26 julho 2008

NAS ARCADAS DESTA RUA

Nas arcadas desta rua
Nestas ruelas sombrias
Há silêncio e solidão.
O sol, por ali não passa
Não há luz, não há graça
Só muros e escuridão.
Nas arcadas desta rua
Nas pedras desta calçada
Há desalento sem fim
As árvores a morrerem
As casas a apodrecerem
Não há flores no jardim.


Mário Margaride

4 comentários:

Entre "aspas" disse...

Quando escurece urge o mundo de solidão renascido de um silêncio adormecido,onde permanece apenas o eco dos pensamentos.
Bom fim de semana amigo
Bjs Zita

david santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
david santos disse...

“Nas pedras desta calçada"
Está tudo escuro como breu.
De homens já não há nada.
Havia uma criança, mas fugiu.

Era a última flor do jardim
que se deixou apagar
essa criança foi o seu fim
por já não haver Luar
Abraços

Beezzblogger disse...

Pelos vistos, a luz ainda não se vislumbra... Mas um dia há-de se ver...

Abraços do Beezz

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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