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03 outubro 2013

"Quando uma criança morre de fome ela é assassinada" - Jean Ziegler

“10 empresas controlam 85% dos alimentos”

Depois de Josué de Castro,   (Recife, 5/09/1908 - Paris, 24/09/1973), com a sua obra Geopolítica da Fome, o sociólogo suíço Jean Ziegler vem de novo trazer para o debate este tema, de que tanto se tem falado e quase nada se tem feito, com o lançamento do seu livro em português “Destruição em Massa – Geopolítica da Fome” (Editora Cortez).
Os Objectivos de desenvolvimento do milénio(ODM)  são o exemplo do falhanço de tudo o que seja  sujeito aos interesses instalados (uma critica do Sul)  das grandes corporações mundiais e das políticas neo-liberais.

 




 
O sociólogo suíço Jean Ziegler, ex-relator especial para o Direito à Alimentação da Nações Unidas (ONU), denunciou que a fome é um dos principais problemas da humanidade, num debate a 13 de Maio 2013,  durante a 6ª edição do Seminário Anual de Serviço Social, que decorreu no Teatro da Universidade Católica (TUCA), em São Paulo (Brasil).




"- O direito à alimentação é o direito fundamental mais brutalmente violado. A fome é o que mais mata no planeta. A cada ano, 70 milhões de pessoas morrem. Destas, 18 milhões morrem de fome. A cada 5 segundos, uma criança no mundo morre de fome – disse Ziegler.
 
Na década de 1950, 60 milhões de pessoas passavam fome. Atualmente, mais de um bilião ( bilhão).
 
- O planeta nas condições atuais poderia alimentar 12 biliões (bilhões) de pessoas, de acordo com um estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Não há escassez de alimentos. O problema da fome é o acesso à alimentação.
 Portanto, quando uma criança morre de fome ela é assassinada – completou.

Ziegler afirma que é a primeira vez que a humanidade tem condições efetivas de atender às necessidades básicas de todos. Depois do fim da Guerra Fria, mais especificamente em 1991, a produção capitalista aumentou muito, chegando ao dobro em 2002. Ao mesmo tempo, essa produção seguiu um processo de monopolização das riquezas.
 
 Hoje, 52,8% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial está nas mãos de empresas multinacionais.
A concentração da riqueza nas mãos de algumas empresas faz com que os capitalistas tenham uma grande força política.

- O poder político dessas empresas foge ao controlo social, 85% dos alimentos de base negociados no mundo são controlados por 10 empresas. Elas decidem cada dia quem vai morrer de fome e quem vai comer – afirmou Ziegler.
 
O sociólogo ainda relatou que essas empresas estão blindadas pela tese neoliberal de que o mercado não deve ser regulado pelo Estado,  segundo Ziegler, na Guatemala, 63% da terra está concentrada na mão de 1,6% dos produtores.
 
- A primeira reivindicação que fiz, após a missão, foi a realização da Reforma Agrária no país. Fui rechaçado, pois uma intervenção no mercado não seria possível. Não havia sequer um cadastro de terras: quando os latifundiários querem aumentar as suas terras, mandam pistoleiros atacar a população maia que vive em redor
.
Especulação
A especulação financeira dos alimentos nas bolsas de valores é um dos principais fatores para o crescimento dos preços do cabaz (cesta) básico(a) nos últimos dois anos, dificultando o acesso aos alimentos e causando a fome.

De acordo com o Banco Mundial, 1,2 biliões (bilhão) de pessoas encontram-se em extrema pobreza, subsistindo com menos de um dólar diário . Segundo Zigler, quando o preço dos alimentos explode, essas pessoas não os podem comprar.
 
- Apesar de a especulação ser algo legal, permitido pela lei, isso é um crime. Os especuladores deveriam ser julgados num tribunal internacional por crime contra a humanidade – denunciou Ziegler.
 
A política de agrocombustíveis, que, além de utilizar terras que poderiam produzir comida, transforma alimentos em combustível, é mais um agravante. Para o sociólogo, é inadmissível usar terras para produzir combustível em vez de alimentos num mundo onde a cada cinco segundos uma pessoa morre de fome.
 
Política da fome
Ziegler afirma que não se pode naturalizar a fome, que é uma produção humana, criada pela sociedade desigual no capitalismo. Prova disso são as diversas políticas agrícolas praticadas tanto por empresas e subsidiadas por instituições nacionais e internacionais.
 
O dumping agrícola consiste em subsidiar alimentos importados em detrimento dos alimentos produzidos internamente. De acordo com Ziegler, os mercados africanos podem comprar alimentos vindos da Europa a 1/3 do preço dos produtos africanos. Os camponeses africanos, dessa forma, não conseguem produzir para se sustentar.

Ziegler denunciou o “roubo de terras”, que é o aluguer (aluguel) ou compra de terras  num país por fundos privados e bancos internacionais, que ocorreu com mais de 202 mil hectares de áreas férteis em África, com crédito do Banco Mundial e de instituições financeiras Africanas.
 
Os camponeses, são expulsos das terras para favelas. Esse processo tem sido intensificado uma vez que os preços dos alimentos aumentam com a especulação imobiliária.
 
O Banco Mundial justifica o roubo de terras com o argumento de que a produtividade do camponês africano é baixa até mesmo em ano normal, com poucos problemas. Um hectare gera no máximo 600 kg por ano,  enquanto que em Inglaterra ou no Canadá, um hectare gera uma tonelada. Para o Banco Mundial, é mais razoável dar essa terra a uma multinacional capaz de investir capital e tecnologia do que continuar na mão do camponês.
 
- Essa não é a solução. É preciso dar os meios de produção ao camponês africano. A irrigação é pouca, não há adubo animal ou mineral nem crédito agrícola, e a dívida externa dos países impedem que eles invistam na agricultura – defende Ziegler.
 
Soluções
Segundo Ziegler, a única forma de mudar as políticas que perpetuam a fome é por meio da mobilização e pressão popular. Devemos exigir dos ministros de finanças na assembleia do Fundo Monetário Internacional que votem pelo fim das dívidas externas e mobilizarmo-nos para impedir o uso de agrocombustíveis e acabar com o dumping agrícola.
 
- A única coisa que nos separa das vítimas da fome é que elas tiveram o azar de nascer em regiões onde existe fome."

José Coutinho Júnior
Da Página do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)

01 janeiro 2011

Ensitel cai no inferno das redes sociais

Caríssimos, por achar bastante interessante aqui fica a história de uma consumidora que faz história na nossa blogosfera, pela sua preserverança e sobretudo por saber aproveitar os recursos que a internet coloca ao dispor dos cidadãos. Este é um objectivo de A Voz do Povo, denunciar as tropelias que todos os dias os cidadãos são vítimas, quer por parte de grandes consórcios empresariais, quer por parte dos organismos públicos, assim como manifestar o descontentamento ou contentamento, relativamente à forma como o nosso país é governado pelos políticos, esta é uma forma de luta, é também uma forma de exercer a cidadania.
Congratulo-me pois com a resolução deste caso anunciado já pela empresa Ensitel e pela Maria João Nogueira, no último dia do ano de 2010.

Um abraço, e votos de um Bom Ano de 2011

Victor Simões


Ensitel cai no inferno das redes sociais

por: Ana Rita Guerra, Publicado em 29 de Dezembro de 2010 no ionline

A cadeia de electrónica Ensitel está debaixo de fogo na internet e enfrenta uma das piores crises de reputação de que há memória em Portugal, depois de alegadamente se ter recusado a trocar um telemóvel avariado que ainda estava dentro da garantia.

O caso recua a 2009 mas explodiu ontem nas redes sociais porque a consumidora em causa, Maria João Nogueira, recebeu uma citação do tribunal intimando-a a constituir advogado. Motivo: escreveu vários posts a contar a experiência com o telemóvel e foi contactada pelos advogados da Ensitel para que apagasse esses textos, pedido ao qual não acedeu. Agora diz que a Ensitel quer ir para tribunal e forçá-la a retirar os sete textos que explicam em pormenor a saga do Nokia E71.

O problema é que estamos na era das redes sociais e Maria João Nogueira é nada menos do que a coordenadora da equipa de blogues do Sapo, e uma das bloguistas mais conhecidas da internet nacional. Ou seja, a história tornou-se viral em poucas horas. A contenda do jonasnuts (nome do blogue de Maria João Nogueira) era o tópico mais partilhado na comunidade portuguesa no Twitter e a página da Ensitel no Facebook foi entupida de insultos. Vários sites reportaram a história e os links que apontam para o blogue de Maria João Nogueira multiplicaram-se.

Entretanto, algumas centenas de utilizadores do Facebook começaram a queixar-se de que tanto os links para o jonasnuts como os seus comentários na página da Ensitel estavam a ser apagados. A blogosfera imediatamente gritou "censura", a palavra espalhou-se rapidamente e os insultos passaram a ser às dezenas por minuto. A empresa, que sofreu um autêntico festival de enxovalho na internet, acabou por emitir um comunicado a meio da tarde de ontem ( 28 de Dezembro ).

"A Ensitel não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação [...] apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável", escreve.


A decisão a que se refere em comunicado é a do centro de arbitragem de conflitos de consumo de Lisboa, onde o caso chegou, e que foi no sentido de que a cliente deveria entregar o aparelho à Ensitel para que fosse arranjado - o que Maria João Nogueira recusou.



"A Ensitel está a precisar de contratar uma empresa de relações públicas, mais do que uma sociedade de advogados", escreveu a bloguista na segunda-feira, depois de referir o documento de 31 páginas que recebeu do tribunal. "Portanto, a Ensitel não gosta que os clientes expressem livremente a sua opinião. A liberdade de expressão é muito linda e coiso e tal, mas só quando não chateia", escreve.



O relato Toda a história pode ser lida nos sete posts publicados desde 27 de Fevereiro de 2009, em www.jonasnuts.com. A consumidora recebeu um Nokia E71 que, no segundo dia de uso, apresentava falhas na luz do ecrã. Foi à loja para trocá-lo mas informaram-na de que não havia mais em stock, pelo que devia ir à Nokia para que lho reparassem. A marca respondeu que era responsabilidade da Ensitel trocar o aparelho - e afinal apareceu outro em stock, mas numa segunda loja encontraram "um risco no ecrã" que, segundo a consumidora, era inexistente.

"Várias reclamações e quase dois anos depois, a Ensitel quer levar a consumidora a tribunal por causa dos posts no blogue e milhares de portugueses juram que nunca mais entram numa loja da marca. "


10 junho 2010

10 de Junho

Estou a ouvir o toque de silêncio nas cerimónias do 10 de Junho presididas por Sua Excelência o Presidente da República e medito no que seria esta cerimónia no próximo ano se fosse presidente o locutor da Rádio de Argel a quem se deve a morte de alguns daqueles falecidos em combate a quem neste momento se presta homenagem.

Valerá a pena meditar neste pormenor nacional da história recente e no momento futuro próximo de que nestes dias se fala.

02 março 2009

EXERCER O DIREITO DE CIDADANIA...





Hoje, quero aqui lançar um desafio, que nos foi este também lançado, pela autora do blog "Portaria Ilegal", surgindo duma ideia vinda do Brasil, que consiste no seguinte:

  • Escolher um Político, de uma Câmara, Junta ou mesmo da Assembleia da Républica
  • Efectuar, um e-mail e/ou carta a pedir esclarecimentos sobre a sua actuação, pedindo o envio da sua agenda de trabalho, propostas e projectos.
  • Enviar, as nossas sugestões, críticas e elogios, sempre que entenderem por necessário.
É certo, que muitos políticos, não gostam de ver assim o controle dos cidadãos, mas é um direito que nos assiste, devemos exerce-lo, e não só criticar. Este texto, está aberto a sugestões, a ideias, sobre quais os políticos a serem acompanhados.

Peço portanto, que dêem sugestões, que serão bem vindas, e analisadas em conselho de autores do blog, para posteriormente, numa outra oportunidade, ser lançado o desafio, ao político que acharmos em conjunto, acompanhar.

Criticar, é fácil, sugerir é que é difícil...

Ajuda o teu país, exercendo a tua cidadania.

09 dezembro 2007

UM ACTO DE PURA CIDADANIA...

Recebi por e-mail, por pessoa devidamente identificada, e resolvi partilhar convosco, aqui fica:

FARMACÊUTICO DORME TRANQUILO

Muitas clientes de Carlos de Almeida não podiam pagar a vacina contra o cancro do Colo do Útero. Então, decidiu vendê-la sem lucro. Carlos Almeida, 47 anos, director técnico da Farmácia de Santa Catarina no Porto, desenvolveu um projecto filantrópico com repercussões vitais na saúde das mulheres portuguesas:
- Abdicou das margens de lucro das duas vacinas preventivas do cancro do colo do útero à venda no mercado, ficando as duas ao mesmo preço. "Não preciso ganhar dinheiro com este medicamento, porque vejo que há uma extensa série de pessoas que não a consegue comprar. E essa imagem é mesmo muito triste", explicou ao 24 Horas. Com a consciência atormentada, este João Semana das farmácias decidiu fazer alguma coisa. Vende as vacinas ao preço que as compra, possibilitando a mais gente o acesso a um eficaz meio de prevenção de uma das doenças mais mortífereas do sexo feminino. " Pensei fazer um desconto, mas ainda assim era cara. Não fiz acordo com laboratórios nem com ninguém quando decidi vender a preço de custo. Não tenho lucro, mas pelo menos durmo de consciência tranquila", diz. As duas vacinas custam 481 e 433 Euros e a Famácia Santa Catarina está a vendê-las a 390 Euros - ainda assim um preço alto para uma grande maioria de famílias, principalmente numerosas. Ciente das dificuldades, Carlos Almeida, lembrou-se de negociar com uma empresa de crédito, permitindo aos clientes comprar a vacina e pagá-la ao longo de um ano. " É mais um meio para adquirir o tratamento", justifica. E até quando a Farmácia Santa Catarina vai continuar com tão altruísta acção?" "Até a vacina ser incluída no plano de vacinação nacional ou até ser comparticipada pelo Governo. A prevenção não pode ser um previlégio", sublinha.

"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado
pelos teus inferiores".
Platão

24 setembro 2007

REPUBLICA DAS BANANAS...

Muito se tem falado estes últimos tempos em “República das Bananas”, há quem diga até que este pequeno jardim á beira mar plantado será um paraíso, para essa fruta tão apetecida pela raça macaca. Também os governantes dessa dita “República”, são quase equiparados com estes animais tão semelhantes aos humanos, direi até que para mim, isto numa opinião pessoal que, serão mesmo Macacos, tal é o estado em que têm deixado o jardim, onde em qualquer esquina prolífera a dita “casca de banana”, para que o tão medroso escorregão possa surgir e, nos leve a cair de queixos, ou quiçá a pôr em perigo todas as partes do corpo susceptíveis de quebrar ossos, após mais uma escorregadela seguida de tombo.
Uma das cascas mais dura de roer para estes nossos Grandes Macacos, tem sido ao longo destes anos, a ”casca Lobby”, que ao ser de extermínio impossível, ou quase impossível, pelo menos para este tipo de macacos, é uma casca que ao ser espalhada aqui e acolá, é a que tem feito mais estragos, com quedas e tombos do arco da velha, chegam a cair governos inteiros, tal é a sua força de escorregadela.
Depois, há os vários tipos de “casca Lobby”, Ex.:
- A “casca Lobby da Banca”, que é a que mais juros cobra, quando os nossos Macacos do poder necessitam de graveto, é com esta casca que contam, endividando-se e endividando-nos até ás entranhas, fazendo depois os tais ajustes a nível de impostos, que a dita beneficiará na redução dos mesmos, á custa do sacrifício das demais empresas (só algumas) e, os Bananeiros (cidadãos desta república) que terão estes sim de ver, os seus impostos, agravados para compensar o dito e afamado DEFICIT, criado neste jogo de macacos, que com as cascas se divertem, e os restantes se Lixam.
Eu á pouco disse que só algumas empresas, porque de facto, só são algumas empresas, é que a “casca Lobby Empresarial” também existe, e a troco de dizerem que criam postos de trabalho, fogem ao fisco como o diabo da cruz. Se aparece um Macaco, que até dormiu mal de noite e diz BASTA, e vai tentar cobrar os tais impostos em atraso e/ou em dívida, logo a macacada se junta, e desmente, com o pavor de que esses Lobby se exaltem e passem todo o espólio para o país vizinho, deixando no desemprego milhares de Bananeiros.
E por fim o mais temível Lobby, o da Saúde, pois é, este é bem mortífero. A “casca Lobby da Saúde”, tem interesses em todos os sectores de actividade, mas mais no sector farmacêutico, que eu até me pergunto se, não será este também um Lobby, disfarçado e tal mas, que cria grandes pressões. Actua normalmente depois de ver a sua classe melindrada com meras questões profissionais, deontológicas e científicas, claro está, que quem tentar fazer ou pedir que se faça alguma justiça, este Lobby logo ataca, causando a morte de quem esse desejo tiver, costuma-se dizer que morreu á nascença. Aqui eu tenho de dizer, que quando a ameaça é forte, o ameaçado deve cuidar, e para que não restem dúvidas, quando os macacos querem que algo na saúde mude, como por exemplo na questão dos genéricos, eles sim senhor, ponham nas receitas, uma parte que dê para o Macaco médico escolher entre um genérico e um medicamento mais caro, senão ele no final do ano não pode ir visitar a Macacada ao Brasil, porque o Lobby Laboratorial, não lhe oferecerá a viagem, por outras palavras, os genéricos não nasceram, foi morte embrionária.
Por tudo isto, digo que estou cada vez mais convencido, de que ainda havia outros tantos lobbys, mas como esta conversa me mete nojo, peço-vos desculpa, é que vou andando deitar carga ao mar, porque senão é o fim da macacada...

CARLOS ROCHA

14 setembro 2007

É INADMISSÍVEL!!!

É inadmissível, que um doente, Diabético, após uma crise, e após se ter deslocado ao hospital de S. João, uma, e outra, e sei lá quantas vezes, pelo menos umas seis vezes de seguida, onde efectuou exames atrás de exames, raios-x, ecografias, ecocardiogramas, análises sanguíneas, biópsias ao fígado e pâncreas, um cem número de horas de espera e desespero, com internamentos á mistura, e alguns deles dos 8 dias seguidos para cima, é INADMISSÍVEL, que com este tratamento(s) todo(s), lhe tenham PRESCRITO um medicamento capaz de a matar, e que por descargo de consciência do paciente, e após meio ano de calvário, como tem sido descrito anteriormente, resolve consultar um médico particular, levando de arrasto toda a medicação que estava a tomar.

Qual não é o seu espanto, que o médico lhe diz, que aquelas crises todas, o inchaço os tremores de frio, os enjoos, a falta de apetite, as crises de rins, e todas as maleitas associadas, derivaram, por suposto, da má medicação administrada. Bastou, a esse médico particular, analisar a dita, e constatar que estava mal medicada, trocando-lhe a medicação, não receitando QUALQUER outro medicamento, e apenas eliminando o que a estava a prejudicar.

A minha, pertinência neste caso, é que passaram-se 5 dias, mais ou menos, e as melhoras são significativas.

O QUE É QUE OS MÉDICOS(AS) DO HOSPITAL DE SÃO JOÃO, ANDAM A FAZER? PORQUE É QUE AS PESSOAS SÃO TRATADAS ASSIM?

É INADMISSÍVEL!!!

Lembro ainda, antes de terminar, que o dito médico particular, é só médico particular, não acumula serviço na ARS, nem em clínicas, nem noutro centro hospitalar qualquer.

Exijo no entanto, averiguações, por parte dos órgãos competentes sobre este e outros casos, já que a saúde é algo de muito valioso para qualquer ser humano. SINTO-ME COMO DEVEM CALCULAR, INDIGNADO, COM ESTA CAMBADA DE INCOMPETENTES.

MAS A MIM NINGUÉM ME CALA!!!

10 setembro 2007

INTERMITENTES!

Recebi, por e-mail, o seguinte pedido de ajuda e divulgação, e como sempre, achando eu que este e outros casos me merecem destaque, aqui o coloco à vossa disposição.

"Caros Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual,
O Partido Socialista prepara-se para aprovar ainda este mês a lei do governo sobre a intermitência. Esta lei DETURPA todas as nossas propostas e não apresenta nenhuma medida para ajustar a segurança social à nossa realidade laboral. Após um ano de discussões, propostas e acções da Plataforma dos Intermitentes, o governo pretende arrumar o assunto de forma escandalosa: com piores condições de trabalho para os profissionais do espectáculo inseridos numa estrutura fixa e ignorando novamente a condição do intermitente.
Para mais esclarecimentos, e para não deixar esta fraude impune, aparece nesta SEGUNDA dia 10, às 18h00 no MAXIME, na praça da Alegria (Metro Avenida).
programa:
18h-18h15 apresentação da proposta do governo
18h15-19h45 debate
19h45-20h15 resoluções
Divulga SFF, para qualquer esclarecimento:

Vamos todos ajudar, e divulgar esta causa, por um Portugal mais justo, por um Portugal com mais cultura.

Prémio

Prémio
Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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