20 fevereiro 2008

FIDEL CASTRO

Há cinquenta anos, mais propriamente quando Fidel Castro derrubou o regímen dos Baptistas, lacaios do terrorismo Norte-americano, que este terrorismo tudo fez para o assassinar. Fidel Castro vai embora por o seu pé. O terrorismo Norte-americano tudo fez para contrariar a revolução e tudo fez para matar o homem que conseguiu, ainda que com defeitos, dar uma identidade a Cuba e aos cubanos. A verdade é que nem o terrorismo Norte-americano mandou a Ilha de Cuba mar adentro nem Fidel Castro precisou, como disse, de «dar um arranhão» ao terrorismo, do qual, este jamais se curaria! O terrorismo ainda fica a fazer o seu terror. Fidel Castro foi embora quando entendeu que a sua jornada estava concluída. Melhor; quando ele próprio entendeu que o corpo do homem não é de ferro.
Muitos homens derrotaram, não poucas vezes, o terrorismo Norte-americano, mas Fidel Castro foi, sem sombra de dúvida, embora não esteja a tirar mérito a Ho Chi Minh nem a qualquer outro, o homem que mais lutou contra esse gigante malfeitor, bandido e terrorista estado Norte-americano.
Quando existir na Europa ou no mundo civilizado homens como Fidel Castro, jamais seremos servidores e lacaios do terrorismo Norte-americano. Passaremos a ter uma identidade e poderemos seguir o nosso caminho em paz com os outros povos que não querem a guerra.

David Santos

10 comentários:

Mário Relvas disse...
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Mário Relvas disse...
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Beezzblogger disse...

Viva cuba Viva Fidel!!!

Agora temos o seu seguidor, embora com um poderio muito maior, e que será a este aquele que nos irá manter com os EUA, a marcar passo, a ele, "que no se calla" como queria o bajulador dos EUA, dou-lhe de viva voz, um viva Kamarada.

Viva Hugo Chavez, viva a resistência ao capitalismo, viva CHE!!!

Abraços do Beezz

Mário Relvas disse...
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Mário Relvas disse...
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Beezzblogger disse...

Esqueci-me!!! Mas já coloquei o reenvio de comentários...

Abraços do Beezz

A. João Soares disse...

O Mundo seria muito melhor se os países procurassem viver em harmonia com os outros, principalmente com os vizinhos, os deixassem desenvolver-se e os ajudassem quando disso houvesse necessidade. Isto aplicar-se-ia a todos mas principalmente aos mais poderosos.
É certo que cada um olha por si e pelos interesses dos seus cidadãos, porém estes muito beneficiariam da convivência colaborante com os outros.
Infelizmente as coisas não se passam com tal utopia e os pequenos países próximos das grandes potências são mártires da ambição destas. Isso vê-se por todo o mundo, desde a América Latina demasiado controlada e condicionada pelo vizinho poderosos do Norte, à Europa de Leste, à Ásia Central e aos vizinhos da China. Se bem que esta tem evidenciado menor agressividade bélica mas não se dispensa da infiltração económica sendo a África o seu grande objectivo do futuro próximo.
Veremos o que irá acontecer a Cuba no futuro.
Abraço

Abraço

david santos disse...

Não retirando uma vírgula ao que acaba de escrever, estando, por isso, totalmente de acordo, sendo essa a evolução e fugindo ao caminho belicista, já é uma evolução de verdade.
Quem tiver piano, pode tocar. Quem o não tiver, que toque viola. Há sempre instrumentos para cada posse, económica, claro. Armamento bélico, não!
Pondo o piano e a viola de lado, já no campo alimentar, quem não puder comer ananás, que coma figos dos bravos. Armamento bélico, não!
Abraços.

David Santos

A. João Soares disse...

Como todo o ser humano, Fidel evidenciou qualidades e defeitos. Nas qualidades admiro a persistência coerente na luta por um ideal e na forma determinada como se opôs ao vizinho poderoso, enfrentando sérios riscos pessoais. Nos defeitos poderei apontar os inconvenientes para o seu povo da forma obstinada como manteve essa posição, o que resultou em manter condições de vida difíceis e a fuga dos compatriotas mais válidos para o estrangeiro à procura de uma vida mais fácil e proveitosa.
Será um homem que a história não ignorará num aspecto ou outro.
Abraço

Anónimo disse...

Tantos comentários retirados...será censura??

Não...apenas alguém que gostas de ditaduras comunistas

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