30 novembro 2011



Devemos exigir ser informados com clareza, para compreender.
Devemos escrever de forma a sermos compreendidos pelos menos letrados, Devemos evitar linguagem hermética e demasiado elevada, como se estivéssemos a escrever para a avó, pouco erudita.

2 comentários:

Luís Coelho disse...

E quem é que nos informa com clareza e isenção...????

Toda a imprensa está do lado do poder e os que não se rendem são silenciados.

A. João Soares disse...

Caro Luís Coelho,

Ninguém nos traz por sua iniciativa informação isenta.
Não há Pai Natal. Como diz o Prof João César das Neves «não há almoços grátis». Temos que evitar esperar esse milagre e por isso, devemos exigir esclarecimentos, fazer perguntas e enquanto não compreendermos bem e não concordarmos não acreditemos em promessas de vendedores da banha de cobra.
EM cada dado que nos chega devemos perguntar a nós próprios: isto será verdade? Como? Porquê? Para quê? O que pretendem de mim? Num telefonema insistente de um banco que me queria impingir um cartão de crédito, disse ao funcionário que agradecia que dissesse ao patrão que lhe fico muito agradecido a vontade de me tornar rico, mas não estou interessado. O tipo riu-se, mas os telefonemas daquela origem deixaram de me incomodar. Não é fácil um estranho obter de mim um compromisso por telefone.

Um abraço
João

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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