03 agosto 2010

(DES)IGUALDADE

A seara de preconceitos
em debandada no redondel da altivez
Distorcida cinzela a escarpa
Que se abomina de quando em vez...
E o fosso que se cava
Na imperfeição da igualdade
Continua intocável
No credo em que se debate!


27/07/2010

6 comentários:

joshua disse...

Parabéns pelo belíssimo blogue!

PALAVROSSAVRVS REX

Saozita disse...

Olá cunhadinha adorei o seu poema .
Beijinhos para todos

Beezzblogger disse...

Belo poema, amiga.

Deixo-te este, que me anda às voltas na cabeça:

Queria saber o que não sei
Queria sentir, o que não sinto
Queria dizer o que não digo
Queria ouvir, e estar contigo

Tudo o que faço, farei
Tudo o que digo, escrevi
Tudo o sei, aprendi
Tudo o que sou, vivi.

Carlos Rocha
Beezz

Beijos e Bom fim de semana

david santos disse...

Olá, Ana!
"Na imperfeição da igualdade" Fantástico!
Parabéns!
Aproveito para agradecer ao beezz pelo lindo e grande poema que, serve de comentário, a este teu trabalho. Muito bem, beezz, parabéns!

Beezzblogger disse...

A propósito da imagem, Ana esta julgo ser em São Paulo no Brasil, onde os condomínios de luxo fazem paredes meias com os bairros de lata. Ilustram bem as desigualdades.

Ao amigo David, queria dar-lhe um abraço, e dizer-lhe que escrevo pouco, isto em relação aos poemas, mas quando escrevo, sai-me da alma.

Uma óptima semana para todos, e até já.

Abraços do Beezz

Ana Martins disse...

Caros colegas,
a imagem não é cá, têm razão, mas a imperfeição da desigualdade também é um mal mundial. Beez, quanto ao seu poema em forma de comentário, tenho a dizer que os poemas saídos da alma, são os mais lindos, são aqueles que mexem connosco!

Beijinhos,
Ana Martins
Ave Sem Asas

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