03 abril 2008

Á Atenção dos contribuintes

Caríssimos amigos e leitores, a informação que asseguir descrevo, foi-me enviada por e-mail de interessante que é, achei por bem divulgá-la aguardar pelos vossos comentários!

ERSE – ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

Tutelado pelo Ministério da Economia, tem 63 colaboradores (TACHOS ). O orçamento de 2008, é de 8,1 milhões de euros, e o Conselho de Administração é nomeado por um período de cinco anos, renovável uma vez. Tal como acontece na Anacom, o salário mensal do Presidente da Erse " Vítor Martins " é de 16.300,00 euros mensais. EXPRESSO 08/03/2008

ANACOM – AUTORIDADE NACIONAL DE COMUNICAÇOES
Teve um orçamento de 60,7 milhões de euros em 2007, e emprega 400 pessoas (tachos ).Dedica-se à supervisão e fiscalização no terreno do sector das comunicações. É tutelado pelo ministério das obras públicas. O mandato do conselho de administração dura cinco anos, e não é renovável. O vencimento mensal bruto do Presidente " Amado da Silva ", é de 16.300,00 euros mensais, equivalente ao vice-governador do Banco de Portugal. EXPRESSO 08/03/2008

COMISSAO DO MERCADO DE VALORES MOBILIARIOS
São 163 os trabalhadores / tachos. A policia da bolsa, é responsável pela supervisão e regulação dos emitentes, auditores, intermediários financeiros e fundos, tem um orçamento para 2008 de 19,8 milhões de euros. O Presidente Carlos Tavares teve um rendimento anual de 236,9 mil euros. EXPRESSO 08/03/2008

BANCO DE PORTUGAL

Tutelado pelo Ministério das Finanças, o Banco de Portugal tem 1687 " trabalhadores / tachos ". O Banco de Portugal é responsável pela regulação e supervisão das instituições financeiras, e não divulgou o orçamento que teve em 2007, nem tampouco o que tem para 2008. EXPRESSO 08/03/2008

SALÁRIOS E REFORMAS DOURADAS NO BANCO DE PORTUGAL JANEIRO 2008

O Conselho de Administração do Banco de Portugal, composto por seis membros, que auferem salários anuais de 1,596 milhões de euros anuais ( uma média de 266 mil euros por ano ).
A este valor médio de 266.000,00 euros por ano, acresce: cartão de crédito para despesas de representação, telemóveis, viagens, carro topo de gama com motorista e segurança privada a tempo integral, etc., etc., etc. ………………
A estas benesses, acresce também o facto destes senhores, no fim do mandato no Banco de Portugal, terem " direito " a uma pensão de reforma integral ( mesmo que só tenham passado 4 ou 5 anos no cargo ). Uma reforma dourada que não é acessível a mais nenhum reles mortal CONTRIBUINTE PORTUGUES.

Agora vamos aos nomes e salários pagos a estes " senhores ", tenho que ter cuidado para não dar os nomes que gostaria de chamar-lhes (não vão… estes ainda me processar por ter ofendido a honra deles – coisa que de certeza não tem !!!!!!!!!!! ).

Vítor Constâncio
Rendimentos em 2006 – 282.191,00 euros

José Agostinho Martins de Matos
Rendimentos em 2005 – 244.536,00 euros

Pedro Duarte Neves
Rendimentos em 2006 – 254.586,00 euros

José Silveira Godinho
Rendimentos em 2005 – 364.184,00 euros ( Salário Administrador Banco de Portugal + pensão Banco de Portugal de 139.550,00 euros).

Manuel Sousa Sebastião
Rendimentos em 2006 – 226.081,00 euros

Vítor Manuel Pessoa
Rendimentos em 2006 – 225.240,00 euros ( salário Salário Administrador Banco de Portugal + pensão de 30.101,00 euros )

Em comparação com outros países, temos que na América ( EUA ), o Presidente da Federal Reserve Board - Ben Shalom Bernanke, que tem formação acadêmica na Universidade de Havard, Massachussets Institute de Stanford, New York University, Princeton Universit, entre outras mais, ganha miseravelmente uns 126.938,80 euros anuais.
Nossos administradores do Banco de Portugal " merecem muito mais remuneração ", pois devem ter melhor preparação, e superior formação académica ----- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

1 comentário:

A. João Soares disse...

Víctor Simões,
Será conveniente saber se essas instituições exercem funções imprescindíveis ao bem estar da população e ao desenvolvimento de Portugal e à distribuição equitativa da riqueza proveniente desse desenvolvimento; se são necessários tantos trabalhadores para funcionarem com eficácia; se esses trabalhadores são escolhidos, por concurso público, em resultado da sua comprovada competência, isenção e apartidarismo ou se, pelo contrário, são nomeados unilateralmente pelo Poder por serem amigalhaços e terem exercido cargos políticos.
Se assim fosse, e os ordenados fossem correspondentes aos resultados da «avaliação do desempenho» feita rigorosamente por entidade independente, era justo que fossem pagos pelo seu mérito. Mas se assim não é, será uma roubalheira e uma injustiça social lesiva dos trabalhadores por conta de outrem que nem sequer podem fugir aos impostos que lhes são exigidos.
Abraço
A. João Soares

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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