo. Eu sou assim. Não ficaria de consciência tranquila se não o fizesse. Agora que cada um o leia e faça as suas apreciações. Só assim, com este e outros textos que o contrariem ou não, nós, os que ainda não entenderam bem esta luta dos professores, como é o meu caso, podemos começar apanhar o "fio à meada" e, daí, podermos "jogar" de consciência tranquila. Mal possa, e caso surja posibilidade, publicarei outros que estejam de acordo com este e outros que eventualmente o contrarie.


Colegas,
Suponho que todos se sintam sensibilizados por sentirem que, no passado Sábado, fizeram parte de “algo maior”, que fizeram parte da história…
Pois na história, por maior e mais significativa que tenha sido a manifestação, é onde todos e cada um dos 120 000 irá ficar se, chegados às escolas, nada fizerem para mudar as coisas.
Sei que muitos se sentiram desiludidos com as consequências práticas da primeira manifestação e que muitos temem a repetição do mesmo com esta segunda manifestação. Alguns sentem-se desiludidos, ou mesmo ultrajados, com as declarações da Sr.ª ministra da Educação na televisão…Seremos assim tão ingénuos que estávamos à espera que ela viesse às televisões pedir desculpa, dizer que se tinha enganado e que se iria empenhar, connosco, no combate aos verdadeiros males do nosso ensino?! Não me façam rir!
Porque não há-de a ministra se sentir segura, se ela sabe que 90% dos professores que aos Sábados vêm gritar para as ruas chegam às escolas, na segunda-feira seguinte, e continuam a colaborar na política das aparências…
Ela conta com o nosso medo, conta com a nossa inércia, conta com o nosso “seguidismo”…Não lhe interessa resolver nada do que está mal, interessa-lhe apenas a nossa colaboração. E ela sabe que a está a ter em centenas de escolas, as mesmas de onde vieram muitos dos 120 000. A esse medo chama-se CONIVÊNCIA!
Sejamos honestos! Em causa não está a avaliação, mas TUDO o resto. Toda a política da aparência que está a conduzir o sistema de ensino público português para o mesmo caminho que o nosso famigerado sistema nacional de saúde.
Quem, de entre nós, tendo um pouco de dinheiro, não prefere recorrer a uma clínica privada do que perder horas num centro de saúde ou num hospital público?! Pois o mesmo irá acontecer ao sistema de ensino público português, caso não nos revoltemos contra esta política que, perante as dificuldades, cede.
No futuro, e o futuro é daqui a dois ou três anos, no sistema de ensino público ficarão apenas os que forem incapazes de fugir para o privado: professores e alunos.
Os meninos estão a ter maus resultados a Matemática? Não faz mal, baixa-se o nível de exigência dos exames. Os meninos ficam retidos no final do ano? Não faz mal, inventam-se dezenas de “planos” e de “justificações” e o pessoal, só para não ter que preencher a papelada, continua a “engolir sapos” e a passar os meninos todos no final de cada ano.
É necessário passar a imagem, para a opinião pública, que o governo está muito preocupado com os problemas do ensino? Inventa-se uma “avaliação burocrática de docentes” e a malta colabora, com medo, e vamos para casa todos contentes com o “Bom”…
O sistema público de ensino está a ruir a cada ano e em vez de enfrentarmos os problemas de frente e assumir o que está mal, incluindo o que está errado dentro da classe docente, continuamos a colaborar com o “sistema”…Ou seja, o “Titanic” afunda-se, mas nós continuamos a dançar ao som da orquestra…Pois bem, se houver alguém que acredite que este sistema de avaliação vai melhorar o nosso sistema de ensino, que entregue os objectivos pessoais.
Se houver alguém que acredita que os professores que se esforçam, que sempre se esforçaram, vão ser “premiados”, que entregue os objectivos pessoais.
Se alguém acredita que os nossos colegas que sempre fizeram do ensino a sua “segunda profissão” e se gabam de usar indiscriminadamente os 102 irão ser penalizados, que entregue os objectivos pessoais.
Se alguém acredita que este processo nos irá ajudar a melhorar os nossos métodos de ensino e a ser melhores professores, que entregue os objectivos pessoais.
Se alguém acredita que este processo irá permitir detectar os nossos erros e corrigi-los, beneficiando indirectamente os nossos alunos, que entregue os objectivos pessoais.Mas NÃO ENTREGUEM OS OBJECTIVOS POR MEDO! Não cedam à chantagem do medo e às ameaças da ministra. Todos temos muito a perder, mas há coisas que não têm preço…Uma delas é a nossa dignidade profissional.
Nós somos professores e, na nossa profissão, todos os dias somos confrontados com ameaças directas à nossa autoridade. Quando não temos mais argumentos para convencer os nossos alunos pela razão, o que é que fazemos?! Ameaçamos! É a última arma que resta, quando faltam mais argumentos…Sabemos bem como é!
Pois bem, temos uma ministra que, há muito, desistiu de nos convencer pela razão, pois nós bem sabemos da hipocrisia desta pseudo-avaliação. Que lhe resta? A ameaça…Como não pode mandar os professores para a “rua” com uma falta disciplinar, ameaça-nos com a não progressão na carreira. E nós? Nós, pelos vistos, cedemos com um sorriso nos lábios…Seremos assim tão ingénuos que pensamos que, se alinharmos no “esquema” e entregarmos os objectivos, nada nos irá acontecer?!
Seremos tão ingénuos ao ponto de pensar que, se alinharmos com o “sistema”, o nosso emprego estará assegurado para sempre?
Será que as pessoas não compreenderam que os tempos mudaram e que já não há certezas no que toca a um emprego para toda a vida, nem mesmo para quem trabalha para o Estado?
ACORDEM e olhem à vossa volta…Estamos a entrar numa das piores crises financeiras que o mundo ocidental já conheceu… Alguém acredita que o seu emprego estará seguro indefinidamente só por não contrariar o “chefe”?! Os tempos mudaram e não voltam atrás, nem mesmo para quem é funcionário público.
A escola de Silves está cheia de pessoas normais, não de super-heróis. As pessoas que estão a boicotar a avaliação na minha escola são pessoas honestas e cumpridoras da lei. Pagam impostos e não têm cadastro criminal. Não são loucas, nem irresponsáveis e, por isso, também têm medo.
Estão habituadas a ensinar aos seus alunos e filhos a cumprir as leis. Mas sabem que antes de qualquer lei, está a lealdade e a rectidão perante as nossas mais profundas convicções.
Os professores de Silves também têm medo das repercussões que este acto de resistência pode ter nas suas carreiras, sobretudo os corajosos avaliadores que arriscam, talvez, um processo disciplinar. De onde lhes vem a coragem? De saber que pior que ter medo de não cumprir esta avaliação, é o medo de olharmos para o espelho e termos vergonha de não termos defendido a nossa dignidade profissional e os nossos alunos.
É disso que se trata, de defender a dignidade do nosso sistema de ensino. É daí que nos vem a força, das nossas convicções…Como poderíamos olhar de frente, olhos nos olhos, os nossos alunos se cedêssemos na luta pelos nossos ideais?
A ministra ameaça-nos como “meninos mal comportados” e nós claudicamos? Em Silves, não!Não sigam o exemplo dos professores do Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Garcia Domingues de Silves, sigam a vossa consciência. E se, perante ela, se sentirem bem em entregar os objectivos pessoais, entreguem-nos!
Nós, perante o medo, continuamos a RESISTIR! E desde que o começámos a fazer que dormimos melhor e que temos um outro sorriso…Estamos bem com a nossa consciência e isso não tem preço.
Desde que resisto, que sou MAIS FELIZ! Os meus alunos agradecem…
Pedro Nuno Teixeira Santos, BI 10081573, professor QZP do grupo 230 no Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Garcia Domingues (Silves)
(NOTA: se alguém me quiser instaurar um processo disciplinar na sequência deste texto, agradeço o envio de um e-mail e eu envio na resposta, e com agrado, o resto dos meus dados pessoais)

16 novembro 2008

DIVULGUEM

Professores e familiares - leiam que é grave!
O nosso país não sabe e não se apercebe, mas a grande maioria dos professores que estão no terreno já sabe que 30 anos após o 25 de Abril, estamos a assistir à destruição do sistema de ensino em Portugal.

Os motivos?....fácil:
Poupar nos profissionais (professores) para continuar a embolsar para diminuir o défice e encher os bolsos dos amigos que mamam à grande no Estado, desde administradores a gestores e passando pelos privados que recebem favores cada vez mais inconcebíveis! Até vão poupar nos profissionais que lidam com crianças deficientes (incluindo deficiências profundas, surdos, mudos, cegos, etc...) fechando os estabelecimentos apropriados a estes casos, colocando-as todas inseridas em turmas comuns numa escola normal!!!

Para fazer o quê?
Apenas porque o professor tem o dever de dar aulas? Não !!!!!- É para descredibilizar a Escola Pública e abrir caminho para os negócios privados da Educação que aí vêm! O último grande negócio que lhes faltava! Criar um país de absolutos ignorantes com um papel passado de frequência da escola que será obrigatória como depósito de pessoas, até ao 12º ano. Nunca terão emprego capaz! Não terão capacidade nem conhecimentos para protestar e deitar abaixo uma minoria de ditadorzinhos e exploradores que se alimentará e viverá em extrema riqueza à custa de todos!

Já Salazar sabia o perigo do povo ter instrução:
" A CULTURA LIBERTA!!! O burro aceita o cabresto!!!"

Aparentar na Europa que temos perto de 100% de alfabetização e frequência da escola até ao 12º ano. Uma colossal mentira!

Para isto, atacam todos os dias os professores, como se fossem os culpados de tudo o que não corre bem no ensino, pelo caminho os pais (4 milhões de votos...) são promovidos a santos e descartados de toda a responsabilidade na educação dos seus filhos (até aplaudem que no 5º e 6º anos os alunos passem a estar 11 horas por dia na escola!!! não querem filhos? Para que os tiveram?) e os alunos são promovidos a semi-deuses, podendo faltar às aulas a gosto, não trabalhando, não tendo disciplina, obrigações nem educação perante outras pessoas e estando garantida a sua passagem seja como for, e se ele não sabe nada, a culpa é do professor, claro! De repente, todos os professores que formaram milhões de Portugueses em 30 anos são incompetentes e maus profissionais, segundo este governo! Talvez devam começar a pensar que toda a base da nossa sociedade começa na educação e formação do nosso povo, senão seriam todos uns pobres labregos a trabalhar por uma Côdea de pão, e são os professores os agentes dessa formação! A base do nosso estilo de vida e da nossa sociedade!

Abram os olhos e digam a outros, pois a campanha de intoxicação das televisões por conta do governo tem impedido que as pessoas fora das Escolas saibam do que se passa!

PASSEM A PALAVRA, POIS ISTO É AINDA MUITO MAIS GRAVE DO QUE PARECE!

A avaliação do desempenho de professores, a divisão da carreira, as quotas, etc., etc., são patranhas para escamotear mais uma poupança para combater o défice!

AMBIÇÃO DESMEDIDA!

Não te esquives
Que não me comoves,
Trazes no ar a perdição,
És tu quem espezinha os pobres
Com altivez e amplidão!
Não te rias
Pois não tens beleza
E não te escondas
Que te vejo à distância,
Tens na essência
A verdadeira pobreza,
És vitima da tua ganância!
Não te disfarces
Que não vale a pena,
Não te maquilhes
Que és feia na mesma,
Não fazes parte
Dos meus projectos,
És promiscua
Sai de cena!

Ana Martins

14 novembro 2008

Resposta ao Caro anónimo indignado com a indignação dos professores...

Caros colegas, boa resposta ao Caríssimo indignado que veio aos jornais INDIGNAR-SE contra os professores, deve ser um daqueles ressabiados contra o prof. que lhe deu nega por se ter "baldado" às aulas.
Acho que é mesmo de ler. Nunca tinha pensado nisto desta forma. Incrível como trabalhamos tanto e nem damos por ela.

Caro anónimo indignado com a indignação dos professores...

Caro anónimo indignado com a indignação dos professores, homens (e as mulheres) não se medem aos palmos, medem-se, entre outras coisas, por aquilo que afirmam, isto é, por saberem ou não saberem o que dizem e do que falam.

O caro anónimo mostra-se indignado (apesar de não aceitar que os professores também se possam indignar! Dualidade de critérios deste nosso estimado anónimo... Mas passemos à frente) com o excesso de descanso dos professores: afirma que descansamos no Natal, no Carnaval, na Páscoa e no Verão, (esqueceu-se de mencionar que também descansamos aos fins-de-semana). E o nosso prezado anónimo insurge-se veementemente contra tão desmesurada dose de descanso de que os professores usufruem e de que, ao que parece, ninguém mais usufrui.

Ora vamos lá ver se o nosso atento e sagaz anónimo tem razão. Vai perdoar-me, mas, nestas coisas, só lá vamos com contas.

O horário semanal de trabalho do professor é 35 horas. Dessas trinta e cinco, 11 horas (em alguns casos até são apenas dez) são destinadas ao seu trabalho individual, que cada um gere como entende. As outras 24 horas são passadas na escola, a leccionar, a dar apoio, em reuniões, em aulas de substituição, em funções de direcção de turma, de coordenação pedagógica, etc., etc.

Bom, centremo-nos naquelas 11 horas que estão destinadas ao trabalho que é realizado pelo professor fora da escola (já que na escola não há quaisquer condições de o realizar): preparação de aulas, elaboração de testes, correcção de testes, correcção de trabalhos de casa, correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo, investigação e formação contínua. Agora, vamos imaginar que um professor, a quem podemos passar a chamar de Simplício, tem 5 turmas, 3 níveis de ensino, e que cada turma tem 25 alunos (há casos de professores com mais turmas, mais alunos e mais níveis de ensino e há casos com menos - ficamos por uma situação média, se não se importar). Para sabermos o quanto este professor trabalha ou descansa, temos de contar as suas horas de trabalho.

Vamos lá, então, contar:

1. Preparação de aulas: considerando que tem duas vezes por semana cada uma dessas turmas e que tem três níveis diferentes de ensino, o professor Simplício precisa de preparar, no mínimo, 6 aulas por semana (estou a considerar, hipoteticamente, que as turmas do mesmo nível são exactamente iguais -- o que não acontece -- e que, por isso, quando prepara para uma turma também já está a preparar para a outra turma do mesmo nível). Vamos considerar que a preparação de cada aula demora 1 hora. Significa que, por semana, despende 6 horas para esse trabalho. Se o período tiver 14 semanas, como é o caso do 1.º período do presente ano lectivo, o professor gasta um total de 84 horas nesta tarefa.

2. Elaboração de testes: imaginemos que o prof. Simplício realiza, por período, dois testes em cada turma. Significa que tem de elaborar dez testes. Vamos imaginar que ele consegue gastar apenas 1 hora para preparar, escrever e fotocopiar o teste (estou a ser muito poupado, acredite), quer dizer que consome, num período, 10 horas neste trabalho

3. Correcção de testes: o prof. Simplício tem, como vimos, 125 alunos, isto implica que ele corrige, por período, 250 testes. Vamos imaginar que ele consegue corrigir cada teste em 25 minutos (o que, em muitas disciplinas, seria um milagre, mas vamos admitir que sim, que é possível corrigir em tão pouco tempo), demora mais de 104 horas para conseguir corrigir todos os testes, durante um período.4. Correcção de trabalhos de casa: consideremos que o prof. Simplício só manda realizar trabalhos para casa uma vez por semana e que corrige cada um em 10 minutos. No total são mais de 20 horas (isto é, 125 alunos x 10 minutos) por semana. Como o período tem 14 semanas, temos um resultado final de mais de 280 horas.

5. Correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo: vamos pensar que o prof. Simplício manda realizar apenas um trabalho de grupo, por período, e que cada grupo é composto por 3 alunos; terá de corrigir cerca de 41 trabalhos. Vamos também imaginar que demora apenas 1 hora a corrigir cada um deles (os meus colegas até gargalham, ao verem estes números tão minguados), dá um total de 41 horas.

6. Investigação: consideremos que o professor dedica apenas 2 horas por semana a investigar, dá, no período, 28 horas (2h x 14 semanas).

7. Acções de formação contínua: para não atrapalhar as contas, nem vou considerar este tempo.

Vamos, então, somar isto tudo:

84h+10h+104h+280h+41h+28h=547 horas.

Multipliquemos, agora, as 11horas semanais que o professor tem para estes trabalhos pelas 14 semanas do período: 11hx14= 154 horas.

Ora 547h-154h=393 horas. Significa isto que o professor trabalhou, no período, 393 horas a mais do que aquelas que lhe tinham sido destinadas para o efeito.

Vamos ver, de seguida, quantos dias úteis de descanso tem o professor no Natal.

No próximo Natal, por exemplo, as aulas terminam no dia 18 de Dezembro. Os dias 19, 22 e 23 serão para realizar Conselhos de Turma, portanto, terá descanso nos seguintes dias úteis: 24, 26, 29 30 e 31 de Dezembro e dia 2 de Janeiro. Total de 6 dias úteis. Ora 6 dias vezes 7 horas de trabalho por dia dá 42 horas. Então, vamos subtrair às 393 horas a mais que o professor trabalhou as 42 horas de descanso que teve no Natal, ficam a sobrar 351 horas. Quer dizer, o professor trabalhou a mais 351 horas!! Isto em dias de trabalho, de 7 horas diárias, corresponde a 50 dias!!! O professor Simplício tem um crédito sobre o Estado de 50 dias de trabalho. Por outras palavras, o Estado tem um calote de 50 dias para com o prof. Simplício.

Pois é, não parecia, pois não, caro anónimo? Mas é isso que o Estado deve, em média, a cada professor no final de cada período escolar.

Ora, como o Estado somos todos nós, onde se inclui, naturalmente, o nosso prezado anónimo, (pressupondo que, como nós, tem os impostos em dia) significa que o estimado anónimo, afinal, está em dívida para com o prof. Simplício. E ao contrário daquilo que o nosso simpático anónimo afirmava, os professores não descansam muito, descansam pouco!


Veja lá os trabalhos que arranjou: sai daqui a dever dinheiro a um professor. Mas, não se incomode, pode ser que um dia se encontrem e, nessa altura, o amigo paga o que deve.

NOTA: Estes calculos não foram feitos para todos os professores, pois alguns têm 5 níveis de ensino, saberá o anónimo indignado, o que isso é?
-

Carta aberta aos líderes mundiais que comparecerão à cimeira de 15 de Novembro na Casa Branca acerca dos mercados financeiros e a economia mundial


por: Paul Davidson e Henry C.K. Liu


Caros líderes do mundo:


O Inverno de 2008-2009 provará ser o inverno do descontentamento económico global a marcar a rejeição da ideologia enviesada de que mercados financeiros globais não regulamentados promovem a inovação, a eficiência do mercado, o crescimento sem restrições e a prosperidade sem fim ao mesmo tempo que reduzem o risco através da sua difusão por todo o sistema. Durante mais de três décadas a corrente dominante de economistas neoliberais pregou, e os reguladores aceitaram, o mito da eficiência dos mercados não regulamentados, ignorando a lição crítica proporcionada pela análise de John Maynard Keynes da interconexão dos mercados financeiros e do sistema de pagamentos internacional.


Aqueles que não aprendem as lições da história estão destinados a repetir as suas tragédias. Os economistas neoliberais nas últimas três décadas negaram a possibilidade de uma repetição da destruição da Grande Depressão à escala mundial após o colapso da bolha especulativa criada pelos mercados financeiros sem restrições dos EUA dos "Frenéticos anos 20". Eles enganaram-se a si próprios ao pensar que a falsa prosperidade construída sobre a dívida poderia ser sustentável com complacência monetária. Agora a história está a repetir-se, desta vez com o vírus novo e mais letal que infestou os mercados financeiros globais desregulamentados: a "inovadora" titularização de dívidas, as finanças estruturadas e as operações bancárias independentes inundadas com o excesso de liquidez libertado por bancos centrais acomodatícios. Uma maciça estrutura de riqueza fantasma foi construída sobre a areia movediça da manipulação da dívida. Esta bolha da dívida finalmente implodiu em Julho de 2007 e agora está a ameaçar deitar abaixo todo o sistema financeiro global e a provocar um colapso económico a menos que liderança política esclarecida adopte medidas correctivas numa escala global.


O problema das hipotecas sub-prime dos EUA que começou em 2007 redundou como era de esperar num pântano que provocou a falha dos mercados financeiros interconectados e ameaçou a viabilidade de instituições financeiras à escala mundial pelo contágio propagado à velocidade electrónica através de um antiquado e disfuncional sistema internacional de pagamentos.


Para deter o colapso financeiro global, pode-se aprender muito com a visão de Keynes de como o sistema internacional de pagamentos deveria funcionar para permitir a cada país promover uma política de pleno emprego sem ter de temer problemas de balança de pagamentos ou permitir que incidentes financeiros infectem o sistema bancário interno e sistemas financeiros não-bancários.


Uma outra Grande Depressão pode ser evitada se os líderes mundiais reconsiderarem o sistema analítico de John Maynard Keynes que contribuiu para a era dourada do primeiro quarto de século após a Segunda Guerra Mundial. Os signatários e outros há muito advogam uma nova arquitectura financeira internacional baseada numa versão actualizada para o século XXI do Plano Keynes originalmente proposta em Bretton Woods no ano de 1944.


Esta nova arquitectura financeira internacional tem como objectivo criar (1) um novo regime monetário global que opere sem divisa hegemónica, (2) um relacionamento do comércio global que apoie o desenvolvimento interno ao invés de retardá-lo e (3) um ambiente económico global que promova incentivos a cada país para promover o pleno emprego e aumentar os salários da sua força de trabalho.


Atentamente, Paul Davidson

Editor,
Journal of Post Keynesian Economics
Visiting Scholar
Schwartz Center for Economic Policy Analysis,
The New School, New York

Henry C.K. Liu
Visiting Professor of Global Development,
Department of Economics,
University of Missouri-Kansas City

Texto original em: http://henryckliu.com/page174.html e

http://atimes.com/atimes/Global_Economy/JK08Dj06.html
Lista parcial de apoiantes:
Irma Adelman
Professor in Graduate School
University of California at Berkeley

Olivier Allain
Associate Professor in Economics
Université Paris Descartes
France

Philip Arestis
Director of Research
University of Cambridge, UK

Dr. George Argitis
Senior Lecturer
Dept. of Economics
University of Athens

Angel Asensio
University Paris 13
Member of the ADEK and PKSG

H. Sonmez Atesoglu
Professor of Economics
School of Business,
Clarkson University
Potsdam, NY

Rainer Bartel
Associate Professor of Economics
Johannes Kepler University
Linz, Austria

Renaud Bellais, Ph.D.
Associate Professor in Economics
French Army Academy (Saint Cyr)
Manager for European Defence and Security Affairs
Institutional Relations,
EADS ASTRIUM
Paris

Janine Berg
Senior Labour Economist
International Labour Office
Brasilia, Brazil

Dr Dirk Bezemer
University of Groningen
The Netherlands

Dr. Wolfgang Blaas
Associate Professor
Department of Spatial Development,br> Infrastructure and Environmental Planning,

Centre of Public Finance and Infrastructure Policy
Vienna University of Technology

W. Robert Brazelton.
Professor-Emeritus/Economics
University of Missouri-Kansas City


Luiz Carlos Bresser Pereira
Professor Emérito da Fundação Getúlio Vargas
-Brazil

Christopher Brown
Professor of Economics
Arkansas State University


Paul D. Bush
Professor Emeritus of Economics
California State University, Fresno


Fernando J. Cardim de Carvalho
Professor of Economics
Institute of Economics,
Federal University of Rio de Janeiro, Brazil

Àngels Martínez i Castells
Economist.
Former professor of Barcelona University

Massimo Cingolani
Directorate for Operations in the European Union and Candidate Countries
European Investment Bank
Luxembourg

Laurent Cordonnier
Assistant Professor
Faculty of economics and social sciences
Lille 1 University
France

Eugenia Correa
Posgrado de Economía
Universidad Nacional Autónoma de México

Dr. James M. Cypher
Researcher-Professor, Economics
Doctorate in Development Studies
Universidad Autonoma de Zacatecas,
Zacatecas, Mexico

Georgios Daremas
Senior Lecturer
Dept of Communication and Media,
University of Indianapolis, Athens-campus.

Sheila C. Dow
Professor
Department of Economics
University of Stirling
Scotland, UK

Miguel Angel Duran.
Lecturer in Economic Theory
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Luca Fantacci
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Bocconi University
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Fluminense Federal University in Rio de Janeiro, and
Executive Secretary
National Association of Postgraduates Programs in Economics.

Marica Frangakis
Member of the Board of the Nicos Poulantzas Institute
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Jorge GARCIA-ARIAS
Associate Professor of Economics
Department of Economics
University of Leon, Spain

Anna Mª Garriga
economist
Barcelona, Spain

Marilena Giannetti
Department of Public Economics
University of Rome "La Sapienza"
Italy

Alicia Girón
Instituto de Investigaciones Económicas
Universidad Nacional Autonoma de México

Claude Gnos
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Université de Bourgogne and Cemf
France

Ian Gough AcSS
Professor of Social Policy
University of Bath
UK


Eric R. Hake
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Eastern Washington University

Han Deqiang
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Beijing University of Aeronautics


Geoff Harcourt
Professor Emeritus
Reader in the history of Economic Theory
Cambridge University

Distinguished Fellow of the History of Economics Society
Visisting Professor Fellow, University of New South Wales.


John T. Harvey
Professor of Economics
Texas Christian University


Baban Hasnat
Professor
Dept. of Business Administration & Economics
The College at Brockport
State University of New York
USA

Geoffrey M. Hodgson
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University of Hertfordshire
Hatfield, UK

Jörg Huffschmid
Professor of economic policy and political economy
University of Bremen, Germany

Edwin le Heron
Sciences Po Bordeaux
France

Bo Jonsson
Retired economist from the Swedish LO and the ITUC (formerly ICFTU)
Member of the administrative board of the European Institute for Asian Studies
Brussels, Belgium

Tadeusz Kowalik
Professor of Economics and Humanities
Polish Academy of Sciences
Warsaw, Poland

Dany Lang
Maître de Conférences at the University of Paris


Lena Lavinas
Assistant Professor of Welfare Economics
Institute of Economics at the Federal University of Rio de Janeiro
Brazil


Frederic S. Lee
Professor
Department of Economics
University of Missouri
Kansas City - USA


Hoesung Lee
Professor of Economics
College of Environment

Keimyung University
Daegu, Korea


Noemi Levy-Orlik
Professor
Economic Department
National Autonomous University of Mexico (UNAM)


Li, Chang-ping
Hebei University-China Village
Construction Reaserch Center Director


Henry van Maasakker
Economist.
Euromemorandumgroup
The Netherlands


Ricardo Paes Mamede
Professor of Economics at ISCTE
Lisbon University Institute


Wesley Colin Marshall
Professor of Economics
Universidad Nacional Autonoma de Mexico

Brent McClintock
Associate Professor of Economics
Department of Economics
Carthage College
Kenosha, Wisconsin


John McCombie
Director,
Cambridge Centre for Economic and Public Policy
Department of Land Economy
University of Cambridge, UK


Sergio Cabrera Morales
Economics Faculty
Universidad Nacional Autónoma de México


Tracy Mott
Associate Professor
Dept. of Economics
University of Denver

Antonio Carlos Macedo e Silva
Instituto de Economia - UNICAMP
Campinas (SP) Brazil

Alcino Ferreira Camara Neto
Dean of Law and Economics
Federal University of Rio de Janeiro
Brazil

Paulette Olson
Professor
Department of Economics
Wright State University
Dayton, Ohio

Ozlem Onaran
Associate Professor
Vienna University of Economics
Austria

Walter O. Ötsch
Head of the Centre for Social and Cross-cultural Competency
Johannes Kepler Universität
Linz, Austria

Athanasios G. Papaioannou
Professor
University of Thessaly
Greece


Jorgen Lindgaard Pedersen
Associate Professor
Technical University of Denmark


Maria Cristina Penido de Freitas
Brazilian Economist,
Ph. D. on Economics by University Paris

Wolfgang Polt
Head of Vienna Office of Joanneum Research
Institute for Technology and Regional Policy
Vienna

Daniela Magalhães Prates
Professor of the Economy Institute of University of Campinas
Brazil

Alcino F. Camara Neto
Professor and Dean
Federal University of Rio de Janeiro
Brazil

Clyde Prestowitz
President
The Economic Strategy Institute
Washington D.C.

Dr. Werner Raza
Austrian Chamber of Labor and
Vienna University of Economics and Business Administration
Austria

Colin L. Richardson
Internet Economist

William Penney
Laboratory
Imperial College, London

Louis-Philippe Rochon
Associate Professor
Laurentian University
Canada

Jacqueline Runje
PRESOM Coordination Assistant
University of Dortmund
Faculty of Spatial Planning
IRPUD Institute of Spatial Planning
Germany

Zdzislaw L. Sadowski
Professor of Development Economics
University of Warsaw
Poland

Irma Erendira Sandoval
Social Science Research Institute
Universidad Nacional Autónoma de México

Prof. Dr. Thomas Sauer
Professor für Volkswirtschaftslehre - of Economics
FB Betriebswirtschaft - Dep. of Business Administration
Fachhochschule Jena - University of Applied Sciences

Jena, Germany

Ingo Schmidt
Labour Studies
Athabasca University
Canada

Prof. Dr. herbert Schui
Former professor of economics
University for Economics and Policy


Hamburg, Germany
M.P. at the Deutscher Bundestag
Parliamentary Group DIE LINKE Economic Spokesman


Mario Seccareccia
Professor of Economics,
University of Ottawa,
Canada
Editor,
International Journal of Political Economy


Mark Setterfield
Professor of Economics
Trinity College, CT USA

Anwar Shaikh
Professor of Economics
Department of Economics, Graduate Faculty
New School for Social Research


Catherine SIFAKIS,
assistant professor of Economics
University P. Mendès France of Grenoble
France


Jeffrey Sommers
Visiting Professor
Stockholm School of Economics in Riga


Dr. Engelbert Stockhammer
Dept of Economics
Vienna University of Economics and Business
Vienna, Austria


Dr. Servaas Storm
Dept of Economics,
faculty TPM,
Delft University of Technology
The Netherlands


James I. Sturgeon
Professor of Economics & Economics Department Chair
University of Missouri-Kansas City
Senator Eduardo Matarazzo Suplicy (PT-SP)
Brazil


Prof. Dr. Claus Thomasberger
Faculty of Economics
University of Applied Sciences
Berlin, Germany


Éric Tymoigne
Assistant Professor
Department of Economics
California State University, Fresno


Cathleen Whiting
Associate Professor of Economics
Willamette University


Gregorio Vidal
Department of Economics, Posgraduate Programme
Universidad Autónoma Metropolitana
Mexico

Roderich Wahsner
Professor Emeritus of Labor Law
University of Bremen
Germany


L. Randall Wray
Research Director
Center for Full Employment and Price Stability
Department of Economics
University of Missouri-Kansas City
Senior Scholar


Levy Economics Institute
dr.Emiel F.M. Wubben
Wageningen University & Researchcenter
Business Administration/ Management Studies Group/ Bedrijfskunde
Social Sciences Group
Wageningen, The Netherlands

Haibo Yan
Associate professor
Postdoctoral Mobile Research Station
Institute of Economics
Chinese Academy of Social Sciences

Bin Yang
Associate Research Fellow
Institute of Industrial Economy
Chinese Academy of Social Sciences



11 novembro 2008

SÃO HIPÓCRITAS E GORDOS!

O Banco Alimentar Contra a Fome deve ser uma Organização dominada por burgueses de «barriga tonelada». Ao rejeitar uma oferta de toneladas de comida que a JSD, Juventude Social-democrata, lhes quis oferecer, aquela Organização mostrou o carácter dos seus dominadores: gordos. Querem lá saber dos pobres! Querem mostrar que sim, mas a verdade é que são uma cambada de hipócritas que procuram assento noutras bandas... Quanto à JSD, Juventude Social-democrata, peço-lhes que continuem na luta de bem-fazer e não se intimidem com estes desvarios da gordura que ainda reina, até no Banco Alimentar Contra a Fome. Força, JSD! Nada de ressentimentos. Lutar para minimizar a tristeza e fome dos mais desfavorecidos é uma causa justa e uma grande causa. Tenho a certeza que vós, JSD, tendes o apoio de todos os portugueses honestos e dotados de sentimentos. Parabéns Juventude Social-democrata.

David Santos

FRAUDE DIVULGUEM

VIA VERDE - FRAUDE - DIVULGUEM...

Atenção a todos os que usufruem do serviço de Via Verde - FRAUDE


A Via Verde acaba de adoptar uma técnica para aquisição de novos contratos.


Tendo em conta a relativa diminuição de celebração de novos contratos,
a Via Verde optou por adoptar uma manobra fraudulenta, assim os
identificadores com mais de 3 anos (garantia dos mesmos)
automaticamente começam a dar sinal amarelo.


Os seus proprietários ingenuamente deslocam-se às Instalações da BRISA
no sentido de substituir a pilha, quando 3 dias depois e surpreendido
com a informação de que o seu contracto cessou devido a uma avaria no
identificador (?????), perante esta realidade a situação mais lógica
seria a substituição do identificador mesmo, no entanto a Via Verde
obriga a celebração de um novo contrato, obrigando assim todos os
clientes a aderirem a novas taxas de aluguer de identificadores. (10
Eur anuais ou o pagamento de 30 Eur para aquisição do identificador).


Com esta manobra fraudulenta, a Via Verde consegue 3 coisas:


- Renovação de Contratos

- Encaixe financeiro (ex.: na passada 5ª Feira mais de 100 pessoas
foram obrigadas a celebrar novos contratos, isto só na estação de
Carcavelos, entre as 17:00 e as 19:00);

- Encerrar contratos antigos que eram justos para os clientes, e menos
rentáveis para a Via Verde.


Estejam alerta e divulguem o mais possível para parar este fraude.

ACTUALIZAÇÃO EM 2008/11/21 (Por Beezzblogger)

Face aos comentários, proferidos, depois de se saber a verdade, o Moderador, decidiu, ao abrigo da liberdade de expressão, e do contraditório, colocar aqui, a defesa da Brisa, detentora da VIA VERDE.

Práticas fraudulentas na relação comercial com os clientes Via Verde

Face ao boato, anónimo e difamatório, divulgado através da Internet nos últimos dias, que acusa injustamente a Via Verde de práticas fraudulentas na gestão da relação comercial com os seus clientes, a Via Verde Portugal considera indispensável fazer os seguintes esclarecimentos: 1. a Via Verde Portugal desenvolveu, em 2004, um novo contrato de adesão, tendo em vista a necessidade de adaptar o regime contratual da Via Verde às novas funcionalidades e aplicações deste serviço que começaram a ser introduzidas, a partir de 2002, e às novas exigências dos seus clientes, do ponto de vista do serviço prestado; 2. o novo contrato de adesão à Via Verde, que entrou em vigor, em Outubro de 2004, para as novas adesões e para todos os clientes com contrato antigo que manifestaram a vontade de adoptar o novo contrato, foi desenvolvido no interesse do cliente, num processo que envolveu a participação da DECO; 3. a Via Verde Portugal desmente categoricamente quaisquer mudanças de contrato forçadas, contrárias à lei e à boa-fé; 4. a Via Verde Portugal repudia o texto divulgado, nos últimos dias,na Internet, com conteúdo difamatório idêntico ao de outro boato divulgado em Fevereiro de 2005, que relata uma prática que não existe, bem como pretensos casos reais que nunca existiram. 5. a Via Verde Portugal adverte que irá proceder judicialmente contra os autores deste boato anónimo e difamatório e contra quem promover a sua difusão.

12-11-2008

09 novembro 2008

MAS DE QUEM SE TRATA, AFINAL?

Maria José Nogueira Pinto salpicou o focinho de badalhoquice. Badalhoca! «É um ultraje dar 80 euros aos reformados, pois este dinheiro só servirá para eles beberem cervejas, comerem doces e, até, serem roubados pelos filhos» Ao dizer que o complemento de reforma de 80 euros para os reformados que vivem na miséria, aquela senhora espalhou o verniz ao longo do focinho e, assim, mostrou a sua verdadeira face. Então aquele complemento apenas servirá, segundo a autora, para cervejas, doces e ser roubado pelos familiares dos nossos pobres reformados... Badalhoca! Não falou acerca dos ordenados dela própria nem dos das seitas do PS e PSD que têm vindo, ao longo dos anos, a sacar da Banca e de algumas empresas públicas... Badalhoca! Mas, infelizmente, o povo português, incluindo os próprios reformados vítimas destas badalhoquices, parece não querer abrir os olhos. Eu ainda gostava de saber como é que aquela senhora leva a vida. «Varrer com a língua», digo eu!

David Santos

08 novembro 2008

O CRIME COMPENSA...


Ficou-se a saber ontem, que Fátima Felgueiras, foi condenada pelo menos por 3 crimes a 3 anos e 3 meses de pena suspensa com perda de mandato. Deram como provados os crimes de que foi acusada mas o seu advogado, Artur Marques, já fez Saber que vai recorrer da sentença que atrasará pelo menos 1 ano, em caso do recurso não ser aceite, do trânsito em julgado desta sentença proferida ontem e assim a Fátima fica no cargo até ao final, podendo mesmo voltar a candidatar-se nas próximas Autárquicas.

Mais uma palhaçada da nossa (in)justiça, a senhora afinal apesar de ter culpa, não vai ser privada da liberdade, andou fugida à justiça, gozou com a cara de todos os Portugueses, e por fim, sai de cabeça erguida num tom desafiador bradando aos céus e dizendo "Afinal o crime compensa..."

Triste Portugal, onde irás parar? Também uma coisa é certa, existem muitas "Fatinhas" neste Cantinho ajardinado, que como ela se governam, e ela só se encalhou porque não deixou mais nenhum do PS ir para Felgueiras "Mamar", para isso ela é a mais competente.

Prémio

Prémio
Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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