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27 julho 2009

MORREU SEM VER O FIM DO PROCESSO CONTRA O ESTADO, QUE DURAVA À 26 ANOS.

Seria irónico, não fosse este um sinal de que estamos realmente num "atoleiro" sem margem segura à vista. Senti e sinto uma revolta inexplicável, por tamanha malandrice feita, a um cidadão deste miserável país. São miseráveis os actores da Justiça, são miseráveis os diversos detentores desta pasta nos sucessivos governos, são miseráveis os advogados, são miseráveis os funcionários da justiça, e é miserável o conceito deste país para os efeitos da mesma.

2ª Feira, 27 de Julho de 2009, in JN


Estado condenado a pagar dez mil euros por atraso em processo judicial
00h30m
SUSANA OTÃO

Agostinho O. morreu em 2008 sem ver o fim de um processo que moveu contra o Estado por violação do direito à Justiça em prazo razoável. A decisão chegou este mês e dá-lhe razão, 26 anos depois do primeiro contacto com a máquina judicial.

Há dois tempos neste caso paradigmático de atraso na Justiça. O primeiro começa em 1980, quando um acidente rodoviário transformou por completo a vida de Agostinho, relata o processo do Supremo Tribunal Administrativo", a que o JN teve acesso. Vítima de atropelamento na rua onde morava, em Lisboa, esteve em coma e, menos de um ano depois, foi forçado a aposentar-se, devido às graves mazelas com que ficou. Tinha então 49 anos, trabalhava como carpinteiro e era o sustento da mulher e da filha.

Três anos depois, já reformado, decidiu avançar com um processo cível contra o responsável pelo atropelamento e a companhia seguradora do veículo.

Durante quatro longos anos, Agostinho resignou-se a esperar. Tentou, junto do tribunal, obter respostas que nunca chegavam e insistiu, por diversas vezes, pedindo formalmente celeridade para o caso.

Por volta de 1987, para seu desespero, foi informado de que o processo tinha "desaparecido". Os papéis do caso só voltaram a aparecer em Maio de 1997, "num armário da ex-Câmara de Falências", e também não lhe foi dada "qualquer justificação" para o sucedido, como refere a decisão do STA. Precisamente 20 anos e 108 dias depois, em 2003, esta primeira fase do tormento terminava. Farto de esperar, Agostinho chegou a acordo com a seguradora, que lhe pagou a quantia, pouco mais do que simbólica, de 3 491,59 euros.

Mas o seu calvário pelo labirinto dos tribunais estava longe de acabar. Revoltado, decidiu pedir contas ao Estado pela demora e deu entrada com uma acção no Tribunal Administrativo.

O acórdão do STA que põe fim ao caso foi tornado público seis anos depois, no dia 9 deste mês, depois de um anterior recurso que já havia ilibado o Estado. O Supremo fixou em dez mil euros mais juros a indemnização que o Estado deverá pagar por danos não patrimoniais, referentes a atrasos na administração da Justiça. Os juízes consideraram que os 20 anos de espera para ver designado o julgamento em primeira instância causaram à vítima "angústia e ansiedade". Demasiado tarde para Agostinho. Morreu em Outubro do ano passado.

Apesar do tempo que já decorreu desde a morte de Agostinho (nove meses), o acórdão do STA ignora este facto. O texto reconhecer que, "na verdade, o anormal atraso do processo perturbou, preocupou ou afligiu o autor", mas os juízes não se coíbem de afirmar que todas estas consequências estão "aquém dos graves danos psicológicos e psíquicos de que ele [Agostinho], com manifesto exagero, presentemente se queixa".


Quando é que isto irá parar? E onde iremos parar? Quem nos defende? Para estas questões, só uma resposta, JUSTIÇA PELAS PRÓPRIAS MÃOS...

01 novembro 2007

OS INGLESES, ANDAM A PEDI-LAS...

Parece que os "bifes"passaram do insulto ás nossas Policias agora a atacar todo o povo Português.Isto é realmente insultouso e provocatório.Este fdp cronista do "Mirror" que se chama Tony Parsons acaba de escrever um artigo de opinião no minimo nojento ,racista e insultuoso para com Portugal.Leiam isto e abismem-se com a estupidez.

O embaixador português em Londres, António Santana Carlos, foi alvo de comentários jocosos e xenófobos, depois de, em entrevista ao The Times, se ter mostrado preocupado com a troca de acusações entre portugueses e ingleses e de ter criticado os McCann por terem deixado Madeleine e os gémeos sozinhos, enquanto jantavam com amigos.

O colunista do jornal The Mirror, Tony Parsons, viu nas palavras do embaixador um ataque aos McCann e respondeu numa crónica com críticas duras à polícia e à imprensa portuguesas.

Num artigo intitulado Oh, Up Yours Senor (qualquer coisa como: «Oh, Meta-o no …, Senhor»), Parsons afirma que os responsáveis pela deterioração das relações entre Portugal e o Reino Unido são os investigadores da Polícia Judiciária, que o jornalista classifica como «espectacularmente estúpidos e cruéis».

Para Parsons, a polícia portuguesa tentou «encobrir a humilhação de não conseguir descobrir quem levou a criança, atacando os pais».

Mas a imprensa e o público português também não ficam de fora da crónica. O colunista diz que os jornais portugueses transformaram o caso «em entretenimento leve» e que os apupos dos populares a Kate McCann «não foram de outro país, foram de outro planeta».

Ao embaixador português, Tony Parsons sugere que «se no futuro não conseguir dizer nada construtivo sobre o desaparecimento da pequena Madeleine, mais vale manter fechada a sua estúpida boca de comedor de sardinhas».

Ao The Times, o embaixador Santana Carlos fez questão de frisar que «Portugal é um país seguro, mais seguro do que a Grã-Bretanha», onde existe um número muito reduzido de crianças desaparecidas.

O embaixador referiu ainda as diferenças culturais entre ingleses e portugueses para explicar algumas das críticas que têm sido feitas ao casal McCann.

«Normalmente, as crianças [nos países latinos] estão sempre acompanhadas pelos pais, pela família. Este é um padrão diferente», comentou, aludindo ao facto de Maddie e os irmãos terem ficado sozinhos no apartamento do Ocean Club na noite do seu desaparecimento.

Um comentário adjectivado pelo cronista do The Mirror como «burro e desnecessário». Tony Parsons, que assina a crónica na edição do The Mirror desta segunda-feira, é um conhecido jornalista de música, famoso por uma atitude iconoclasta e provocadora.

Parsons é também o autor de vários romances de sucesso e de uma biografia autorizada de George Michael.

Link donde está este comentário em ingles: http://www.mirror.co.uk/news/columni...9520-20024112/

Já que ninguém nos defende ,principalmente aqueles que têm essa obrigação os politicos e a comunicação social sugiro que deêm conta da vossa indignação neste "jornal" "Mirror".Para isso deixo aqui o link .Naõ deixem esquecer isto , pois já chega de sermos palhaços , vamos enchê-los também de "bons comentários".

Para contactar o "Mirror": feedback@mirror.co.uk

Enviem em peso o vosso descontentamento para que eles vejam que não podem fazer o que querem.

Passem esta mensagem pelos outros Blogues e por todos os vossos conhecidos convençam-nos a enviar também um e-mail...


Este artigo, foi-me enviado por e-mail, por pessoa devidamente identificada.



A NÓS NINGUÉM NOS CALA!!! E A MIM MUITO MENOS!!!

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