16 novembro 2010

Crise só financeira ou também política???



5 comentários:

José Pires disse...

Um grande abraço LIVRE !

Luis disse...

Caríssimo Amigo João,
Estas declarações são muito semelhantes às que hoje ouvi da boca de Santana Lopes e de António Maria Carrilho! este governo e Sócrates encontram-se numa encruzilhada difícil de perceber qual o melhor caminho a tomar... remodelação quase total deste governo ou a sua demissão. A verdade é que qualquer dos dois caminhos parecem não vir a resolver esta crise que de económica virou política! Pois já se fala à boca cheia numa 4ª República...
Um forte abraço.

A. João Soares disse...

Caros José Pires e Luís,

Isto está precisar de «uma excelentíssima e reverendíssima reforma», como diria Martin Lutero.
Mas temo que as mudanças não sejam nem as melhores nem pacíficas. O nosso pobre povo e nação valente e mortal, iremos passar maus bocados e a recuperação não será para breves anos.
Entretanto a fome vai-se encarregando de resolver o problema dos mais necessitados, entregando-os à misericórdia divina... E é para termos governantes assim, que pagamos impostos e votamos...

Abraços
João
Do Miradouro

Diogo disse...

Toda esta crise financeira é deliberada. Não há crise financeira (e muito menos dívida) nenhuma. O que há é parasitas descomunais a chular o mundo todo.

A. João Soares disse...

Não pode ser provado que a crise tenha sido deliberada. Na sua origem esteve um financeiro americano que, passados seis meses foi condenado a prisão com tal duração que pode ser considerada perpétua. Aqui, o BPN ainda não foi julgado!!! Mas, se a crise não foi deliberada, a sua condução ao longo destes últimos meses ou anos foi minuciosamente tratada para não lesar os verdadeiros cancros do regime.

Vale a pena analisar a posição do Poder em relação à hipótese de ajuda da UE e do FMI, ao invés das opiniões de economistas isentos, sem submissão a partidos. A ajuda externa viria limpar a máquina, eliminar cancros e purificar o relacionamento do povo com o poder, obrigaria os eleitos a pensarem nos eleitores, o mandatário a dar contas aos mandantes sobre a forma de cumprir a missão que lhe foi confiada.
E isso não convém aos sumidores do dinheiro dos impostos. Por isso não querem cá o FMI, para poderem continuar no regabofe, sem ninguém os perturbar na sua tarefa de enriquecimento fácil e rápido. Não foi por acaso que Bernardino Soares citou Rui Pedro Soares, João Carlos Silva, Armando Vara e Luís Nazaré.
Mas o bando tem muitos mais elementos a mamarem das tetas do tesouro público.

Abraço
João
Do Mirante

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