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24 novembro 2020

Pudera eu ser

 


Pudera eu ser mar, poderoso e forte

Que nada teme, na sua vastidão imensa!

Pudera eu ser pedra que não ri nem pensa

Pudera eu ser vento, ser o vento norte!


Pudera eu ser trovão, com o seu poderio

Ser luz, ser sol, que ilumina a alma!

Uma alta montanha, um imenso rio

Trazer no seu leito, o amor, a calma…


Pudera eu ser mundo, enorme, imenso…

Tufão, poderoso, que arrasa, intenso!

Ser água que lava, o ódio, a miséria…


Ser fogo que aquece, a alma, o coração

Ser luz que ilumina, o amor, a paixão

Ser por fim…juiz, com justiça…séria!


Mário Margaride 



02 outubro 2012

BASTA!




A cada dia que passa, vivemos e sentimos com angústia o cerco que nos aperta, nos asfixia, por parte de quem nos governa, não nos deixando respirar. Qual polvo tentacular, que nos aperta o pescoço, e nos atira para o abismo, de onde dificilmente sairemos, se nada fizermos para nos livrarmos deste polvo gigantesco que nos vai matando lentamente. 

É tempo de dizer basta! Basta de mentiras! De sermos enganados com falinhas mansas, com falsas promessas.  De que agora as coisas vão melhorar. É tempo de virarmos a página deste livro, escrito com desemprego, miséria e desespero, onde somos atirados para um poço sem fundo. 

Chega de sermos condescendentes com tanta hipocrisia. Não basta fazermos barulho. Temos que agir contra esta corja que nos manipula em nome do interesse de Portugal. Chega! De sermos um povo de brandos costumes, de sermos bem comportados. Temos que virar o rumo deste país. Temos o direito de dizer basta!

Mário Margaride

19 outubro 2011

ACORDEMOS O SILÊNCIO


Soem sirenes inquietas
Acordem o silêncio do mundo

Que dorme no muro da indiferença

Sobre os escombros da incerteza

E da inquietação.


Soem trombetas de alerta

Alertem consciências moribundas
Dos poderes da ganância
Que nos devoram

Nos sugam a razão.


Soem gritos silenciosos

Sufocados nas gargantas

Pelo fumo da mentira

Pela poeira da corrupção.

Que se ergam raios de sol

Neste céu cinzento

De nuvens carregadas

Onde a nossa alma

Se alaga

Pela chuva da desilusão.


Mário Margaride

14 outubro 2009

MAITÊ PROENÇA: VEJAM O VÍDEO E DIVULGUEM POR FAVOR!

A todos os leitores, amigos e visitantes deste espaço quero aqui formalizar a minha indignação pela atitude da actriz brasileira Maitê Proença, aquando da visita dela a Portugal.
Maitê Proença não se poupou a esforços para ridicularizar Portugal e portugueses, mas na verdade só demonstrou a sua total ignorância e ridícula foi ela.

Ana Martins

RECEBIDO POR EMAIL O TEXTO ABAIXO:



http://www.youtube.com/watch?v=1GCAnuZD7bk


Este vídeo foi para o ar no programa Saia Justa. A actriz (?) e escritora (?) Maitê Proença estava em Portugal por causa de uma peça teatral e aproveitou o seu momentos de horas vagas (?) para fazer algumas imagens para o quadro do semanal do canal GNT. A pergunta é: como isso foi para o ar? O tema? Aquele mesmo assunto pobre de sempre: gozar com os portugueses. Como isso ainda não basta, ela terminou o vídeo cuspindo. A pergunta é novamente: para quê? Será um laboratório para ela ser “o próximo chafariz” da nova novela da TV Record?

Todo o vídeo é uma ofensa a Portugal e aos portugueses. Começa por ir a Sintra para mostrar uma porta de uma casa aparentemente comum com o 3 virado para a direita e, sem perceber o significado esotérico, zoa com os portugueses, pois diz que aquilo demonstra que está em Portugal - os caras nem sabem colocar direito um algarismo numa porta! Só vai a Sintra, que tem imensos monumentos, castelos e palácios, para gozar com aquilo.
Depois goza com o Tejo ser, para os portugueses, o mar, quando na realidade ela está junto ao Estuário do Tejo, onde o rio desagua no mar e ambos se confundem. Fala também no Salazar, de que ela não sabe nada, imaginando que, por ter sido um ditador, foi igual a Hitler ou a Mussolini. Goza com o túmulo de Camões, com o estilo arquitectónico manuelino, enfatisando o Manuel, nome injuriado no Brasil nas piadas de português e fala também no episódio no Hotel com o seu PC, quando o Hotel tem áreas de Internet e se tinha problemas com o seu Computador pessoal, deveria usar o equipamento disponível no Hotel para os clientes. O Hotel não tem obrigação de reparar os equipamentos pessoais dos clientes, sejam PC's ou carros ou máquinas de barbear ou sei lá o quê.
Eu acho que ela vai ter muita vergonha quando souber das reacções dos portugueses ao vídeo e vai pensar duas vezes antes de voltar a falar do país e dos seus habitantes. Infame, só revelou ignorância e rancor, talvez dor de cotovelo.

Enfim... vejam o vídeo e, por favor, divulguem:



http://www.youtube.com/watch?v=1GCAnuZD7bk

14 agosto 2007

Indignação e negação do «simplex»

Na esperança de que estas palavras possam chegar a quem tenha poderes de agilizar o processo, trago aqui este apelo de um correspondente e amigo que está indignado com erros e obstáculos dos serviços públicos, neste caso a DGV ou entidade que a substitua.

Mudou de residência, pelo que teve que actualizar toda a sua documentação e de sua esposa. Com algumas peripécias pelo meio, lá foi conseguindo, só que a dada altura esbarrou com um monstro de nome “falecida??!!” DGV.

Em 14 de Maio, há precisamente três meses, 92 dias, foi-lhe passada uma guia provisória para substituir a carta de condução, que ficou no serviço para substituição por outra com a morada actual. Em 11 do corrente, foi a uma Loja do Cidadão, á tal DGV que já não é mas que também não sabem muito bem a que Ilha pertencem, e ficou espantado porque se limitaram a renovar a guia até 11/12/2007.

O seu problema é que pretende dar um passeio a Espanha e França de carro e foi informado que não poderá conduzir porque, lá, a guia que tem não é considerada como substituta da carta e, se for apanhado pelas policias deste países ficará numa situação demasiado desconfortável.

Apesar desta situação desagradável, reconhece que a funcionária que o atendeu foi muito simpática e aconselhou-o a ir ao ACP onde, perante a guia e o respectivo pagamento, lhe emitiriam uma Carta Internacional.

Considerando-se «um cidadão que até paga tudo o que tem que pagar», manifesta a sua grande indignação pela demora devida a inépcia (incompetência) de algumas pessoas, sentindo «que se se tratasse de eles cobrarem alguma multa de trânsito ela já cá cantaria».
Lembrando-se do tal tão propagandeado «simplex» ele pergunta «mas afinal que raio de país é este?». Teve que se deslocar propositadamente a Setúbal, ida e volta 250 Km ,e agora terá que ir a Lisboa, pagar mais para conseguir algo que já pagou ao Estado. E tudo isto, devido a um serviço que não funciona devidamente.

Prémio

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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