28 julho 2009

Crimes ambientais. Limpar Portugal

Segundo o relatório anual do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 5877 denúncias de crimes ambientais em 2008, o que representa um crescimento de 23 por cento comparativamente a 2007, com 4513 ocorrências.

Isto revela "uma maior sensibilização do cidadão para as questões do ambiente", conforme refere o autor do relatório.

Estes, como muitos outros tipos de crime, exigem a denúncia de quem deles tenha conhecimento ou que deles tenha suspeitado por ter observado indícios. Cabe depois á autoridade a investigação e adopção de medidas adequadas previstas na lei.

Dentro do mesmo espírito, chama-se a atenção para o apoio a dar ao movimento Limpar Portugal que se propõe limpar a floresta portuguesa num só dia. A Natureza - o ambiente precisa de ser preservada e mantida no melhor estado de limpeza para, de forma sustentada, permitir a vida nas melhores condições.

"CADA UM É COMO CADA QUAL"

Há pessoas, que por ignorância ou por vontade de ser o que aparentam, tornam-se, na minha perspectiva, claramente fascistas. Embora não seja isto que aqui quero admitir. Quero apenas e só lembrar como algumas pessoas se tornam numa fracção de segundo, naquilo que não aparentam.
Um dia destes escrevi, já nem sei bem onde, que Alberto João Jardim é um fascista e, não admitindo haver fascistas bons, era um grande bandido. Disse-o por que motivo? Para quem não tenha lido o que na altura escrevi, aqui vai: este Alberto João foi membro da “ala liberal fascista” naquele tempo. Contudo, e como se isto não bastasse, foi dos que, juntamente com Sá Carneiro e outros “fascistas” apoiou a guerra do Ultramar. Daí, ele não ser apenas um fascista, o que por si só já não era pouco, mas também bandido. Bem, vou deixar o dono da Madeira e falar acerca de outro, que agora “arvorado” em democrata, toma atitudes claramente fascistas. Bom, mas este não é fascista. Anda apenas a mostrar uma face que eu não lhe conhecia. Contudo, espero, que ao ler este meu texto, tome juízo e se deixe de ser dono. Sim, ao ler este texto, porque sei que o irá ler e tirar dele as melhores ilações. Espero.
Doutor Francisco Louçã será que o senhor quer ser dono da vontade dos militantes ou quer ser dono do Be?
Não. Eu não vou entrar na discussão em redor daquela cachopa que dá pelo nome de Ana Amaral Dias. Não. Nada disto. Nem na conversa entre Louçã e Sócrates. Não porque Sócrates me mereça alguma confiança. Mas Louçã, só por aquilo que tenho lido e ouvido ultimamente, não me merece, mesmo nenhuma. O que tenho ouvido e lido deste, ultimamente, leva-me a considerá-lo um fascista da nova vaga, que mais parece um galo de crista levantada para sentir de que lado vem o Vento.
Tenha vergonha! Não está a compreender que estas suas atitudes lhe dão um aspecto de fascista e de dono? Sabe mesmo o que é ser antifascista? Nunca soube, já entendi!
Tenha vergonha! Admitindo que Sócrates a convidou para mudar de clube, o que tem o senhor com isso? Atrás do que é que andam? Trabalho? Não! Não brinque comigo…
Tenha vergonha! Mas no caso de a cachopa não ter sido convidada por Sócrates, mas ter sido convidada por Aberto da Ilha, por exemplo, será que é alguma coisa consigo?
Tenha vergonha! Não queira mandar onde não deve nem queira fazer do BE um agrupamento de carácter religioso, em que nada pode ser feito sem ordem expressa do dono da seita.
Tenha vergonha! Se a cachopa quer e se é ou não convidada, seja por quem for, onde está o problema?
Tenha vergonha! Se a cachopa quer, ou não quer, pouco importa! O que é que o senhor Doutor Louçã tem com a vida dela?
Tenha vergonha! Olhe agora para o que lhe havia de dar: ter um clã e ser dono.
Bom, ficamos por aqui. Espero não voltar a ter de escrever sobre esta borrifada. É que comigo, não há peias… Eu não quero nenhum lugar na política, ok?

David Santos

27 julho 2009

MORREU SEM VER O FIM DO PROCESSO CONTRA O ESTADO, QUE DURAVA À 26 ANOS.

Seria irónico, não fosse este um sinal de que estamos realmente num "atoleiro" sem margem segura à vista. Senti e sinto uma revolta inexplicável, por tamanha malandrice feita, a um cidadão deste miserável país. São miseráveis os actores da Justiça, são miseráveis os diversos detentores desta pasta nos sucessivos governos, são miseráveis os advogados, são miseráveis os funcionários da justiça, e é miserável o conceito deste país para os efeitos da mesma.

2ª Feira, 27 de Julho de 2009, in JN


Estado condenado a pagar dez mil euros por atraso em processo judicial
00h30m
SUSANA OTÃO

Agostinho O. morreu em 2008 sem ver o fim de um processo que moveu contra o Estado por violação do direito à Justiça em prazo razoável. A decisão chegou este mês e dá-lhe razão, 26 anos depois do primeiro contacto com a máquina judicial.

Há dois tempos neste caso paradigmático de atraso na Justiça. O primeiro começa em 1980, quando um acidente rodoviário transformou por completo a vida de Agostinho, relata o processo do Supremo Tribunal Administrativo", a que o JN teve acesso. Vítima de atropelamento na rua onde morava, em Lisboa, esteve em coma e, menos de um ano depois, foi forçado a aposentar-se, devido às graves mazelas com que ficou. Tinha então 49 anos, trabalhava como carpinteiro e era o sustento da mulher e da filha.

Três anos depois, já reformado, decidiu avançar com um processo cível contra o responsável pelo atropelamento e a companhia seguradora do veículo.

Durante quatro longos anos, Agostinho resignou-se a esperar. Tentou, junto do tribunal, obter respostas que nunca chegavam e insistiu, por diversas vezes, pedindo formalmente celeridade para o caso.

Por volta de 1987, para seu desespero, foi informado de que o processo tinha "desaparecido". Os papéis do caso só voltaram a aparecer em Maio de 1997, "num armário da ex-Câmara de Falências", e também não lhe foi dada "qualquer justificação" para o sucedido, como refere a decisão do STA. Precisamente 20 anos e 108 dias depois, em 2003, esta primeira fase do tormento terminava. Farto de esperar, Agostinho chegou a acordo com a seguradora, que lhe pagou a quantia, pouco mais do que simbólica, de 3 491,59 euros.

Mas o seu calvário pelo labirinto dos tribunais estava longe de acabar. Revoltado, decidiu pedir contas ao Estado pela demora e deu entrada com uma acção no Tribunal Administrativo.

O acórdão do STA que põe fim ao caso foi tornado público seis anos depois, no dia 9 deste mês, depois de um anterior recurso que já havia ilibado o Estado. O Supremo fixou em dez mil euros mais juros a indemnização que o Estado deverá pagar por danos não patrimoniais, referentes a atrasos na administração da Justiça. Os juízes consideraram que os 20 anos de espera para ver designado o julgamento em primeira instância causaram à vítima "angústia e ansiedade". Demasiado tarde para Agostinho. Morreu em Outubro do ano passado.

Apesar do tempo que já decorreu desde a morte de Agostinho (nove meses), o acórdão do STA ignora este facto. O texto reconhecer que, "na verdade, o anormal atraso do processo perturbou, preocupou ou afligiu o autor", mas os juízes não se coíbem de afirmar que todas estas consequências estão "aquém dos graves danos psicológicos e psíquicos de que ele [Agostinho], com manifesto exagero, presentemente se queixa".


Quando é que isto irá parar? E onde iremos parar? Quem nos defende? Para estas questões, só uma resposta, JUSTIÇA PELAS PRÓPRIAS MÃOS...

25 julho 2009

AMO-TE TAL COMO ÉS!

Imagem da net


Olhando o teu corpo imóvel e esbelto,
As mãos tremulas segurando nas tuas
Viajo no tempo em que tudo era certo
Esquecendo sem ver o mudar da Lua.

A vida para ti foi madrasta cruel,
Te levou sem pudor toda a alegria
E agora amor o teu viver reflecte
No escuro que preenche o teu dia-a-dia.

O Sol lá fora nasce e se põe,
Brilha sem dores aqui e ali,
Mas o sono que te invade não quer e não tem
A força da vida que vivia em ti.

Tão profundo é o sono que te envolveu,
Que desabrocham e murcham todas as açucenas,
Mas tu minha filha não desfazes o véu
Que forte te impede de ser quem eras!

Ana Martins
Escrito a 16 de Julho de 2009

Dedico com muito carinho e admiração a ODELE que ao longo de 11 anos tem cuidado e lutado pelos direitos da sua querida Filha FLÁVIA.


24 julho 2009

SAÚDE EM CUBA

Recebi este e-mail do amigo Fred Benning, é muito interessante recomendo a todos que leiam e acessem o link abaixo!! Tirem suas própria conclusões....
"Esta noite milhões de crianças dormirão na rua, mas nenhuma delas é
cubana"

Fidel Castro

O vídeo que vai ver foi filmado em Cuba pelo controverso Michael Moore.
É sobre o sistema nacional de saúde cubano.
Cuba, onde as crianças não têm acesso a Play Stations (pelo menos com
facilidade). Nem se sentem inferiorizadas por não vestirem roupas de marca.
Onde os supermercados não apresentam 60 marcas de manteiga diferentes.
E a TV não mente a publicitar que os Danoninhos ajudam as crianças a
crescer. Os carros de luxo não abundam. Nem as malinhas Louis Vuitton.
Mas têm talvez o mais avançado sistema de saúde de todo o planeta.
E um sistema de ensino ímpar, em que os professores ensinam e os
alunos aprendem, com rigor e disciplina, onde não há lugar para
Escolas Novas, estatísticas aldrabadas, pseudo-universidades e Novas
Oportunidades da treta. E pleno emprego.
E as ruas seguras, livres de criminalidade e de drogados
Mas os Cubanos têm falta de liberdade.
Falta de liberdade... para assaltarem idosos e crianças.
Falta de liberdade... para agredirem professores dentro das escolas.
Falta de liberdade... para dispararem contra polícias.
Falta de liberdade... para desrespeitarem o seu semelhante.
Falta de liberdade... para políticos corruptos que enriquecem à sombra
do erário público. Cuba, onde tantas coisas faltam, principalmente as supérfluas, as inventadas pelo capital na sua necessidade de se reproduzir.
Mas onde abundam a solidariedade, a fraternidade e, principalmente, a
humanidade.
clicar:

23 julho 2009

VAMOS HIPOTECAR O NOSSO FUTURO?

Eu, já estou farto de bater na mesma tecla, mas não me canso, se pensam que me vencem pelo cansaço, estão mal enganados, a "roubalheira", e as "negociatas", continuam de vento em popa. Nos últimos 7 dias, os lucros da "Liscont" dispararam, e o governo irá responsabilizar-se pelos prejuízos, caso o tráfego diminua, e teve a "lata" de esconder isso do Tribunal de contas e dos Portugueses. Agora, já sei para onde vai o Sócrates trabalhar depois de deixar de ser PM. E ainda dão credibilidade à Política? E o "Coelhone", "xuxialista" de "Xuxa", de "Mama", de "Ladrão" e de "Corrupto", foi o obreiro desta "Negociata" entre o estado e o seu Patrão a "Mota-Engil", beneficiando claramente este último.

Transcrevo a seguir, um texto, que me foi enviado por e-mail:

O Ministério omitiu nos contratos revelados que a Liscont vai receber dinheiro se houver quebra no tráfego. Tribunal de Contas critica acordo
O Ministério das Obras Públicas omitiu, nos documentos revelados publicamente sobre o contrato de concessão do terminal de contentores de Alcântara, que o Estado, através do Porto de Lisboa, terá de pagar à Liscont, empresa do grupo Mota-Engil que por ajuste directo explora a concessão, se o negócio desta correr mal. Ou seja, como salienta o Tribunal de Contas no relatório de auditoria ao contrato de concessão tornado público ontem, "o ónus do risco do negócio passa para o concedente público" e não para quem explora a concessão.

Os valores em causa deste aspecto estão contidos no adiatamento do contrato de concessão entre a Liscont e a Administração do Porto de Lisboa (APL), mas foram omitidos dos documentos disponibilizados publicamente pelo Ministério de Mário Lino (através do site do Porto de Lisboa, http://www.porto-de-lisboa.pt). Os valores em causa no contrato traduzem-se em percentagens de diminuição de tráfego no terminal de contentores (ver caixa). Por outro lado, também está previsto que o "preço" da concessão aumente, caso haja um excesso do tráfego previsto mas, como salienta o Tribunal de Contas, os critérios para aferir este aspecto são muito mais subjectivos: "(...)em contraponto, os excessos de tráfego apenas garantem ao concedente público o direito a partilhar aquele benefício no caso de tal excesso não resultar da eficiente gestão e das oportunidades criadas pela concessionária".

Ou seja, enquanto para a diminuição de tráfego é perfeitamente quantificável, "o contexto em que os benefícios de tráfego poderão ser eventualmente partilhados com o concedente constitui campo propício a diferendos inevitáveis entre as partes, e cuja resolução será sempre incerta e demorada".

O relatório final do Tribunal de Contas revela ainda que o Estado, através da APL, ficou obrigado a suportar 1,3 milhões de euros em despesas relativas a advogados, assessoria financeira, consultadoria,entre outras, relativas à montagem e gestão do projecto de ampliação do terminal de Alcântara que é explorado pela Liscont.

Em termos globais, o Tribunal de Contas não afirma que o negócio entre a APL e a Liscont é "ruinoso" para o Estado. As palavras dos juízes conselheiros foram outras: "O Tribunal não pode deixar de relevar que este contrato de concessão não consubstancia nem um bom negócio, nem um bom exemplo para o Sector Público em termos de boa gestão financeira e de adequada protecção dos interesses financeiros públicos".

Em reacção à divulgação pública do relatório do Tribunal de Contas, o ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) emitiu uma nota na qual afirma que o documento do TC tem "erros factuais elementares omissões graves e afirmações infundadas" que inquinam as conclusões. O MOPTC Diz ainda o que o relato de auditoria do TC "prima pela apresentação de conclusões sem apresentar também os factos e análises que as suportam"

19 julho 2009

Discutir para decidir

Depois do post Pensar antes de decidir, encontrei hoje num artigo de opinião do Correio da Manhã, que transcrevo, a mesma ideia aplicada ao funcionamento dos partidor políticos, num momento em que se torna urgente rever as prioridades, e enfatizar o esforço de esclarecer a população por forma a permitir aos eleitores votar em consciência no dia das eleições. Esse esforço produziria também nos políticos um melhor conhecimento real da situação e aprender a separar o essencial do secundário.

O artigo não permite salientar uma ou outra frase porque todo ele é sumo. É uma lição condensada, intensa, densa em que nada se pode desperdiçar. Vale a pena ser lido principalmente pelos decisores políticos.

Discutir para decidir

CM. 19 Julho 2009, por João Vaz

Desde criança que todos nós cultivamos admiração por quem clama "O rei vai nu!" O conto infantil tradicional tem uma lição poderosa: o pensamento dominante cobre muitos embustes; e é difícil alguém levantar-se contra o estabelecido.

O contributo para o debate político lançado com assinaturas de 25 intelectuais traz um alerta necessário. Nas campanhas eleitorais aposta-se muito mais no marketing do que no esclarecimento.

Portugal, que já tem uma das menos diferenciadas alternativas partidárias, com PS e PSD a evocarem o mesmo tipo de preocupações sociais e igual cartilha económica, encontra-se carente de debate político. São muitas as experiências frustrantes de cidadãos que se vêem rejeitados quando tentam discutir os problemas do País nas instâncias partidárias. Ficam fora porque não há tempo para discutir ideias. Passa sempre à frente a urgência de tratar da atribuição de um qualquer lugar público.

Não se discute políticas antes de se decidir escolhas. E é grave que isto seja assim. Recentemente, vimos como se queimou a hipótese Jorge Miranda para provedor de justiça ao pôr o nome da pessoa à frente do acordo partidário. Resta saber se o clamor "o rei vai nu!" pega no Verão. É que, agora, o fresco é o mais desejável. Mas é urgente encontrar o hábito e a organização para discutir política. Política mesmo, não só nomeações.

15 julho 2009

Vamos limpar Portugal


Recebemos notícia de uma operação de limpeza do lixo disseminado pela superfície da Estónia, levada a cabo por toda a população que teve efeito em poucas horas, vejam como-limpar-um-pais-em-horas, postado há dias pelo amigo Luís.

Efectivamente, vivemos num lindo planeta, mas estamos a destruí-lo todos os dias.
Há lixo em todos os lugares; praias, cidades, florestas e até nos oceanos.

É preciso limpar o nosso País. Para isso é indispensável a colaboração de todas as pessoas, organizações e comunidades para concretizar esta ideia e encontrar parceiros confiáveis, nas autoridades, nas empresas com meios adequados para este efeito.

Não se trata de acção política, eleitoral, mas se os partidos quiserem, desde já, entrar nessa operação, que deve ser permanente, só terão vantagem aos olhos do povo.

Será útil a colaboração voluntária das pessoas, quem empreste equipamentos, transportes e os “midia” que estimulem os voluntários.

O grande dia de encerramento da operação será 8 de Novembro e, então,quando finalmente o País estiver limpo, será uma expansão da alegria para os portugueses, ao gosto local, conforme a disponibilidade de autarquias e organizações da região.

E será bom que daí se conclua que será mais fácil não poluir, não espalhar lixo, entulhos e escombros.

Esta mensagem deve ser difundida por todos os portugueses, e em cada Freguesia e Concelho, devem ser organizadas as acções mais adequadas, tendo sempre em vista o benefício que daí resultará para o ambiente e para as pessoas.

Aceito as vossas propostas que podem ser, e certamente serão, muito diferentes.

* Trabalho feito em conjunto com os amigos João e Luís. Contamos com a participação activa de todos os colaboradores e leitores.
Fernanda Ferreira

Este post é a transcrição feita do blog Sempre Jovens e tem a intenção nele bem descrita. Pede-se a colaboração de todos os portugueses conscientes, de boa vontade, quer individualmente quer através das organizações ou instituições a que pertençam.

14 julho 2009

ALGUÉM SABE A RESPOSTA???

video



Digam-me porquê?
No meu sonho, as crianças cantam
uma canção de amor para cada um de nós.
O céu é azul, os campos verdes e o riso é a língua do Mundo.
Depois eu acordo, e tudo o que vejo
é um Mundo cheio de gente com necessidades,
Digam-me porquê? Tem que ser assim?
Digam-me porquê? Será que há algo que eu não entendi?
Digam-me porquê? Porque eu não entendo
quando alguém precisa de alguém
nós não damos as mãos para ajudar,digam-me porquê!

Todos os dias me pergunto,
o que tenho que fazer para ser um homem.
Terei que me erguer e lutar
para provar a toda a gente quem sou eu?
Será para isso que serve a minha vida?
Para desperdiça-la num mundo cheio de guerras?
Digam-me porquê? Tem que ser assim?
Digam-me porquê? Será que há algo que eu não entendi?
Digam-me porquê? Porque eu não entendo
quando alguém precisa de alguém
nós não damos as mãos para ajudar, digam-me porquê!
Digam-me porquê? Será que há algo que eu não entendi?

Digam-me porquê?
Porquê? Porquê? os tigres fogem
Porquê? Porquê? Nós disparamos armas
Porquê? Porquê? Nós nunca aprendemos
Pode alguém dizer-nos porque deixamos a floresta arder?
Porquê? Porquê? Dizemos que nos importamos
Porquê? Porquê? Nos erguemos e espantamos
Porquê? Porquê? Os golfinhos choram
Pode alguém dizer-nos porque deixamos o mar morrer?
Porquê? Porquê? Se somos todos iguais
Porquê? Porquê? Nós passamos a culpa aos outros?
Porquê? Porquê? Isto nunca mais acaba
Pode alguém dizer-nos porque não podemos ser só amigos
Porquê? Porquê?

Tradução adaptada por FERNANDA FERREIRA.

Por achar magnifico e digno de ser divulgado, abri uma excepção e postei este vídeo publicado por FERNANDA FERREIRA no SEMPRE JOVENS a 8 de Julho.

12 julho 2009

Obesidade pode ser fator de risco para complicações graves da nova gripe.


Médicos Norte-Americanos Levantam Hipótese

A obesidade pode constituir um fator de risco para desenvolver complicações graves decorrentes da gripe do vírus da influenza A (H1N1). Essa hipótese foi levantada por médicos norte-americanos, a partir da análise de dados de pacientes internados no estado da Califórnia. Nos Estados Unidos, já foram notificados mais de um milhão de casos, com cerca de 130 óbitos.“Ficamos surpresos com a incidência de obesidade entre os casos severos que monitoramos”, afirmou a Dra. Anne Schuchat, uma das médicas do
CDC (Centers for Disease Control and Prevention), que está monitorando a epidemia no país. Segundo ela, os cientistas estão estudando a possibilidade de incluir os obesos entre os outros grupos de risco, como as gestantes (sobretudo no terceiro trimestre), as pessoas com diabetes e os pacientes com doenças cardiovasculares.As dificuldades respiratórias dos pacientes com obesidade podem ser a explicação para a vulnerabilidade do grupo. O presidente da ABESO, Dr. Marcio Mancini, explica que a maioria dos obesos mórbidos apresenta apneia do sono, caracterizada por engasgos e sufocamentos noturnos, enquanto uma outra parte pode sofrer da síndrome da hipoventilação, precisando de oxigênio extra, mesmo durante o dia.

Pressão nos Pulmões
O aumento da gordura intrabdominal pressiona o diafragma. Como consequência, as bases pulmonares também são pressionadas, reduzindo a capacidade da tosse de limpar as vias aéreas - ou seja, de botar pra fora as secreções acumuladas. Esse fator poderia explicar o aumento das complicações no organismo dos obesos, uma vez instalada a infecção pelo vírus da gripe suína, observa o Dr. Marcio Mancini.Segundo a ONU, foram notificados mais de 93 mil casos de infecção no mundo, com mais de 400 mortes relacionadas ao vírus. No Brasil, o Ministério da Saúde informou que foram confirmados mais de 800 casos (até o início de julho), com uma morte confirmada no estado do Rio Grande do Sul.

Fonte: ABESO

09 julho 2009

Hábito de risco

Com a comoção dos fãs pela morte de Michael Jackson, ganharam força as suspeitas ligando a rotina do rei do pop ao uso abusivo de fortes analgésicos, o que pode ter ajudado a abreviar uma vida repleta de sucessos e extravagâncias. Quando foi socorrido por paramédicos na mansão que alugava em Los Angeles, no dia 25 de junho, o cantor de 50 anos não respirava e estava sem pulso. Acabou morrendo em seguida, no hospital da Universidade da Califórnia, para onde foi levado de ambulância. Enquanto o laudo da necropsia não é concluído, o consumo excessivo de medicamentos continua sendo cogitado como causa da parada cardíaca.A dependência não chama a atenção apenas em casos de grande repercussão. No Brasil e em vários outros países, analgésicos são vendidos sem restrições e estão à mão de qualquer um. Cabe, então, a pergunta: o uso indiscriminado pode prejudicar a saúde? A resposta é sim, mas não há motivos para alarde.Os analgésicos são divididos em várias categorias. A mais comum é a dos medicamentos leves, como dipirona e paracetamol, indicados para dor de cabeça, por exemplo. Esse tipo não causa dependência e é vendido livremente, mas alguns alertas são necessários. O paracetamol, se consumido em demasia (mais de oito comprimidos de 500 miligramas diários), pode ocasionar lesão no fígado. No caso da dipirona, a dose máxima recomendada é a mesma, e apenas em casos específicos – como gripe ou febre, por exemplo. O consumo continuado por mais de 10 dias, mesmo que abaixo dessa medida, também deve ser evitado. É importante sempre pedir orientação médica. Quem toma esses remédios com frequência precisa consultar um especialista. Afinal, a dor é sinal de que algo está errado.As substâncias citadas como vilãs no caso de Jackson são de uma outra categoria, mais forte, que não é encontrada nas prateleiras. São os opioides, derivados do ópio. Na mesma família, estão nomes do calibre da morfina e da meperidina (demerol, que seria usado pelo cantor). Além de aliviar a dor, causam euforia no usuário, e é essa característica que pode levar à dependência.– O uso desenfreado desses medicamentos pode reduzir o efeito analgésico. O paciente que usa o remédio por um tempo prolongado fica tolerante à ação do princípio ativo. Isso significa que a dor pode não passar, e a pessoa terá de aumentar as doses para conseguir se livrar dela – explica Lúcia Miranda Monteiro dos Santos, chefe do Serviço de Dor e Medicina Paliativa do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.Os opioides, no entanto, têm um papel preponderante em vários casos.– São prescritos, por exemplo, a pacientes com câncer e traumas graves, como fraturas na coluna. Desde que sob orientação médica, são essenciais em vários tratamentos – explica a psiquiatra Lorena Caleffi, da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul.

Fonte: Caderno Vida da zero hora

A NOSSA ODELE E A SUA LUTA

PROGRAMA DIA A DIA DA BAND ALERTA PARA O PERIGO DOS RALOS DE PISCINAS.





Amigos,





Além de mim, foi entrevistado para esta reportagem , o Sr.Augusto Araujo, Presidente da ANAPP e Diretor da Sodramar, que nos passa importantes informações sobre segurança nas piscinas.



A ANAPP é a Associação Nacional dos Fabricantes de Piscinas e Produtos Afins. A Sodramar, entre outros produtos, é fabricante de sistemas de sucção de piscinas.





Um abraço

02 julho 2009

Lei da droga, drogada

Segundo notícia do DN de hoje, «Lei da droga alvo de mexida misteriosa», a lei da droga foi objecto de uma alteração que ninguém consegue explicar. A "mexida" aconteceu numa recente republicação integral da legislação, de 1993. O "erro" foi entretanto corrigido e classificado como "lapso fortuito".

Este «lapso fortuito» que, sendo assim lavado, amaciado, não irá causar a merecida punição ao seu autor, facto que não deixa de causar polémica no meio judicial. Não se compreende como pôde um artigo (o 40.º) ser modificado substancialmente, à margem do funcionamento normal do Poder Legislativo, o que não deveria acontecer e nem é permitido.

Vale a pena clicar aqui para ler toda a notícia.

01 julho 2009

NÃO ME DESILUDA, SENHOR MINISTRO!

Carta aberta ao nosso Ministro das Obras Públicas, doutor Mário Lino.

Excelentíssimo senhor Ministro.
Eu nunca fui muito admirador deste governo. Poucos trabalhos, mesmo poucos, efectuados por este governo, têm a minha aprovação.
Contudo, e apesar de não ser um amarrado partidário, sou um português de verdade. Por isto sofri e continuo a sofrer. Como tal, sinto-me no direito de reprovar, se for esse o meu entender, tudo o que esteja mal ou bem. Afastando algumas «atoardas», que nem sempre no modo mais adequado, mas que agora deixo para o particípio, o senhor Ministro sempre me deu a entender, ser pessoa tecnicamente evoluída e, profissionalmente, responsável.
Tudo isto para quê?
Tudo isto, para dizer ao senhor Ministro, que jamais pensei ver em si uma pessoa «medrosa» e incapaz de saber separar o “trigo do joio”.
Tendo senhor Ministro um plano de trabalho necessário ao desenvolvimento do País, por que motivo vem agora deixar que o País pare?
Medo? De quem? Bem, eu vou ver se acerto. Do presidente da república? Deste, eu não acredito. Este, já todos sabemos o que foi e do que é capaz. Não tem capacidade para se envolver, excepção feita a parir banqueiros e a distribuir fundos vindos de Bruxelas aos mesmos banqueiros e…, com os conhecimentos do senhor Ministro nem com a sua idoneidade. Para este, acredite senhor Ministro, eu ainda poderia arranjar mais alguma coisa. Contudo, ainda pode ser que volte a escrever sobre ele.
Medo da doutora Manuela Ferreira Leite? Bem, se for este o caso, o senhor Ministro está a «brincar» com os portugueses. A doutora Manuela Ferreira Leite, grande defensora da privatização da Caixa Geral de Depósitos e da Caixa Nacional de Pensões. Grande lutadora contra o ordenado mínimo e grande defensora das reformas de miséria tendo, mesmo dito, que os aumentos dos reformados serviam para “copos e serem roubados pelos filhos”, desses mesmos reformados, claro está, fico a pensar que o senhor Ministro, sendo pelo que aqui digo, desceu a um nível muito baixo. Estas pessoas não têm capacidade nem idoneidade para fazer com o que o senhor Ministro diga: “já estou velho para ser Ministro”.
Perante esta gente que aqui acabo de trazer, o senhor Ministro devia ter vergonha e, espero que a tenha, para voltar atrás em tudo o que disse: voltar a trabalhar com empenho e admitir que não é velho e que tem muita capacidade para ser Ministro.
Os outros, os que pensam lançar-nos areia para os olhos, deixe-os por conta do povo e, quem sabe, algum dia, por conta dos tribunais.
Não me desiluda, senhor Ministro.

David Santos, São João da Madeira

Prémio

Prémio
Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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