09 fevereiro 2009

NAS VEREDAS DO ESQUECIMENTO



Nas veredas do esquecimento
Gritam gargantas sufocadas
Pela dor da indiferença
E abandono
Moram corpos moribundos
Sente-se o cheiro da tristeza
Pairam almas destroçadas.
Nas veredas do esquecimento
Vêm-se rostos perdidos
Corpos vestidos de nada
Despidos de tudo
Esperanças perdidas
Sonhos esquecidos
Vidas cerceadas.
Nas veredas do esquecimento
Morre-se dia-a-dia…lentamente.

Mário Margaride

3 comentários:

Maquiti disse...

Lindo texto

Sim senhora

Pontifíce disse...

A LUTA CONTINUA!
OU NÃO HÁ NADA Q NOS VALHA...
TENHO O CORAÇÃO A DOER,
POR VER O POVO SOFRER,
OS FANTOCHES PARA A RUA!
COMBATAMOS ESTA CANALHA!

Ana Martins disse...

Grande poema Mário Margaride!

Beijinhos,
Ana Martins

Prémio

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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