09 janeiro 2014

Doente terminal apto para trabalhar - Chocante, revoltante!

       Este é o Portugal de hoje, pior que uma selva, levado pela mão de políticos, que se governam a si mesmos, levando o país para a bancarrota, este é também um país onde há médicos que nunca o seriam, se a vocação para o exercicio da medicina fosse um critério no acesso à profissão, são bem exemplo alguns dos que prestam serviço nas juntas médicas, nomeadamente na cidade do Porto. É por isso um país que continua a sustentar funcionários públicos incompetentes e irresponsáveis, pagos com o dinheiro de quem mal tratam. Outro exemplo negativo é a Segurança Social da Maia que tem alguns funcionários bem conhecidos dos utentes, que são uns incompetentes ( que me desculpem os que são competentes, que felizmente os há).
       A história de prestarem informações incompletas e erradas é por demais conhecida, assim como a má educação no atendimento.
 
       Esta reportagem que vemos no video é mais uma prova da incompetência e insensibilidade,
revolta-me e entristece-me, os individuos envolvidos nesta triste história, médicos e funcionários da segurança social, deveriam ser alvo de processos disciplinares e colocados no olho da rua, estão a ser pagos pelo erário público. Se por acaso são ordens dos senhores governantes, para limitação de despesas, estes deveriam responder por essas mesmas decisões.
 
        É triste, muito triste mesmo!
 

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2 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Em todos os lugares existem bons e maus funcionários. Erros médicos e informações incompletas.
Das finanças à saúde ou aos serviços de limpeza.
Quando existem erros é preciso repará-los e se houve má informação é necessário rectificar.
Não estou a defender ninguém. Hoje existe um livro onde podemos escrever as nossas reclamações e eles têm um prazo para nos remeter uma resposta.
No caso do Doente deverá no prazo indicado requerer uma junta de recurso para reavaliarem a sua situação.

victor simoes disse...

Amigo Luís, concordo que em todo o lado há bons e maus funcionários, mas decisões como as que vemos no vídeo são surreais e extravazam o minimo do pudor moral e ético, exigível a qualquer funcionário.
Para decisões destas por parte de juntas médicas, não precisariamos de estar pagar a médicos para integrarem este serviço. Qualquer um poderia segundo o seu próprio arbítrio decidir, mais nãoé preciso ser médico para confirmar a incapacidade da pessoa aqui presente à junta médica. Note-se também que é a terçeira junta a que o senhor é apresentado.
Por último, é verdade que existem os livros de reclamações, mas como sabemos a maior parte das pessoas a quem estas situações se deparam, não sabem fazê-las e aínda têm receio de serem mais prejudicadas pelo facto de reclamarem.

PS: Suponho que o meu amigo não viu o vídeo da reportagem. Mas veja-o e concordará concerteza, que as juntas médicas, neste e noutros casos, não falharam inocentemente. A meu ver o utente teve azar no dia e na hora em que foi presente à junta, pois já teriam ultrapassado o numero de deferimentos autorizados.

Um grande abraço.

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