24 janeiro 2009

STAND BY ME...

Era bom que assim fosse, mas pelo menos alguém se esforçou para dar este exemplo, e sob a alçada de "www.playingforchange.com", se dá voz a uma causa, a montagem está magnífica, senão atentem:


2 comentários:

Mário Relvas disse...

Já tive a oportunidade de ver e reenviar esta mensagem aos meus correspondentes. Mesmo áqueles que dizem "que nunca usaram fardas, nem nunca estiveram em Moçambique".Mesmo àqueles que fazem parte de uma determinada "associação" de Braga, que se diz nacional... Ou foram alunos de um determinado colégio.
Mesmo áqueles que se dizem apartidários e "vestem" camisolas "coloridas".
O grande problema é que a crise não é apenas financeira. É uma crise de desconfiança no homem em geral.
É uma crise que põe em causa toda a maneira de viver que até á bem pouco tempo -quase- todos assumiamos como certa. Objectivos, dinheiro, religiões,partidos... Tudo ficou sem credibilidade. Tudo é questionado, e bem. E, agora vem o nosso 1º dizer que é preciso optimismo. Que o pessimismo não cria empregos...
Bolas, onde andou esse optimismo quando se dizia que não havia dinheiro. Que era preciso -acabar- diminuir os funcionários públicos. Que era preciso suspender os aumentos de ordenados dos trabalhadores e das pensões dos reformados. Que era preciso fechar maternidades... e tantas outras coisas que agora já não têm valor algum.
Política a rever. Partidos sem sentido. Bancos com lucros a pedir dinheiro ao Estado. BPN, Freeport?... E tantas maravilhas deste moderno país e mundo. Barack Obama mudará o quê? Quem dera mas, já pediu desculpas aos americanos, antecipadamente, pelo que não mudará nos próximos anos.
Crise?! Sim, tudo é questionado e aí está a verdadeira crise. A crise dum povo mal informado que ainda vai votar atrás daqueles que falam deles, mas olham para eles próprios.
A crise de quem tem medo de assumir as suas posições cívicas. A crise da desconfiança. A crise dos parolos.
A crise obriga á mudança radical da vida em sociedade. As cidades perderão caminho para os campos. Demorará algum tempo mas, quem tiver uma casinha no campo, com poucos gastos, um quintal com agricultura de substistência, sem as manias dos objectivos implantados nas empresas -até porque não haverá mais os habituais empregos- como até agora, sobreviverão, em comunidade.
Voltaremos atrás em muitas coisas. Um atrás evoluído, onde a ganância deixará de interessar.Onde os "bem-sucedidos" serão os que dão as mãos aos outros. Aqueles que cantarão sem ser por dinheiro. Aqueles que amarão a outra pessoa pelo que é e não pelo que ela poderia representar.
Sim, um mundo mais solidário e mais simples.
No entanto, há quem defenda a teoria cíclica, que nos trará a evolução habitual depois de uma sangrenta guerra mundial. Que obrigará á reconstrução de tudo de novo. Que empregará de novo os sobreviventes, que como serão uns bons milhões a menos, terão trabalho. Um trabalho criado por um qualquer plano Marshall...
Enfim, o futuro é já hoje.

Saudações

flashes... disse...

Toda a ajuda é pouca no que confere as culturas ou raças minoritárias,completamente flagegadas pela guerra, devido ao capitalismo aglutinador.

Gostei muito do vídeo.
Bjs Zita

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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